Supremo Tribunal Federal

Diário da Justiça - 18/06/2001 - Acórdãos

 

 

Décima-nona (19ª) Ata de Publicação de Acórdãos, realizada nos termos do art. 95, do Regimento Interno do S.T.F.

São publicados os acórdãos dos seguintes processos:

 

Processos Originários

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 512-0

(14)

PROCED.

:

PARAÍBA

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REQTE.

:

PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL - PC DO B

ADV.

:

JOSE MESSIAS DE SOUZA

REQDO.

:

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DA PARAIBA

ADV.

:

JOSIAS FERREIRA LEITE

Decisão : O Tribunal, por unanimidade, teve como prejudicada a ação no que toca ao Estado-Membro e, no ponto, dela não conheceu. Conhecida a ação com relação aos municípios, por unanimidade, o Tribunal julgou-a procedente, em parte, e declarou a inconstitucionalidade da expressão "ou municipal", inscrita no caput do art. 270 da Constituição do Estado da Paraíba. Votou o Presidente. Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Celso de Mello (Presidente). Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Carlos Velloso (Vice-Presidente). Plenário, 03.3.99.

CONTROLE CONCENTRADO DE CONSTITUCIONALIDADE - MUDANÇA SUPERVENIENTE DO TEXTO CONSTITUCIONAL. Possível conflito de norma com o novo texto constitucional resolve-se no campo da revogação, não ensejando o controle concentrado de constitucionalidade.

AUTONOMIA MUNICIPAL - TITULAR DE MANDATO ELETIVO - APOSENTADORIA - DISCIPLINA. Compete ao município a regência normativa da aposentadoria dos respectivos servidores, incluídos, considerado o sentido lato, os agentes políticos. Inconstitucionalidade de preceito estadual por invasão da autonomia municipal.

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 1.494-3 - medida liminar

(15)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. CELSO DE MELLO

REQTE.

:

ASSOCIACAO DOS DELEGADOS DE POLICIA DO BRASIL - ADEPOL BRASIL

ADV.

:

WLADIMIR SERGIO REALE

REQDO.

:

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

REQDO.

:

CONGRESSO NACIONAL

Decisão : Apresentado o feito em mesa, o julgamento foi adiado em virtude do adiantado da hora. Plenário, 19.12.96.

Decisão : Apresentado o feito em mesa, o julgamento foi adiado em virtude do adiantado da hora. Plenário, 24.03.97.

Decisão: Por maioria de votos, o Tribunal indeferiu o pedido de medida liminar, vencidos os Ministros Celso de Mello (Relator), Maurício Corrêa, Ilmar Galvão e Presidente (Min. Sepúlveda Pertence). Plenário, 09.4.97.

E M E N T A: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE - CRIMES DOLOSOS CONTRA A VIDA, PRATICADOS CONTRA CIVIL, POR MILITARES E POLICIAIS MILITARES - CPPM, ART. 82, § 2º, COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI Nº 9299/96 - INVESTIGAÇÃO PENAL EM SEDE DE I.P.M. - APARENTE VALIDADE CONSTITUCIONAL DA NORMA LEGAL - VOTOS VENCIDOS - MEDIDA LIMINAR INDEFERIDA.

O Pleno do Supremo Tribunal Federal - vencidos os Ministros CELSO DE MELLO (Relator), MAURÍCIO CORRÊA, ILMAR GALVÃO e SEPÚLVEDA PERTENCE - entendeu que a norma inscrita no art. 82, § 2º, do CPPM, na redação dada pela Lei nº 9299/96, reveste-se de aparente validade constitucional.

AÇÃO RESCISÓRIA N. 1.308-5

(16)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

REVISOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

 

:

 

AUTOR

:

CONSTRUCOES E COMERCIO GUANABARA LTDA

ADV.

:

GASTAO DE BEM E OUTROS

ADV.

:

GEBARDO MOREIRA SANTOS

REU

:

DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM - DNER

ADV.

:

GIL GAMA

Decisão : Por votação unânime, o Tribunal julgou improcedente a ação rescisória, condenou a autora à perda do depósito, ao pagamento das custas e de honorários advocatícios fixados em R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais). Ausentes, justificadamente, os Ministros Celso de Mello e Ilmar Galvão. Plenário, 06.02.97.

EMENTA: Ação rescisória, com fundamento no artigo 485, VII e IX, do C.P.C.

- A juntada de peças desaparecidas dos autos no momento em que foi prolatado o acórdão rescindendo, ou que neles se achavam recolocadas em lugar impróprio e desordenadas, não configura o documento novo, a que alude o artigo 485, VII, do C.P.C. Ademais, tais peças não seriam capazes, por si somente, de assegurar ao autor pronunciamento favorável.

- Inexistência, também, de erro de fato, no caso.

Ação rescisória julgada improcedente.

EXTRADIÇÃO N. 801-3

(17)

PROCED.

:

REPÚBLICA PORTUGUESA

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

REQTE.

:

GOVERNO DE PORTUGAL

EXTDO.

:

ANTÔNIO BERNARDO PATROCÍNIO DA SILVA

ADVDOS.

:

NICIO BRASIL LACORTE E OUTRO

Decisão : O Tribunal, por unanimidade, deferiu o pedido de extradição. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Celso de Mello e Ellen Gracie, e, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, 16.5.2001.

EMENTA: - EXTRADIÇÃO INSTRUTÓRIA. CONVERSÃO EM EXECUTÓRIA: ADMISSIBILIDADE. CONDENAÇÃO, À REVELIA, PELA JUSTIÇA ESTRANGEIRA. LIMITES DA DEFESA DO EXTRADITANDO.

PRESCRIÇÃO: INOCORRÊNCIA NO CASO. REQUISITOS PARA O DEFERIMENTO DA EXTRADIÇÃO.

1. No processo de Extradição, não cabe ao Supremo Tribunal Federal verificar a procedência ou improcedência da acusação contra o extraditando, mas, sim, à Justiça do Estado requerente.

2. As deficiências, apontadas pela Defesa, quanto à documentação inicialmente apresentada por este, ficaram posteriormente supridas, com sua ciência e sem impugnação.

3. A jurisprudência do S.T.F. admite a conversão da Extraditória Instrutória em Executória.

4. O julgamento do extraditando, à revelia, pela Justiça portuguesa, não lhe causa prejuízo, pois, segundo o ordenamento jurídico de Portugal, pode ele simplesmente pedir que se renove, se assim lhe parecer.

5. Inocorre, no caso, prescrição da pretensão punitiva ou executória, seja pelo Direito português, seja pelo brasileiro.

6. O tempo de prisão provisória, em Portugal e no Brasil, não pode ser computado para redução do prazo prescricional, mas, sim, apenas, para efeito de detração.

7. Estando satisfeitos, na hipótese, todos os requisitos do Tratado de Extradição Brasil-Portugal, dos artigos 80 e 81 da Lei brasileira n° 6.815, de 19.8.1980, modificada pela Lei n° 6.964, de 09.12.1981, e não ocorrendo qualquer dos impedimentos previstos no art. 77, é de ser deferido o pedido de Extradição.

8. Decisão unânime.

HABEAS CORPUS N. 73.425-1

(18)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. MAURÍCIO CORRÊA

PACTE.

:

ATA HAMMOUD

PACTE.

:

SAADALLAH MEHDI AYOUB

IMPTE.

:

RENE DOTTI E OUTROS

COATOR

:

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Decisão: Por maioria, a Turma indeferiu o habeas corpus, vencido o Senhor Ministro Marco Aurélio. Falou pelo paciente o Dr. Paulo Ramalho e, pelo M.P.F., o Dr. Mardem Costa Pinto. 2a. Turma, 30.04.96.

EMENTA: "HABEAS-CORPUS". ALEGAÇÃO DE NULIDADE DE DEPOIMENTO PRESTADO POR PROMOTOR DE JUSTIÇA QUE PARTICIPOU, NA POLÍCIA, DO ATO DA PRISÃO EM FLAGRANTE: INEXISTÊNCIA. PRINCÍPIO DA ISONOMIA PROCESSUAL COMPROMETIDO PELO EXCESSO DE TESTEMUNHA DA ACUSAÇÃO: INOCORRÊNCIA DE PREJUÍZO. SENTENÇA FUNDAMENTADA EM OUTROS ELEMENTOS DA PROVA: IMPOSSIBILIDADE DE EXAME NO WRIT.

1. O Membro do Ministério Público Estadual que assiste a lavratura do auto de prisão em flagrante, convidado pela autoridade policial para assegurar a legalidade do ato, não está impedido de prestar depoimento, na fase da instrução penal, reportando-se aos fatos que ouviu quando dos depoimentos prestados na fase investigatória.

2. Se a jurisprudência do STF já assentou que não configura impedimento de Promotor de Justiça, que acompanhou inquérito policial, para em seguida oferecer denúncia (RHC 61.110, DJ de 26.08.83 e HC 60.364, DJ de 13.05.83), com muito mais razão e propriedade poderá prestar depoimento do que antes presenciara, se outro foi o Promotor de Justiça que firmara a peça acusatória.

3. Inaplicabilidade, no caso, da norma contida no artigo 252 do CPP que diz respeito às hipóteses em que o juiz não poderá exercer a jurisdição.

4. Se o juiz ouviu uma testemunha a mais além do limite para a acusação do que para a defesa, mas a essa facultou que também o fizesse, precluindo o direito, não pode alegar posteriormente cerceamento de defesa, se inclusive não emprestou qualquer valia ao depoimento deduzido pela testemunha excedente. Violação do princípio isonômico que não se caracterizou.

