Supremo Tribunal Federal

Diário da Justiça - 14/09/2001 - Acórdãos

 

 

Vigésima-sétima (27ª) Ata de Publicação de Acórdãos, realizada nos termos do art. 95, do Regimento Interno do S.T.F.

São publicados os acórdãos dos seguintes processos:

 

Processos Originários

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 420-4 - questão de ordem

(984)

PROCED.

:

ESPÍRITO SANTO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

REQTE.

:

GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

ADV.

:

ANTONIO FRAGOSO DE ARAUJO E OUTRO

REQDO.

:

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO

Decisão : Resolvendo questão de ordem proposta pelo Relator, o Tribunal, por votação unânime, julgou prejudicada a ação, por perda de objeto. Votou o Presidente. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Celso de Mello. Plenário, 03.2.94.

EMENTA: - Ação direta de inconstitucionalidade. 2. Parágrafo 6º do art. 39, da Constituição do Estado do Espírito Santo. Concede aposentadoria voluntária aos trinta anos de efetivo exercício para o especialista em educação, se for homem, e aos vinte e cinco anos, se for mulher. 3. Alegação de ofensa ao art. 40, da Constituição Federal. 4. Liminar concedida, por unanimidade. 5. Requerimento do Governador e do Procurador-Geral do Estado para considerar a perda do objeto da presente ação em razão da revogação da norma impugnada pela Emenda Constitucional nº 05/93. 6. Ação julgada prejudicada por perda do objeto.

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 1.779-1

(985)

PROCED.

:

PERNAMBUCO

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

REQTE.

:

PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

REQDA.

:

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

Decisão : O Tribunal julgou procedente o pedido formulado na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 1.779-1/PE, para declarar a inconstitucionalidade dos incisos VI e VII do artigo 14; da expressão "e das Mesas Diretoras das Câmaras Municipais", contida no inciso III do § 1º do artigo 86; e a inconstitucionalidade da expressão "e a Mesa Diretora da Câmara Municipal", contida no § 2º do citado artigo 86, todos da Constituição do Estado de Pernambuco. Decisão unânime. Votou o Presidente, o Senhor Ministro Marco Aurélio. Ausentes, justificadamente, o Senhor Ministro Carlos Velloso, e, neste julgamento, os Senhores Ministros Nelson Jobim e Maurício Corrêa. Plenário, 1º.8.2001.

EMENTA: CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DE PERNAMBUCO. INCISOS VI E VII DO ARTIGO 14 E AS EXPRESSÕES "E DAS MESAS DIRETORA DAS CÂMARAS MUNICIPAIS" E "E A MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL", CONTIDAS, RESPECTIVAMENTE, NO INCISO III DO § 1.º E NO § 2.º, AMBOS DO ARTIGO 86.

Disposições que, na conformidade da orientação assentada na jurisprudência do STF, ao atribuírem competência exclusiva à Assembléia Legislativa para julgar as contas do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas, do Tribunal de Justiça e das Mesas Diretoras das Câmaras Municipais, entram em choque com a norma contida no inciso I do artigo 71 da Constituição Federal.

Procedência da ação.

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 1.946-5 - medida liminar

(986)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

REQTE.

:

PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO - PSB

ADVDA.

:

VALESKA MONTEIRO DE MELO

REQDAS.

:

MESAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO SENADO FEDERAL

REQDO.

:

MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL

Decisão : O Tribunal, por votação majoritária, acolheu a preliminar suscitada pelo Ministro da Previdência e Assistência Social e, em conseqüência, não conheceu da ação direta quanto ao art. 6º da Portaria MPAS nº 4.883/98, restando prejudicada, desse modo, a apreciação do pedido de medida cautelar, vencidos os Ministros Marco Aurélio, Carlos Velloso, Sepúlveda Pertence e Néri da Silveira, que dela conheciam. Votou o Presidente. O Tribunal, por votação unânime, rejeitou a outra preliminar suscitada pelo Presidente do Senado Federal, por entender que se revela juridicadamente possível a fiscalização abstrata de constitucionalidade que tenha por objeto emenda à Constituição (a EC nº 20/98, no caso) alegadamente vulneradora das cláusulas pétreas inscritas no art. 60, § 4º da Constituição da República. Votou o Presidente. Em seguida, o julgamento foi adiado para prosseguimento na próxima sessão. Plenário, 07.4.99.

Decisão: Prosseguindo no julgamento, o Tribunal, por unanimidade, deferiu a medida cautelar para, dando interpretação conforme à Constituição ao art. 14 da Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/1998, deixar expresso que a citada disposição não se aplica à licença maternidade a que se refere o art. 7º, inciso XVIII da Carta Magna, respondendo a Previdência Social pela integralidade do pagamento da referida licença, nos termos do voto do Relator. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, os Srs. Ministros Celso de Mello (Presidente) e Moreira Alves. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Carlos Velloso (Vice-Presidente). Plenário, 29.4.99.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL, PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL.

LICENÇA-GESTANTE. SALÁRIO. LIMITAÇÃO.