5. Sentença que se funda no conjunto probatório e não apenas no depoimento contraditado, para se avaliar que peso teve no convencimento do juiz, traduz-se em revolvimento probatório, circunstância que torna imprestável e inviável a via estrita do "habeas corpus".

"Habeas corpus" que se conhece, mas a que se nega deferimento.

HABEAS CORPUS N. 75.343-4

(19)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. OCTAVIO GALLOTTI

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

PACTE.

:

JUAREZ QUINTÃO HOSKEN FILHO

IMPTE.

:

BADY ELIAS CURI NETO

COATOR

:

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Decisão : Depois dos votos dos Ministros Octavio Gallotti (Relator) e Nelson Jobim, que indeferiam o pedido, foi o julgamento suspenso em virtude do pedido de vista formulado pelo Ministro Marco Aurélio. Plenário, 18.06.97.

Decisão: Apresentado o feito em mesa, o julgamento foi adiado para que tenha prosseguimento com o quorum completo. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Ministro Sydney Sanches. Plenário, 23.10.97.

Decisão: O Tribunal, por votação majoritária, deferiu, em parte, o habeas corpus, nos termos do voto do Ministro Sepúlveda Pertence, vencidos os Ministros Octavio Gallotti (Relator), Néri da Silveira e Moreira Alves, que o indeferiam, e o Ministro Marco Aurélio, que o deferia integralmente. Votou o Presidente. Retificou o voto proferido anteriormente o Ministro Nelson Jobim. Lavrará o acórdão o Ministro Sepúlveda Pertence. Plenário, 12.11.97.

EMENTA: Suspensão condicional do processo (L. 9.099/95, art. 89): natureza consensual: recusa do Promotor: aplicação, mutatis mutandis, do art. 28 C. Pr. Penal.

A natureza consensual da suspensão condicional do processo — ainda quando se dispense que a proposta surja espontaneamente do Ministério Público — não prescinde do seu assentimento, embora não deva este sujeitar-se ao critério individual do órgão da instituição em cada caso.

Por isso, a fórmula capaz de compatibilizar, na suspensão condicional do processo, o papel insubstituível do Ministério Público, a independência funcional dos seus membros e a unidade da instituição é aquela que — uma vez reunidos os requisitos objetivos da admissibilidade do sursis processual (art. 89 caput) ad instar do art. 28 C. Pr. Penal — impõe ao Juiz submeter à Procuradoria-Geral a recusa de assentimento do Promotor à sua pactuação, que há de ser motivada.

HABEAS CORPUS N. 80.678-3

(20)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

PACTE.

:

RUBENSMAR MAFRA DE AMORIM

IMPTE.

:

CELSO LUIZ SCHNEIDER

COATOR

:

TURMA RECURSAL CRIMINAL DOS JUIZADOS ESPECIAIS DE PORTO ALEGRE

Decisão: A Turma deferiu o pedido de habeas corpus, nos termos do voto do Relator. Unânime. Falou pelo Ministério Público Federal o Subprocurador-Geral da República, Dr. Wagner Natal Batista. 1a. Turma, 10.04.2001.

EMENTA: HABEAS CORPUS. ACÓRDÃO QUE SE LIMITOU A MANTER DECISÃO CONDENATÓRIA DO PACIENTE SEM SE MANIFESTAR SOBRE A ALEGAÇÃO DE ERRO MATERIAL SUSCITADA NA APELAÇÃO.

Hipótese em que a decisão carece da indispensável fundamentação exigida pela Constituição Federal em seu art. 93, IX.

Habeas Corpus deferido.

HABEAS CORPUS N. 80.714-3

(21)

PROCED.

:

AMAZONAS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

PACTE.

:

ILDEBRANDA DOS SANTOS BENTES

IMPTE.

:

JOSÉ CARDOSO DUTRA JUNIOR

COATOR

:

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Decisão: A Turma deferiu, em parte, o pedido de habeas corpus, nos termos do voto da Relatora. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Habeas corpus - Acórdão do STJ que julgou questão diversa da ventilada no writ - Ordem concedida parcialmente, para anular o acórdão impugnado a fim de que outro seja proferido, nos limites da impetração.

MANDADO DE INJUNÇÃO N. 626-1

(22)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

IMPTE.

:

IDIBAL MATTO PIVETTA

ADVDOS.

:

PAULO GERAB E OUTROS

ADV.

:

SÉRGIO GERAB

IMPDO.

:

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

IMPDO.

:

CONGRESSO NACIONAL

PARTE PAS

:

UNIÃO

ADV.

:

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

Decisão : Por unanimidade, a Corte concluiu pelo não-cabimento do mandado de injunção. Proferiu parecer oralmente o Ministério Público Federal. Falaram, pelo impetrante, o Dr. Paulo Gerab, e, pelo Ministério Público Federal, o Dr. Haroldo Ferraz da Nóbrega, Vice-Procurador-Geral da República. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Nelson Jobim e Carlos Velloso (Presidente). Presidiu o julgamento o Senhor Ministro Marco Aurélio (Vice-Presidente). Plenário, 14.3.2001.

ANISTIA - ARTIGO 8º DO ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS - EXTENSÃO - A anistia de que cuida o artigo 8º do Ato das Disposições Transitórias da Lei Fundamental de 1988 beneficiou civis e militares, estando, entre os primeiros, servidores, empregados e profissionais liberais, alfim, todo e qualquer cidadão qualificado como trabalhador.

ANISTIA - CERTIDÃO - DECRETOS nos 1.500/95 E 2.293/97. NATUREZA. As normas insertas nos citados decretos sobre a competência da Comissão Especial de Anistia, a par de não se mostrarem exaustivas quanto aos destinatários da certidão de anistiado, revelam simples disciplina organizacional, não tendo caráter normativo abstrato.

ANISTIA - EXTENSÃO - BENEFÍCIOS - EFICÁCIA - MANDADO DE INJUNÇÃO - IMPROPRIEDADE. À exceção do preceito do § 3º, o teor do artigo 8º do Ato das Disposições Transitórias da Lei Fundamental veio à balha com eficácia plena, sendo imprópria a impetração de mandado de injunção para alcançar-se o exercício de direito dele decorrente.

MANDADO DE SEGURANÇA N. 22.677-3

(23)

PROCED.

:

PARAÍBA

RELATOR

:

MIN. OCTAVIO GALLOTTI

IMPTE.

:

DESTILARIA MIRIRI S/A

ADV.

:

OSCAR DIAS CORRÊA

IMPDO.

:

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Decisão : Depois dos votos dos Ministros Octavio Gallotti (Relator), Nelson Jobim, Maurício Corrêa, Ilmar Galvão, Marco Aurélio, Carlos Velloso e Sydney Sanches, que indeferiam o pedido, com ressalva das vias ordinárias, cassando a medida liminar concedida, o julgamento foi adiado em virtude do pedido de vista dos autos formulado pelo Ministro Néri da Silveira. Falou pela impetrante o Dr. Oscar Dias Corrêa. Ausente, justificadamente, o Ministro Sepúlveda Pertence, Presidente. Plenário, 14.05.97.

Decisão : O Tribunal, por votação unânime, indeferiu o pedido, com ressalva das vias ordinárias, cassando a medida liminar concedida. Votou o Presidente. Ausente, justificadamente, o Ministro Sepúlveda Pertence, Presidente. Plenário, 15.05.97.

EMENTA: - Desapropriação, por interesse social, para fins de reforma agrária.

Regular notificação para a vistoria, a cujo resultado não se podem sobrepor os dados constantes de guia de lançamento do Imposto Territorial Rural.

Motivo de força maior não demonstrado (§ 7º do art. 6º da Lei nº 8.629-93).

Projeto de exploração agrícola, que não satisfaz os requisitos do art. 7º, e seus incisos, da lei citada.

Mandado de segurança indeferido, com ressalva das vias ordinárias.

RECLAMAÇÃO N. 629-8

(24)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. CARLOS VELLOSO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECLTE.

:

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

RECLDO.

:

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Decisão : O Tribunal, por maioria de votos, conheceu da reclamação, vencido o Sr. Ministro Marco Aurélio. E, no mérito, ainda por maioria, julgou improcedente a reclamação, vencido o Sr. Ministro Carlos Velloso, Relator. Lavrará o acórdão o Sr. Ministro Moreira Alves. Ausentes, justificadamente, o Sr. Ministro Celso de Mello, Presidente, e, neste julgamento, o Sr. Ministro Sydney Sanches. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Carlos Velloso, Vice-Presidente. Plenário, 25.9.97.

EMENTA: Reclamação.

- Inexistência, no caso, de invasão da competência desta Corte pelo Superior Tribunal de Justiça, por haver este julgado recurso de "habeas corpus", para o qual era competente, depois de o Tribunal de Justiça haver decidido definitivamente a ação, sem tê-lo dado por prejudicado.

Reclamação improcedente.

 

Recursos

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 285.887-2

(25)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOSÉ ALBERTO DA COSTA DIAS E OUTROS

ADV.

:

ANTONIO PEREIRA ALBINO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 289.382-7

(26)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

OLIMPIO ZANDONÁ E OUTROS

ADV.

:

PEDRO RUI RODRIGUES

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 290.910-3

(27)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

GUILHERME NERIS E OUTROS

ADVDOS.

:

EDISON DE SOUZA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 290.962-0

(28)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

AIRTON GONÇALVES SERPA E OUTROS

ADV.

:

VANOLI PEREIRA CABREIRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 291.312-0

(29)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO NORTE

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

DOMINGOS FELINTO DA SILVA E OUTROS

ADVDOS.

:

NIVARDO GOMES DE MENEZES E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 292.203-0

(30)

PROCED.

:

BAHIA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

JOSÉ ROBSON DE OLIVEIRA COSTA

ADV.

:

JOSÉ AFFONSO CARRASCO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 294.152-8

(31)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

MÁRCIO DA SILVA E OUTROS

ADVDOS.

:

MARIA DA CONCEIÇÃO FONTANI VILARINHOS E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 294.345-4

(32)

PROCED.

:

PARAÍBA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDA.

:

MARIA AUGUSTA DE SOUZA FERNANDES

ADVDOS.

:

GERSON MOUSINHO DE BRITO E OUTRAS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 294.654-0

(33)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDA.

:

CARMEN SAIONARA FERNANDES DO COUTO

ADVDOS.

:

AMARÍLIO AUGUSTO STURZA E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 295.009-6

(34)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

LUIZ OSMAR GRANDO E OUTROS

ADVDA.

:

TAISE GRAZZIOTIN POLETTO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 295.964-7

(35)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

OLMIRO PRELELUE SOTÉLO E OUTROS

ADV.

:

JOÃO BATISTA BRAGA FAGUNDES

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 296.720-6

(36)

PROCED.

:

PARÁ

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

AGTES.

:

JOSÉ CARLOS COELHO RODRIGUES E OUTROS

ADVDOS.

:

TELMA LÚCIA BORBA PINHEIRO E OUTROS

AGDA.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

HÉLIO HIRASAWA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Sepúlveda Pertence. 1ª. Turma, 10.04.2001.

EMENTA: ATUALIZAÇÃO DE CONTAS DO FGTS. ALEGAÇÃO DE CONTRADIÇÃO QUANTO À FIXAÇÃO DOS PLANOS ECONÔMICOS.

Hipótese em que demonstrada na decisão agravada sua consonância com o julgado nos REs 226.855 e 248.188 desta Corte.

Agravo desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 296.858-9

(37)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

AGTE.

:

OLAVO BRITO CLEMENTINO

ADVDOS.

:

DEMÓSTENES ARMANDO DANTAS DA CRUZ E OUTRO

AGDA.

:

UNIÃO

ADV.

:

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

Decisão: A Turma não conheceu do agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Sepúlveda Pertence. 1ª. Turma, 10.04.2001.

EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL. FAC-SÍMILE. FALTA DE APRESENTAÇÃO DO ORIGINAL. LEI Nº 9.800/99. NÃO-CONHECIMENTO.

Nos termos da Lei nº 9.800, de 26.05.1999, art. 2º, caput, os originais do recurso interposto por meio de fac-símile devem ser entregues em juízo, necessariamente, até cinco dias da data do término do prazo recursal, o que não ocorreu na hipótese.

Agravo não conhecido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 297.582-2

(38)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

MARCOS FELIPE FERREIRA E OUTROS

ADVDOS.

:

RICARDO JOSÉ GOMES DE OLIVEIRA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 298.172-9

(39)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

TEREZINHA DE JESUS SARDINHA LIMA E OUTROS

ADVDOS.

:

MÁRIO GILBERTO DE OLIVEIRA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 298.778-5

(40)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

HAMILTON PEREIRA BAHIA

ADVDOS.

:

LUIZ TADEU MARQUES BORGES E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 298.912-4

(41)

PROCED.

:

BAHIA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

EXUPÉRIO NUNES DOS SANTOS JÚNIOR

ADVDOS.

:

JOSÉ CARLOS DA SILVA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 298.927-7

(42)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ANA MARIA MATILDES DOS SANTOS E OUTROS

ADVDOS.

:

MÁRCIO ALFREDO CARDOSO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 299.124-6

(43)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDA.

:

PGE-SP - MARIA TEREZA MANGULLO

AGDOS.

:

GUARACIABA IGNEZ FRANCO MORAES E OUTROS

ADVDOS.

:

VERA LÚCIA PINHEIRO CARDOSO DIAS E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento porquanto não ratificado o recurso extraordinário interposto antes do julgamento dos embargos de declaração.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 299.753-1

(44)

PROCED.

:

AMAZONAS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDA.

:

HELYANA MARIA DE CARVALHO LIMA

ADV.

:

MANOEL ROMÃO DA SILVA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 300.329-2

(45)

PROCED.

:

CEARÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ANTONIO ARAGÃO CABRAL E OUTROS

ADVDOS.

:

JOSÉ ILO DE MEDEIROS FERNANDES E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 300.618-5

(46)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NELSON JOBIM

AGTES.

:

ARY DE SOUZA MACHADO E OUTROS

ADVDOS.

:

DANIELA BANDEIRA DE FREITAS E OUTROS

AGDA.

:

COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS-CEDAE

ADVDOS.

:

LUIZ ANTONIO TELLES DE MIRANDA FILHO E OUTROS

Decisão: Por maioria, a Turma negou provimento ao agravo regimental, vencido o Senhor Ministro Marco Aurélio. 2a. Turma, 13.03.2001.

EMENTA: Traslado incompleto. Peça obrigatória. Certidão de publicação do acórdão recorrido. Precedente. Regimental não provido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 300.919-9

(47)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

BANCO ABN AMRO REAL S/A

ADVDOS.

:

ROGÉRIO AVELAR E OUTROS

AGDOS.

:

JOSE JOAQUIM E CÔNJUGE

ADV.

:

CLEOMAR LAURO ROLLO ALVES

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento, por ser matéria simplesmente processual a versada no acórdão recorrido, a propósito do cabimento de embargos de divergência, perante o Superior Tribunal de Justiça.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 301.244-8

(48)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

LÚCIA MARIA PAULINO SANTOS E OUTROS

ADVDOS.

:

MARISA PEREIRA CAMPOS E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 301.362-1

(49)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

MARIA DAS GRAÇAS OLIVEIRA ANDRADE MACEDO E OUTROS

ADVDA.

:

ROSA CRISTINA DE SOUZA POSSA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 301.371-1

(50)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE

ADVDOS.

:

CRISTIANA RODRIGUES GONTIJO E OUTROS

AGDOS.

:

CARMELITA MARIA DA CUNHA SOUZA E OUTROS

ADVDAS.

:

MATILDE RESENDE EGG E OUTRAS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 302.010-3

(51)

PROCED.

:

CEARÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

ESTADO DO CEARÁ

ADV.

:

PGE-CE - CARLOS OTÁVIO DE ARRUDA BEZERRA

AGDAS.

:

OLGA DO VALE SALES E OUTRA

ADVDA.

:

DURCIRENE MONTEIRO MENDES

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 302.601-7

(52)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO NORTE

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOÃO BATISTA DA SILVA E OUTROS

ADVDA.

:

MARIA DE LOURDES MEDEIROS CELESTINO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 303.537-9

(53)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

COMPANHIA ESTADUAL DE ENERGIA ELÉTRICA - CEEE

ADVDOS.

:

IVO EVANGELISTA DE AVILA E OUTROS

AGDA.

:

SPRINGER CARRIER DO NORDESTE S/A

ADV.

:

GUILLERMO GRAU

ADVDOS.

:

MOACIR CAMARGO BAGGIO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Agravo de Instrumento. Traslado deficiente. Art. 544, § 1º, do Código de Processo Civil e incidência da Súmula 288. 3. Fundamentação deficiente. Súmula 284. 4. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 303.804-4

(54)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

AGOSTINHO BACON E OUTROS

ADVDOS.

:

IVO EVANGELISTA DE ÁVILA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 304.365-7

(55)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NELSON JOBIM

AGTE.

:

BRASWEY S/A INDÚSTRIA E COMÉRCIO

ADVDOS.

:

ROBINSON NEVES FILHO E OUTROS

AGDA.

:

EMPRESA PARANAENSE DE CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS - CLASPAR

ADVDOS.

:

VOLTAIRE GIAVARINA MARENZI E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 17.04.2001.

EMENTA: Tributário. Taxa de classificação de produtos de origem vegetal. Decreto-lei nº 1899/91 e Lei nº 6305/75. Ofensa indireta à CF. Fundamentos da decisão agravada não afastados. Regimental não provido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 304.787-6

(56)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

GERALDO JOSÉ E OUTROS

ADV.

:

HAROLDO MARINO NEVES

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 306.037-5

(57)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

RUBENS GABRIEL DA SILVA

ADV.

:

NOÉ MENDES

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 308.085-1

(58)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

ODELIO JOAQUIM DA COSTA

ADV.

:

GILBERTO APARECIDO DOS SANTOS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 308.115-2

(59)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JAIME ZEFERINO DE ARAÚJO E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTÔNIO PEREIRA ALBINO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 310.410-0

(60)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ADIR ALVES BARBOSA E OUTROS

ADV.

:

PAULO FERNANDO PAULUK

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 310.727-3

(61)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOSÉ ANTONIO ANDRADE E OUTROS

ADVDOS.

:

MÁRIO LUIZ MADUREIRA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 310.898-1

(62)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

JOÃO EUGÊNIO IDALÊNCIO

ADVDA.

:

SIRLEI BRAZ WEGRZYNOVSKI RECHETELO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 310.951-0

(63)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

TADEU ADANCHESKI E OUTROS

ADV.

:

EDISON DE SOUZA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.251-6

(64)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ANGELO CARLOS DA COSTA E OUTROS

ADVDOS.

:

MÁRIO MARCONDES NASCIMENTO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.281-5

(65)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

MARIA HELENA DE LIMA E OUTROS

ADVDOS.

:

EDISON DE SOUZA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.297-5

(66)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

GUIOMAR FRANCISCA TEIXEIRA DE OLIVEIRA E OUTROS

ADVDOS.

:

CLAUDEMIR CONCEIÇÃO CORREA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.320-5

(67)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

OLGA BONFIM MONTEIRO PINTO E OUTROS

ADVDOS.

:

EDSON NIELSEN E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.347-9

(68)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

AMAURI CRUZ ESPÍRITO SANTO E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTONIO CARLOS VEIRAS MARTINS E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.450-0

(69)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

REINALDO COELHO DE ANDRADE E OUTROS

ADVDOS.

:

CÍCERO FERREIRA FORTES E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.462-1

(70)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

CLIFORD CECIL COBBE

ADVDOS.

:

ADOLFO IVANKIO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.535-9

(71)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

GELSON JOSÉ DOS SANTOS E OUTRA

ADV.

:

LUÍS ALEXANDRE COELHO DE BARROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.554-4

(72)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

HENRIQUE BOUCAS DE SOUSA NETO OU HENRIQUE BOUCAS DE SOUZA NETO E OUTROS

ADVDOS.

:

EDISON DE SOUZA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.868-6

(73)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

WILLIBALDO FERREIRA DA SILVA

ADVDOS.

:

ZOLMIRA CARVALHO GONÇALVES THEWES E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.986-0

(74)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

LEOPOLDO AUGUSTO BRÜGGEMANN

ADVDOS.

:

CESAIR BARTOLOMEI E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 312.779-9

(75)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

VALDENIR ROCHA DE SOUZA OU VALDENIR ROCHA E OUTROS

ADVDOS.

:

OSNILDA VALDINA MILBRATZ E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.928-5

(76)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

CELSO BENINI E OUTROS

ADVDOS.

:

MÁRIO GILBERTO DE OLIVEIRA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.983-7

(77)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

DENISE GIESTA PINHO E OUTROS

ADVDOS.

:

CLAUDEMIR CONCEIÇÃO CORREA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.993-3

(78)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

AMANDIO CORREA

ADVDOS.

:

RICARDO JOSUÉ PUNTEL E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 314.189-1

(79)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

EBERT EURÍPEDES CAETANO DE ALMEIDA E OUTROS

ADVDAS.

:

MARISA PEREIRA CAMPOS E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 314.652-9

(80)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

FRANCISCO ANTONIO MOREIRA SERAFIM

ADV.

:

ANTONIO CARLOS FIUZA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 314.705-4

(81)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

JOAQUIM FERNANDES VILAVERDE

ADV.

:

ALAOR VERÍSSIMO DA SILVEIRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 314.714-3

(82)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

SILVERIO DE QUADROS MOURA E OUTROS

ADVDOS.

:

ROBERTO VINÍCIOS ZIEMANN E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 315.497-4

(83)

PROCED.

:

BAHIA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

VIRGILÂNIO DE LIMA VIRGÍLIO

ADVDOS.

:

EDUARDO CUNHA ROCHA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 315.962-6

(84)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

IEDA APARECIDA DE JESUS FERNANDES E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTÔNIO PEREIRA ALBINO E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 316.314-1

(85)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

ANTÔNIO ARAÚJO

ADV.

:

FERNANDO ALVES DE ANDRADE

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 316.336-8

(86)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

CHIVALDO VERAS DE SOUZA

ADVDAS.

:

MARIA DAS GRAÇAS SILVA E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 317.386-4

(87)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOSÉ NICOLAU RODRIGUES E OUTROS

ADV.

:

ALCEU ANTÔNIO SWAROWSKI

ADV.

:

TEÓFILO L. SANTOS NETO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 317.698-1

(88)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ANTONIO FERREIRA DOS SANTOS E OUTROS

ADVDOS.

:

JOÃO APARECIDO VENÂNCIO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 317.765-6

(89)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

LAURO AFONSO MEIRA E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTÔNIO PEREIRA ALBINO E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 318.079-8

(90)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOÃO MIGUEL DA COSTA E OUTROS

ADV.

:

VILSON GUDOSKI

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 318.297-7

(91)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

FLORIONICE ALVES DA SILVA E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTONIO PEREIRA ALBINO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 321.457-4

(92)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ADÃO CARLOS MELLO DA ROSA E OUTROS

ADVDOS.

:

PEDRO AUGUSTO SANT'ANNA NUNES E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 15.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 205.300-7

(93)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDOS.

:

PGE-SP - NEWTON JORGE E OUTROS

AGDO.

:

ADATEX S/A INDUSTRIA E COMERCIAL

ADV.

:

MERCES DA SILVA NUNES E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 238.003-1

(94)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS UNILAB LTDA

ADVDOS.

:

FERNANDO BASTOS DOS SANTOS E OUTROS

AGDA.

:

UNIÃO FEDERAL

ADV.

:

PFN - CESAR PALMIERI MARTINS BARBOSA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 20.03.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento, eis que o despacho agravado baseou-se em precedentes do Plenário deste Supremo Tribunal que julgaram a constitucionalidade do FINSOCIAL em relação às empresas exclusivamente prestadoras de serviços, hipótese em que se enquadra o agravante.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 242.691-1

(95)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

DÉCIO VETTORAZZI E OUTROS

ADVDOS.

:

FRANCISCO ASSIS DA ROSA CARVALHO E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 10.04.2001.

EMENTA: FGTS. RECURSO EXTRAORDINÁRIO. NÃO-CONHECIMENTO POR AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. ALEGAÇÃO DE QUE O REQUISITO TERIA SIDO ATENDIDO POR MEIO DE EMBARGOS DECLARATÓRIOS.

Efeito insuscetível de ser produzido por embargos da espécie, se o acórdão impugnado não se ressentia de omissão.

Agravo desprovido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 246.520-8

(96)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ALCIDES PEDROSO E OUTROS

ADVDOS.

:

RUTH D'AGOSTINI E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 03.04.2001.

EMENTA: FGTS. RECURSO EXTRAORDINÁRIO. NÃO-CONHECIMENTO POR AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. ALEGAÇÃO DE QUE O REQUISITO TERIA SIDO ATENDIDO POR MEIO DE EMBARGOS DECLARATÓRIOS.

Efeito insuscetível de ser produzido por embargos da espécie, se o acórdão impugnado não se ressentia de omissão.

Agravo desprovido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 248.982-4

(97)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

AGTES.

:

ELOI JOSÉ KLEIN E OUTROS

ADV.

:

CELSO ANTONIO FROZZA

AGDO.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

TÂNIA MARIA QUARESMA TORRES E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 10.04.2001.

EMENTA: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. REAJUSTE DE CONTAS VINCULADAS AO FGTS. FIXAÇÃO DOS ÔNUS RESULTANTES DA SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA EM VALORES EXATOS.

Questão a ser dirimida quando da execução do julgado do Supremo Tribunal Federal (AGRRE 277.427, Primeira Turma, Rel. Min. Moreira Alves).

Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 263.734-3

(98)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MARCELO SANTIAGO WOLFF E OUTROS

AGDA.

:

CATARINA DE OLIVEIRA DA CUNHA

ADVDAS.

:

ROSELAINE FERRAZ E OUTRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 263.803-0

(99)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

ROGÉRIO VOLPATTI POLEZZE E OUTROS

AGDA.

:

IRIA CINI SARTORI

ADVDOS.

:

PAULO RICARDO AQUINI CAMARGO E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 264.018-2

(100)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

VÍVIAN BARBOSA CALDAS E OUTROS

AGDO.

:

JOÃO MANOEL MACHADO

ADV.

:

SÉRGIO MENDONÇA COSTA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 265.043-9

(101)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MARCELO SANTIAGO WOLFF E OUTROS

AGDO.

:

NADIR FRANCISCO ZAPALAI

ADVDOS.

:

JAIME CIPRIANI E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 265.666-6

(102)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MARCELO SANTIAGO WOLFF E OUTROS

AGDO.

:

PEDRO DE BRIDA

ADVDOS.

:

ANDRÉ CORRÊA GÓES E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 266.126-1

(103)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MARCELLO SANTIAGO WOLFF E OUTROS

AGDO.

:

ORIDES BARBIOT

ADV.

:

MIGUEL TUFI PARIS ANDRÉ

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 267.619-5

(104)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

ROGÉRIO VOLPATTI POLEZZE E OUTROS

AGDO.

:

WALDIR BICCA DE FIGUEIREDO

ADVDOS.

:

DAISSON SILVA PORTANOVA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 268.009-5

(105)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MARCELLO SANTIAGO WOLFF E OUTROS

AGDAS.

:

EGILE ROSA DE CESARO E OUTRAS

ADV.

:

ELYTHO ANTONIO CESCON

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 268.639-5

(106)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MARCELO SANTIAGO WOLFF E OUTROS

AGDO.

:

ONÓRIO LUIZ BETTINELLI

ADVDOS.

:

JAIME CIPRIANI E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 268.648-4

(107)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MARCELO SANTIAGO WOLFF E OUTROS

AGDOS.

:

LEONARDO DE DAVID DOS SANTOS E OUTRO

ADVDOS.

:

DAISSON SILVA PORTANOVA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 268.650-6

(108)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

VÍVIAN BARBOSA CALDAS E OUTROS

AGDO.

:

SEVERINO BINDA

ADVDOS.

:

DAISSON SILVA PORTANOVA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 268.695-6

(109)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MARCELO SANTIAGO WOLFF E OUTROS

AGDOS.

:

OTTMAR GOTTENS E OUTROS

ADVDA.

:

MARIA FILOMENA JORGE CURI PAULO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Benefício previdenciário. Conversão em URV. Agravo regimental a que se nega seguimento, por não restarem impugnados todos os fundamentos da decisão recorrida.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 278.901-1

(110)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTES.

:

ELIETE SILVA MACEDO E OUTROS

ADVDOS.

:

MARCOS LUÍS BORGES DE RESENDE E OUTROS

AGDO.

:

DISTRITO FEDERAL

ADV.

:

PGDF - CÍCERO IVAN FERREIRA GONTIJO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário. 2. Acórdão baseado na lei local. Súmula 280. 3. Recurso não admitido. 4. Despacho mantido por seus fundamentos. 5. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 291.217-4

(111)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

AGTES.

:

CARMEN ELIANA DAS GRAÇAS OLIVEIRA E OUTROS

ADVDOS.

:

IVO EVANGELISTA DE ÁVILA E OUTROS

AGDA.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

HUMBERTO ANTONIO C. FERREIRA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Agravo regimental.

- Falta de prequestionamento da questão constitucional da perda de eficácia das Medidas Provisórias referidas na petição de agravo regimental.

- Inaplicabilidade, no caso, do disposto no parágrafo único do artigo 21 do C.P.C.

Agravo a que se nega provimento.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 291.897-1

(112)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTES.

:

AMADEU RAMOS E OUTROS

ADVDOS.

:

VÂNIA REGINA DE ARAÚJO GONDIM E OUTROS

AGDO.

:

ESTADO DE MINAS GERAIS

ADV.

:

PGE-MG - MARCO ANTÔNIO GONÇALVES TÔRRES

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário. 2. Revisão de vencimentos de servidores públicos estaduais. Lei n.º 11.510/94. 3. Inviabilidade de reexame da controvérsia, à luz de legislação local. Súmula 280. 4. Reexame de fatos e provas da causa. Impossibilidade. Súmula 279. 5. Agravo regimental a que se nega provimento.

EDCL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 288.030-0

(113)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

EMBTES.

:

ALBERTO DA SILVA PINTO E OUTROS

ADVDA.

:

SALUSTIANO LUIZ DE SOUZA E OUTRA

EMBDA.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

LUCIANO GABIATTI E OUTROS

Decisão: A Turma recebeu os embargos de declaração no agravo de instrumento como agravo regimental no agravo de instrumento, mas dele não conheceu. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Embargos de declaração tomados como agravo regimental, de que todavia não se conhece, por intempestivo.

EDCL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 289.260-4

(114)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

EMBTE.

:

THEREZINHA IVONE DE OLIVEIRA NUNES

ADVDOS.

:

FRANCESCO COLOMBO FILHO E OUTROS

EMBDO.

:

MONTEPIO DOS FUNCIONÁRIOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE

ADVDA.

:

MARIA LUIZA DUARTE AHRENDS

ADVDOS.

:

NEY DA GAMA AHRENDS E OUTROS

Decisão: A Turma recebeu os embargos de declaração no agravo de instrumento como agravo regimental no agravo de instrumento, mas dele não conheceu. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Embargos de declaração tomados como agravo regimental, de que todavia não se conhece, por intempestivo.

EDCL. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 300.726-2

(115)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

EMBTES.

:

VALTER MANOEL DA SILVA E OUTROS

ADVDA.

:

MÁRCIA LEONORA SANTOS RÉGIS ORLANDINI

EMBDA.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

ALEXANDRE DUARTE DE LACERDA E OUTROS

Decisão: A Turma recebeu os embargos de declaração no agravo de instrumento como agravo regimental no agravo de instrumento, mas dele não conheceu. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Embargos de Declaração tomados como agravo regimental, de que todavia não se conhece, por intempestivo.

EDCL. NO AGRG. NO AGRAVO INSTRUMENTO N. 235.372-5

(116)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

EMBTE.

:

CONTEX CONFECCIONADOS TÊXTEIS S/A

ADVDOS.

:

JOSÉ ROBERTO CORTEZ E OUTROS

EMBDO.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDA.

:

PGE-SP - PAULA NELLY DIONIGI

Decisão: A Turma rejeitou os embargos de declaração no agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Sepúlveda Pertence. 1ª. Turma, 10.04.2001.

EMENTA: ACÓRDÃO QUE NEGOU PROVIMENTO A AGRAVO REGIMENTAL ANTE A INEXISTÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO E DE AFRONTA DIRETA À CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ALEGADA OMISSÃO, DÚVIDA OU CONTRADIÇÃO.

Balda inexistente, explicitada que se acha no acórdão embargado a ausência dos aludidos pressupostos do recurso extraordinário.

Pretensão de renovar-se o julgamento do regimental, não se mostrando, para isso, adequada a via adotada.

Embargos declaratórios rejeitados.

EDCL. NO AGRG. NO AGRAVO INSTRUMENTO N. 249.811-8

(117)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

EMBTE.

:

TUSA TRANSPORTES URBANOS LTDA

ADVDOS.

:

NADIA IMPERADOR PRADO E OUTROS

EMBDO.

:

ELISEU FERREIRA

ADVDOS.

:

ROMULO SULZ GONSALVES JÚNIOR E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma rejeitou os embargos de declaração, nos termos do voto do Relator. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Embargos de declaração. Agravo regimental em agravo de instrumento. 2. Alegação de omissão, contradição ou dúvida, que não é de acolher-se. 3. Não cabe emprestar aos embargos de declaração natureza infringente do julgado. 4. Embargos de declaração rejeitados.

EDCL. NO AGRG. NO AGRAVO INSTRUMENTO N. 281.011-2

(118)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

EMBTE.

:

ILSON ESCÓSSIA DA VEIGA

ADVDOS.

:

ADRIANA RAMOS DE ALMEIDA E OUTROS

EMBDO.

:

MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL

Decisão: A Turma rejeitou os embargos de declaração no agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 20.03.2001.

EMENTA: ACÓRDÃO MANTENEDOR DE DECISÃO QUE NEGARA SEGUIMENTO A AGRAVO DE INSTRUMENTO, EM FACE DA NATUREZA INFRACONSTITUCIONAL DA MATÉRIA DEBATIDA NO ACÓRDÃO RECORRIDO, ALÉM DA INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DESTA CORTE. ALEGADA OMISSÃO QUANTO À QUESTÃO CONSTITUCIONAL APONTADA.

Balda que não se verificou, explicitada que se acha, no aresto embargado, a impossibilidade de apreciar-se em recurso extraordinário questões relativas à violação infraconstitucional e ao reexame de provas.

Embargos rejeitados.

EDCL. NO AGRG. NO AGRAVO INSTRUMENTO N. 286.680-5

(119)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

EMBTE.

:

FLENDER BRASIL LTDA

ADVDOS.

:

JOSÉ CARLOS LOPES MOTTA E OUTROS

EMBDO.

:

ESTADO DE MINAS GERAIS

ADV.

:

PGE-PR - CARLOS JOSÉ DA ROCHA

Decisão: Por unanimidade, a Turma rejeitou os embargos de declaração, nos termos do voto do Relator. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: - Embargos de declaração. 2. Alegação de omissão, contradição ou dúvida, que não é de acolher-se. 3. Não cabe emprestar aos embargos de declaração natureza infringente do julgado. 4. Embargos de declaração rejeitados.

EDCL. NO AGRG. NO AGRAVO INSTRUMENTO N. 300.824-3

(120)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

EMBTE.

:

CARGILL AGRÍCOLA S/A

ADVDOS.

:

JOSÉ GONÇALVES DE BARROS JÚNIOR E OUTROS

EMBDO.

:

GERALDO TABAJARA CHAGAS

ADVDOS.

:

UBIRAJARA CHAGAS E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma rejeitou os embargos de declaração, nos termos do voto do Relator. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Embargos de declaração. Recurso extraordinário inadmitido. 2. Alegação de omissão, contradição ou dúvida, que não é de acolher-se. 3. Não cabe emprestar aos embargos de declaração natureza infringente do julgado. 4. Embargos de declaração rejeitados.

EDCL. NO AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. N. 168.759-2

(121)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

EMBTES.

:

CONSTANTINO JOSE SOMMER E OUTROS

ADVDOS.

:

HELIO GONCALVES E OUTRO

EMBDA.

:

UNIÃO FEDERAL

ADV.

:

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

Decisão: Por unanimidade, a Turma rejeitou os embargos de declaração. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Embargos de declaração. 2. Recurso extraordinário inadmitido. 3. Alegação de omissão, contradição ou dúvida, que não é de acolher-se. 4. Não cabe emprestar aos embargos de declaração natureza infringente do julgado. 5. Embargos de declaração rejeitados.

EDCL. NO EDCL. NO AGRG. NO EDIV. NO EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 167.240-4

(122)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

EMBTES.

:

SONY DA AMAZÔNIA LTDA E OUTROS

ADVDOS.

:

RICARDO ESTELLES E OUTROS

EMBDA.

:

UNIÃO

ADVDA.

:

PFN - GILDA MARIA FREIRE GARCIA

Decisão : O Tribunal, por unanimidade, não conheceu dos embargos, nos termos do voto da Senhora Ministra-Relatora. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Moreira Alves, Celso de Mello e Nelson Jobim. Plenário, 19.4.2001.

EMENTA: Embargos declaratórios não conhecidos por falta de omissão a suprir, com imposição, por serem manifestamente protelatórios, da multa de 1% sobre o valor da causa (CPC, art. 538, parágrafo único, 1ª parte).

EDCL. NO EDCL. NO EDCL. NO AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 258.910-5

(123)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

EMBTE.

:

ALCIDES BORDIERI

ADV.

:

FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA

EMBDOS.

:

VITORINO DAROS E OUTROS

ADVDOS.

:

CLÁUDIO JOSÉ MANTOVANI E OUTROS

Decisão: A Turma rejeitou os embargos de declaração nos embargos de declaração nos embargos de declaração no agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Embargos de declaração rejeitados por não haver omissão a suprir.

EDCL. NO EDCL. NO EDCL. NO EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 234.776-5

(124)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

EMBTE.

:

ENOTEC ENGENHARIA OBRAS E TECNOLOGIA LTDA

ADVDOS.

:

JOSÉ MARCELO BRAGA NASCIMENTO E OUTRO

EMBDA.

:

UNIÃO

ADVDA.

:

PFN - OLÍVIA DA ASCENÇÃO CORRÊA FARIAS

Decisão: Por unanimidade, a Turma rejeitou os embargos de declaração e impôs, à embargante, a multa de 1% sobre o valor da causa, devidamente atualizado. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário. 2. Embargos declaratórios. Efeito infringente do julgado. 3. Não há omissão ou dúvida a ser sanada. 4. Sucessivos recursos. Nítido caráter protelatório. Imposição de multa. 5. Embargos de declaração rejeitados.

EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 171.939-7

(125)

PROCED.

:

ESPÍRITO SANTO

RELATOR

:

MIN. CARLOS VELLOSO

EMBTE.

:

UNIÃO FEDERAL

ADV.

:

PFN - WALDEMAR CLÁUDIO DE CARVALHO

EMBDO.

:

COMPANHIA BRASILEIRA DE FERRO

ADV.

:

PEDRO GORDILHO

ADV.

:

JOSE CARVALHO DE OLIVEIRA E OUTROS

Decisão: Por maioria, a Turma rejeitou os embargos de declaração, vencidos os Senhores Ministros Marco Aurélio e o Presidente. 2a. Turma, 23.02.96.

EMENTA: CONSTITUCIONAL. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL: TRANSFORMAÇÃO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO.

I. - Recurso especial não conhecido pelo STJ e transformado em recurso extraordinário, dado que nele se discutia a constitucionalidade dos DDLL 2445 e 2449/88, que alteraram a base de cálculo do PIS, transitando em julgado o acórdão que fez a transformação. R.E. conhecido e provido.

Inexistência de irregularidade.

II. - A alegação de falta de preparo do recurso deve ser feita a tempo e modo e não em embargos de declaração.

III. - Embargos de declaração rejeitados.

EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 205.399-6

(126)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

EMBTE.

:

UNIÃO FEDERAL

ADV.

:

PFN - SILVIA MARIA CARNEIRO RIBEIRO

EMBDO.

:

TRANSBELO - TRANSPORTADORA BELO LTDA E OUTRO

ADV.

:

ANTONIO CARLOS LOVATO E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma rejeitou os embargos de declaração. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: - Recurso Extraordinário. FINSOCIAL. Decreto-lei n.º 1940/1982. Lei Complementar n.º 70/91 2. No Recurso Extraordinário n.º 150755-1, o Supremo Tribunal Federal declarou a constitucionalidade do art. 28 da Lei 7738/89, que inclui as empresas prestadoras de serviço no âmbito de incidência da contribuição para o FINSOCIAL. 3. O Plenário do STF, chamado a apreciar a divergência das Turmas, quanto a estarem sujeitas a idêntica alíquota para o FINSOCIAL as empresas locadoras de serviço e as vendedoras de mercadorias, especificamente, diante do que ficou assentado no julgamento do RE n.º 150.764-PE, decidiu, por maioria de votos, nos Embargos de Divergência no RE 187.436-8, declarar a constitucionalidade dos dispositivos concernentes à majoração de alíquotas para o FINSOCIAL (Leis nºs 7787, art. 7º; 7894, art. 1º; 8147, art. 1º), no que concerne às empresas exclusivamente prestadoras de serviço. 4. Obrigação da empresa recorrente de recolher as contribuições para o FINSOCIAL, nos termos das leis aludidas. 5. Embargos de declaração rejeitados.

EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 220.382-0

(127)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

EMBTE.

:

ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ADV.

:

PGE-RJ - EMERSON BARBOSA MACIEL

EMBDA.

:

CROMOS S/A - TINTAS GRÁFICAS

ADVDOS.

:

JOSÉ OSWALDO CORRÊA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma rejeitou os embargos de declaração, nos termos do voto do Relator. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Embargos de declaração. Efeito infringente do julgado. 3. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 4. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 5. Embargos declaratórios rejeitados.

EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 235.923-1

(128)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

EMBTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

ARTHUR PINHEIRO CHAVES

EMBDO.

:

ATALI AGUIAR ANDRADE

ADVDA.

:

ALCINDA DE JESUS RODRIGUES

Decisão: Por unanimidade, a Turma recebeu, em parte, os embargos de declaração, nos termos do voto do Relator. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: - Recurso Extraordinário. 2. Revisão de benefício previdenciário. 3. Art. 58, do ADCT, de 1988. A norma aludida aplica-se aos benefícios de prestação continuada concedidos antes da promulgação da Constituição Federal de 1988. 4. A revisão desses benefícios deve ser feita com base no art. 58 do ADCT, no período de abril de 1989 e até a implantação do plano de custeio e benefícios da previdência social (Lei n.º 8213/1991). 5. Embargos de declaração acolhidos para esclarecer o termo ad quem de aplicação do art. 58 do ADCT.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 141.298-4

(129)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

RECTE.

:

UNIAO DOS REVENDEDORES - ADMINISTRADORA DE CONSORCIO LTDA

ADV.

:

AFFONSO ALIPIO PERNET DE AGUIAR E OUTROS

RECDO.

:

AUTO SERVICO JOAO PESSOA LTDA

ADV.

:

MAURICIO DE OLIVEIRA PINTO

Decisão: Por maioria, a Turma conheceu do recurso e lhe deu provimento, contra o voto do Sr. Ministro Carlos Velloso. 2ª Turma, 13-05-96.

CONSÓRCIO - PREÇO - PRAZO DE PAGAMENTO - ATUALIZAÇÃO DAS PARCELAS - DILATAÇÃO DO PRAZO. Mostra-se consentânea com as noções relativas ao ato jurídico perfeito a cobrança de parcelas suplementares decorrentes da projeção no tempo de majoração do preço do veículo. No contrato coletivo de consórcio, a obrigação primeira do consorciado é o pagamento total e atualizado do preço do veículo, ficando viabilizada, com isso, a entrega a todos os consorciados. A ordem jurídico-constitucional não agasalha óptica conducente a verdadeiro enriquecimento sem causa, potencializando-se interesse individual, momentâneo e isolado, em detrimento dos interesses do grupo e, portanto, da coletividade.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 202.626-3

(130)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

RECTE.

:

FUNDACAO EDUCACIONAL DO DISTRITO FEDERAL - FEDF

ADV.

:

ELDENOR DE SOUSA ROBERTO E OUTROS

RECDO.

:

NILSE COSTA ARAUJO

ADV.

:

MARIA APARECIDA SILVA E OUTROS

Decisão : A Turma remeteu o presente recurso extraordinário a julgamento do Tribunal Pleno. Unânime. 1a. Turma, 10.12.96.

Decisão : Adiado o julgamento pelo pedido de vista do Ministro Maurício Corrêa, depois dos votos dos Ministros Ilmar Galvão, Relator, e Moreira Alves, não conhecendo do recurso extraordinário. Ausentes, justificadamente, o Ministro Marco Aurélio, e, neste julgamento, o Ministro Celso de Mello. Plenário, 16.12.96.

Decisão: O Tribunal, por maioria, vencidos os Srs. Ministros Maurício Corrêa e Marco Aurélio, não conheceu do recurso extraordinário. Votaram os Srs. Ministros Nelson Jobim (art. 134, § 2º do RISTF) e o Presidente. Ausentes, justificadamente, os Srs. Ministros Celso de Mello, Presidente, e Sepúlveda Pertence. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Carlos Velloso, Vice-Presidente. Plenário, 09.9.98.

EMENTA: CONVERSÃO DE FÉRIAS EM ESPÉCIE. SERVIDOR APOSENTADO. FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DO DISTRITO FEDERAL.

Não há falar-se em ofensa ao princípio da legalidade, se a decisão que condenou a Administração Pública ao pagamento de férias proporcionais ao servidor que se aposentou estribou-se em aplicação analógica de lei superveniente, em perfeita consonância com a norma do § 4º, segunda parte, do art. 40 da Constituição Federal, circunstância que afasta, por igual, o argumento de haver sido afrontado, no caso, o princípio do direito adquirido.

Recurso não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 210.917-7

(131)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

RECTE.

:

MARIA APARECIDA CAMPOS STRAUS OU CIDINHA CAMPOS

ADV.

:

MARCELO DE MOURA SOUZA E OUTRO

RECDO.

:

JOSÉ JAYME DE SOUZA SANTORO

ADV.

:

ANGELA MARIA FELITTE E OUTRO

Decisão : O Tribunal, por votação unânime, rejeitou a alegação de intempestividade do recurso extraordinário. Examinando a alegação de inadequação do recurso extraordinário, o Tribunal também a rejeitou, por maioria de votos, vencido o Ministro Marco Aurélio, que a acolhia. Prosseguindo no julgamento, o Tribunal, por votação unânime, conheceu e deu provimento ao recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, o Ministro Carlos Velloso, e, neste julgamento, o Ministro Ilmar Galvão. Plenário, 12.8.98.

EMENTA: I. Recurso extraordinário: prazo de interposição: suspensão pelas férias forenses.

II. Recurso extraordinário: decisão interlocutória que resolve a questão constitucional controvertida: acórdão que, provendo apelação de sentença que extinguira o processo por entender incidente o art. 53, caput, da Constituição, assenta o contrário e determina a seqüência do processo: RE cabível.

III. Recurso extraordinário: cabimento: inaplicabilidade da Súmula 279, quando se cuida de rever a qualificação jurídica de fatos incontroversos e não de discutir-lhes a realidade ou as circunstâncias.

IV. Imunidade parlamentar material (Const. art. 53): âmbito de abrangência e eficácia.

1. Na interpretação do art. 53 da Constituição - que suprimiu a cláusula restritiva do âmbito material da garantia -, o STF tem seguido linha intermediária que, de um lado, se recusa a fazer da imunidade material um privilégio pessoal do político que detenha um mandato, mas, de outro, atende às justas ponderações daqueles que, já sob os regimes anteriores, realçavam como a restrição da inviolabilidade aos atos de estrito e formal exercício do mandato deixava ao desabrigo da garantia manifestações que o contexto do século dominado pela comunicação de massas tornou um prolongamento necessário da atividade parlamentar: para o Tribunal, a inviolabilidade alcança toda manifestação do congressista onde se possa identificar um laço de implicação recíproca entre o ato praticado, ainda que fora do estrito exercício do mandato, e a qualidade de mandatário político do agente.

2. Esse liame é de reconhecer-se na espécie, na qual o encaminhamento ao Ministério Público de notitia criminis contra autoridades judiciais e administrativas por suspeita de práticas ilícitas em prejuízo de uma autarquia federal - posto não constitua exercício do mandato parlamentar stricto sensu -, quando feito por uma Deputada, notoriamente empenhada no assunto, guarda inequívoca relação de pertinência com o poder de controle do Parlamento sobre a administração da União.

3. A imunidade parlamentar material se estende à divulgação pela imprensa, por iniciativa do congressista ou de terceiros, do fato coberto pela inviolabilidade.

4. A inviolabilidade parlamentar elide não apenas a criminalidade ou a imputabilidade criminal do parlamentar, mas também a sua responsabilidade civil por danos oriundos da manifestação coberta pela imunidade ou pela divulgação dela: é conclusão assente, na doutrina nacional e estrangeira, por quantos se tem ocupado especificamente do tema.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 213.836-3

(132)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

RECTE.

:

ROSA PEDÓ

ADV.

:

JOÃO BATISTA BERTANI E OUTROS

RECDO.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

LINO DALMOLIN

Decisão: Por unanimidade, a Turma conheceu em parte do recurso e nesta parte lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Marco Aurélio. 2a. Turma, 03.11.97.

Decisão: Por unanimidade, a Turma deliberou retificar a decisão constante da ata da 7a Sessão Extraordinária, de 3 de novembro de 1997, para que a decisão tenha o seguinte teor: "Por unanimidade, a Turma não conheceu do recurso extraordinário". Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário. Previdência Social. Aposentadoria por velhice. Rurícola. 2. Não auto-aplicabilidade do art. 202, I, da Constituição. Precedentes. Embargos nos RR.EE. 163.332, 175.362, 175.520 e 175.580, sessão de 29.10.97. 3. Recurso extraordinário não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 218.413-9

(133)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

RECTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDA.

:

VILMA WESTMANN ANDERLINI

RECDO.

:

VALDIR FERNANDES DOS SANTOS

ADVDOS.

:

HUMBERTO CARDOSO FILHO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma conheceu do recurso, relativamente ao art. 58 do ADCT e, neste ponto, lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. 2a. Turma, 10.11.97.

Decisão: Por unanimidade, a Turma deliberou retificar a decisão constante da ata da 8a Sessão Extraordinária, de 10 de novembro de 1997, para que a decisão tenha o seguinte teor: "Por unanimidade, a Turma conheceu do recurso e lhe deu parcial provimento, tão-somente no que diz respeito à aplicabilidade do art. 202, "caput", da Carta Magna". Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Recurso Extraordinário. 2. Revisão de benefício previdenciário. 3. O Plenário do Supremo Tribunal Federal, no RE 193.456, a 26.2.1997, por maioria de votos, assentou orientação segundo a qual os arts. 201, § 3º, e 202, caput, da Constituição de 1988, não são auto-aplicáveis. 4. No que pertine à alegada ofensa ao art. 58 do ADCT, não houve prequestionamento no acórdão recorrido, incidindo, na espécie, a Súmula 282. 5. Recurso extraordinário conhecido e provido parcialmente.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 221.584-5

(134)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. CELSO DE MELLO

RECTE.

:

G COMÉRCIO DE ROUPAS LTDA

ADVDOS.

:

NEWTON JOSÉ DE OLIVEIRA NEVES E OUTROS

RECDO.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADV.

:

PGE-SP - PASQUAL TOTARO

Decisão: Por maioria, a Turma não conheceu do recurso extraordinário, vencido o Senhor Ministro-Relator. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Celso de Mello. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2ª. Turma, 21.03.2000.

E M E N T A: ICMS - SALDO ESCRITURAL - CORREÇÃO MONETÁRIA PRETENDIDA PELO CONTRIBUINTE - INADMISSIBILIDADE - RECURSO EXTRAORDINÁRIO NÃO CONHECIDO.

A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, afastando a alegação de ofensa aos princípios constitucionais da não-cumulatividade e da isonomia, firmou-se no sentido de não reconhecer, ao contribuinte do ICMS, o direito à correção monetária dos créditos escriturais excedentes. Precedentes.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 221.703-4

(135)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. CELSO DE MELLO

RECTE.

:

TINTAS CORAL S/A

ADVDOS.

:

SONIA REGINA BRIANEZI E OUTROS

RECDO.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADV.

:

PGE-SP - JOSÉ CELSO DUARTE NEVES

Decisão: Por maioria, a Turma não conheceu do recurso extraordinário, vencido o Senhor Ministro-Relator. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Celso de Mello. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2ª. Turma, 21.03.2000.

E M E N T A: ICMS - SALDO ESCRITURAL - CORREÇÃO MONETÁRIA PRETENDIDA PELO CONTRIBUINTE - INADMISSIBILIDADE - RECURSO EXTRAORDINÁRIO NÃO CONHECIDO.

A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, afastando a alegação de ofensa aos princípios constitucionais da não-cumulatividade e da isonomia, firmou-se no sentido de não reconhecer, ao contribuinte do ICMS, o direito à correção monetária dos créditos escriturais excedentes. Precedentes.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 245.816-3

(136)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. CELSO DE MELLO

RECTE.

:

INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE LATICÍNIOS LIRA LTDA

ADVDOS.

:

MÉRCES DA SILVA NUNES E OUTROS

RECDO.

:

ESTADO DE MINAS GERAIS

ADVDOS.

:

PGE-MG - ARIDELÇO DE SOUZA PEIXOTO E OUTRO

Decisão: Por maioria, a Turma não conheceu do recurso extraordinário, vencido o Senhor Ministro-Relator. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Celso de Mello. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2ª. Turma, 21.03.2000.

E M E N T A: ICMS - SALDO ESCRITURAL - CORREÇÃO MONETÁRIA PRETENDIDA PELO CONTRIBUINTE - INADMISSIBILIDADE - RECURSO EXTRAORDINÁRIO NÃO CONHECIDO.

A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, afastando a alegação de ofensa aos princípios constitucionais da não-cumulatividade e da isonomia, firmou-se no sentido de não reconhecer, ao contribuinte do ICMS, o direito à correção monetária dos créditos escriturais excedentes. Precedentes.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 247.321-9

(137)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. CELSO DE MELLO

RECTE.

:

RIPASA S/A CELULOSE E PAPEL

ADVDOS.

:

RICARDO GOMES LOURENÇO E OUTROS

RECDO.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDA.

:

PGE-SP - DENISE NEME CURY REZENDE

Decisão: Por maioria, a Turma não conheceu do recurso extraordinário, vencido o Senhor Ministro-Relator. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Celso de Mello. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2ª. Turma, 21.03.2000.

E M E N T A: ICMS - SALDO ESCRITURAL - CORREÇÃO MONETÁRIA PRETENDIDA PELO CONTRIBUINTE - INADMISSIBILIDADE - RECURSO EXTRAORDINÁRIO NÃO CONHECIDO.

A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, afastando a alegação de ofensa aos princípios constitucionais da não-cumulatividade e da isonomia, firmou-se no sentido de não reconhecer, ao contribuinte do ICMS, o direito à correção monetária dos créditos escriturais excedentes. Precedentes.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 248.349-4

(138)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. CELSO DE MELLO

RECTE.

:

SONOPRESS-RIMO INDÚSTRIA E COMÉRCIO FONOGRÁFICA LTDA

ADV.

:

MARCOS VINÍCIUS PASSARELLI PRADO

ADV.

:

ABEL SIMÃO AMARO

ADV.

:

CLÁUDIO DE ABREU

RECDO.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDOS.

:

PGE-SP - ANA CRISTINA LIVORATTI OLIVA GARBELINI E OUTROS

Decisão: Por maioria, a Turma não conheceu do recurso extraordinário, vencido o Senhor Ministro-Relator. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Celso de Mello. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2ª. Turma, 21.03.2000.

E M E N T A: ICMS - SALDO ESCRITURAL - CORREÇÃO MONETÁRIA PRETENDIDA PELO CONTRIBUINTE - INADMISSIBILIDADE - RECURSO EXTRAORDINÁRIO NÃO CONHECIDO.

A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, afastando a alegação de ofensa aos princípios constitucionais da não-cumulatividade e da isonomia, firmou-se no sentido de não reconhecer, ao contribuinte do ICMS, o direito à correção monetária dos créditos escriturais excedentes. Precedentes.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 280.988-8

(139)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

RECTE.

:

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ADVDOS.

:

PGE-RS - YASSODARA CAMOZZATO E OUTROS

RECDA.

:

SCHMIDT IRMÃOS CALÇADOS LTDA

ADVDOS.

:

DANILO KNIJNIK E OUTROS

Decisão: A Turma conheceu do recurso extraordinário e lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. Unânime. Falou pela recorrida o Dr. Danilo Knijnik. 1ª. Turma, 06.03.2001.

EMENTA: TRIBUTÁRIO. ICMS. CORREÇÃO DE CRÉDITOS ESCRITURADOS ANTERIORMENTE A JANEIRO/94. AFRONTA AOS PRINCÍPIOS DA NÃO-CUMULATIVIDADE, DA ISONOMIA E DA LEGALIDADE.

Ausência de prequestionamento quanto aos dois últimos temas.

Ambas as Turmas do Supremo Tribunal Federal já se manifestaram no sentido de que não têm os contribuintes do ICMS o direito de corrigir monetariamente os créditos escriturais excedentes, obtidos antes de janeiro/94 (RE 213.583, Rel. Min. Maurício Corrêa, e AGRAG. 181.138, Rel. Min. Moreira Alves).

Recurso conhecido e provido.

RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS N. 80.816-6

(140)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

RECTE.

:

MARCO ANTONIO ZEPPINI OU MARCO ANTÔNIO ZEPPINI

ADVDOS.

:

ANTÔNIO CLÁUDIO MARIZ DE OLIVEIRA E OUTRO

RECDO.

:

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Decisão: A Turma negou provimento ao recurso ordinário em habeas corpus. Unânime. 1a. Turma, 10.04.2001.

EMENTA: Lavagem de dinheiro: L. 9.613/98: caracterização.

O depósito de cheques de terceiro recebidos pelo agente, como produto de concussão, em contas-correntes de pessoas jurídicas, às quais contava ele ter acesso, basta a caracterizar a figura de "lavagem de capitais" mediante ocultação da origem, da localização e da propriedade dos valores respectivos (L. 9.613, art. 1º, caput): o tipo não reclama nem êxito definitivo da ocultação, visado pelo agente, nem o vulto e a complexidade dos exemplos de requintada "engenharia financeira" transnacional, com os quais se ocupa a literatura.

RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS N. 80.831-0

(141)

PROCED.

:

AMAZONAS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

RECTE.

:

JONNEY DOS SANTOS LIMA

ADV.

:

JOSINALDO DE ALBUQUERQUE LEAL

RECDO.

:

SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR

Decisão: A Turma não conheceu do recurso ordinário em habeas corpus. Unânime. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Sepúlveda Pertence. 1ª. Turma, 08.05.2001.

EMENTA: Recurso Ordinário - Habeas Corpus.

Pedido de transferência de presídio - Matéria afeta ao Juízo da execução - Arts. 588 e 590 do CPPM.

Estelionato - Art. 251 do CPM - Crime cometido por militar contra militar - Art. 9º, II, a do CPM - Competência da Justiça Militar.

Recurso ordinário não conhecido.

Processos com Ementas Idênticas:

RELATOR: MIN. MAURÍCIO CORRÊA

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 152.428-6

(142)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. MAURÍCIO CORRÊA

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

LIGIA MARIA SIQUEIRA A. NOGUEIRA

AGDO.

:

JULIETA RODRIGUES DE OLIVEIRA VIEIRA

ADV.

:

MARIA HELENICE CAON E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma deliberou afetar ao Plenário o julgamento do recurso. 2a. Turma, 27.10.95.

Decisão: Adiado o julgamento pelo pedido de vista do Ministro Moreira Alves, depois do voto do Ministro Marco Aurélio (Relator), negando provimento ao agravo regimental, e do voto do Ministro Maurício Corrêa, dando provimento ao agravo. Ausente, justificadamente, o Ministro Néri da Silveira. Plenário, 27.6.96.

Decisão: O Tribunal deu provimento ao agravo para dar continuidade ao recurso extraordinário, vencidos os Ministros Marco Aurélio (Relator), Carlos Velloso e Néri da Silveira, que lhe negavam provimento, e, parcialmente o Ministro Moreira Alves, que desde logo conhecia e dava provimento ao recurso extraordinário. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, os Ministros Celso de Mello e Francisco Rezek. Plenário, 05.02.97.

EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. CONSTITUCIONAL. CONTROVÉRSIA ACERCA DA AUTO-APLICABILIDADE OU NÃO DO ARTIGO 202, I, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

Necessidade de apreciação da matéria nos autos do recurso extraordinário, após inclusão do processo em pauta.

Agravo regimental provido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 152.431-6

(143)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. MAURÍCIO CORRÊA

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

LIGIA MARIA SIQUEIRA A. NOGUEIRA

AGDO.

:

ADELINA COMUNHAO SANT'ANA

ADV.

:

MANOEL DA SILVA NEVES FILHO

Decisão: Por unanimidade, a Turma deliberou afetar ao Plenário o julgamento do recurso. 2a. Turma, 27.10.95.

Decisão: Adiado o julgamento pelo pedido de vista do Ministro Moreira Alves, depois do voto do Ministro Marco Aurélio (Relator), negando provimento ao agravo regimental, e do voto do Ministro Maurício Corrêa, dando provimento ao agravo. Ausente, justificadamente, o Ministro Néri da Silveira. Plenário, 27.6.96.

Decisão: O Tribunal deu provimento ao agravo para dar continuidade ao recurso extraordinário, vencidos os Ministros Marco Aurélio (Relator), Carlos Velloso e Néri da Silveira, que lhe negavam provimento, e, parcialmente, o Ministro Moreira Alves, que desde logo conhecia e dava provimento ao recurso extraordinário. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, os Ministros Celso de Mello e Francisco Rezek. Plenário, 05.02.97.

Ementa: Idêntica à de nº 142.

 

Processos com Ementas Idênticas:

RELATOR: MIN. MAURÍCIO CORRÊA

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 152.428-6

(144)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. MAURÍCIO CORRÊA

RECTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

LILIAN CASTRO DE SOUZA E OUTROS

RECDO.

:

JULIETA RODRIGUES DE OLIVEIRA VIEIRA

ADV.

:

MARIA HELENICE CAON E OUTROS

Decisão : O Tribunal, por votação majoritária, conheceu, em parte, do recurso extraordinário, para, nessa parte, negando-lhe provimento, julgar improcedente a ação, vencidos os Ministros Marco Aurélio (Relator), Carlos Velloso e Néri da Silveira, que dele não conheciam. Votou o Presidente. Redigirá o acórdão o Ministro Maurício Corrêa. Ausentes, justificadamente, os Ministros Sydney Sanches, Sepúlveda Pertence e Nelson Jobim. Plenário, 14.5.98.

EMENTA: RECURSO EXTRAORDINÁRIO. CONSTITUCIONAL. PREVIDENCIÁRIO. ARTIGO 202, INCISO I, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.

1. O preceito contido no artigo 202, inciso I, da Constituição Federal não é auto-aplicável. Para o exercício do direito à aposentadoria por idade, outorgado ao trabalhador rural, é indispensável a edição de lei ordinária.

2. Norma constitucional com eficácia diferida. Conseqüência: vigência dos princípios que regiam a Previdência Social no sistema anterior, enquanto não editada a lei regulamentadora.

Recurso extraordinário parcialmente conhecido e, nesse parte, não provido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 152.431-6

(145)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO:

:

MIN. MAURÍCIO CORRÊA

RECTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

LILIAN CASTRO DE SOUZA E OUTROS

RECDO.

:

ADELINA COMUNHAO SANT'ANA

ADV.

:

MANOEL DA SILVA NEVES FILHO

Decisão : O Tribunal, por votação majoritária, conheceu, em parte, do recurso extraordinário, para, nessa parte, negando-lhe provimento, julgar improcedente a ação, vencidos os Ministros Marco Aurélio (Relator), Carlos Velloso e Néri da Silveira, que dele não conheciam. Votou o Presidente. Redigirá o acórdão o Ministro Maurício Corrêa. Ausentes, justificadamente, os Ministros Sydney Sanches, Sepúlveda Pertence e Nelson Jobim. Plenário, 14.5.98.

Ementa: Idêntica à de nº 144.

 

Processos com Ementas Idênticas:

RELATOR: MIN. ELLEN GRACIE

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 293.278-5

(146)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDA.

:

IRACY DOS SANTOS CORREA

ADVDOS.

:

MARLUS ANTONIO GUSI MAGNINI E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento por falta de oportuno prequestionamento da matéria constitucional suscitada na petição de recurso extraordinário.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 300.808-0

(147)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOÃO PEDRO PAIANI E OUTROS

ADV.

:

ELISEU RIOS NOGUEIRA

ADV.

:

OSWALDO LUIZ MAESTRI SCALZILLI

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

Ementa: Idêntica à de nº 146.

 

Processos com Ementas Idênticas:

RELATOR: MIN. ELLEN GRACIE

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 297.631-9

(148)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

LIOMAR LEMOS JACINTO E OUTROS

ADVDOS.

:

EDSON RODRIGUES DE SOUZA MAGALDI E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento por falta de oportuno prequestionamento da matéria constitucional suscitada na petição de recurso extraordinário.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 300.536-8

(149)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

ROGÉRIO SIMÕES ROTUNNO

ADVDOS.

:

DOLIZETE LUIZ GOULART MARTINS E OUTRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

Ementa: Idêntica à de nº 148.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 300.999-0

(150)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA DUARTE E OUTROS

ADVDA.

:

ENI WALTER FERREIRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 22.05.2001.

Ementa: Idêntica à de nº 148.

Brasília, 13 de junho de 2001.

ALBA RISA CAVALCANTE DE MEDEIROS

Coordenadora de Acórdãos e Baixa de Processos

 

 

 


Este documento é valido apenas como informação, não produzindo efeitos legais.
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