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE DO ART. 14 DA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20, DE 15.12.1998, E DO ART. 6º DA PORTARIA Nº 4.883, DE 16.12.1998, BAIXADA A 16.12.1998, PELO MINISTRO DE ESTADO DA PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL.

ALEGAÇÃO DE VIOLAÇÃO AO DISPOSTO NOS ARTIGOS 3º, IV, 5º, I, 7º, XVIII, E 60, § 4º, IV, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

MEDIDA CAUTELAR.

1. Portaria ministerial não pode regulamentar norma constitucional, menos ainda quando esta é auto-aplicável e por isso mesmo independe de regulamentação. Se vem a ser baixada, é de ser interpretada como de eficácia apenas interna, ou seja, no âmbito da Administração Pública, no caso, da Previdência e Assistência Social, destinada somente a orientar os servidores subordinados ao Ministério.

2. E, não tendo, a norma impugnada, da Portaria, eficácia normativa externa, não está sujeita ao controle concentrado de constitucionalidade, por esta Corte, em Ação Direta de Inconstitucionalidade, conforme sua pacífica jurisprudência.

3. Precedentes do S.T.F.

4. Sendo assim, é acolhida preliminar, para não se conhecer desta A.D.I., no ponto em que impugna o art. 6º da Portaria nº 4.883, de 16.12.1998, do M.P.A.S., o qual, porém, ficará sujeito ao controle difuso de constitucionalidade e legalidade, nos órgãos judiciários competentes, e na solução de casos concretos, "inter-partes".

Quanto a esse dispositivo, portanto, resulta prejudicado o requerimento de medida cautelar.

5. O Supremo Tribunal Federal já assentou o entendimento de que é admissível a Ação Direta de Inconstitucionalidade de Emenda Constitucional, quando se alega, na inicial, que esta contraria princípios imutáveis ou as chamadas cláusulas pétreas da Constituição originária (art. 60, § 4º, da C.F.).

Precedente: A.D.I. nº 939 (RTJ 151/755).

6. No caso presente, o autor alega violação das normas contidas no art. 3°, inc. IV, no art. 5°, "caput", e inc. I, no art. 7°, inc. XVIII, e, por via de conseqüência, do art. 60, § 4°, inc. IV, da C.F./88.

7. Observado o precedente, é rejeitada a 2ª preliminar, relativa à inadmissibilidade de A.D.I. contra Ementa Constitucional. Resta, portanto, conhecida a Ação, no que concerne à impugnação do art. 14 da E.C. n° 20/98.

8. O legislador brasileiro, a partir de 1932 e mais claramente desde 1974, vem tratando o problema da proteção à gestante, cada vez menos como um encargo trabalhista (do empregador) e cada vez mais como de natureza previdenciária.

Essa orientação foi mantida mesmo após a Constituição de 05/10/1988, cujo art. 6° determina: a proteção à maternidade deve ser realizada "na forma desta Constituição", ou seja, nos termos previstos em seu art. 7°, XVIII: "licença à gestante, sem prejuízo do empregado e do salário, com a duração de cento e vinte dias".

9. Diante desse quadro histórico, não é de se presumir que o legislador constituinte derivado, na Emenda 20/98, mais precisamente em seu art. 14, haja pretendido a revogação, ainda que implícita, do art. 7º, XVIII, da Constituição Federal originária.

Se esse tivesse sido o objetivo da norma constitucional derivada, por certo a E.C. nº 20/98 conteria referência expressa a respeito.

E, à falta de norma constitucional derivada, revogadora do art. 7º, XVIII, a pura e simples aplicação do

art. 14 da E.C. 20/98, de modo a torná-la insubsistente, implicará um retrocesso histórico, em matéria social-previdenciária, que não se pode presumir desejado.

10. E, na verdade, se se entender que a Previdência Social, doravante, responderá apenas por R$1.200,00 (hum mil e duzentos reais) por mês, durante a licença da gestante, e que o empregador responderá, sozinho, pelo restante, ficará sobremaneira, facilitada e estimulada a opção deste pelo trabalhador masculino, ao invés da mulher trabalhadora.

Estará, então, propiciada a discriminação que a Constituição buscou combater, quando proibiu diferença de salários, de exercício de funções e de critérios de admissão, por motivo de sexo (art. 7º, inc. XXX, da C.F./88), proibição, que, em substância, é um desdobramento do princípio da igualdade de direitos, entre homens e mulheres, previsto no inciso I do art. 5º da Constituição Federal.

Estará, ainda, conclamado o empregador a oferecer à mulher trabalhadora, quaisquer que sejam suas aptidões, salário nunca superior a R$1.200,00, para não ter de responder pela diferença.

Não é crível que o constituinte derivado, de 1998, tenha chegado a esse ponto, na chamada Reforma da Previdência Social, desatento a tais conseqüências. Ao menos não é de se presumir que o tenha feito, sem o dizer expressamente, assumindo a grave responsabilidade.

11. Estando preenchidos os requisitos da plausibilidade jurídica da ação ("fumus boni iuris") e do "periculum in mora", é de ser deferida a medida cautelar. Não, porém, para se suspender a eficácia do art. 14 da E.C. nº 20/98, como, inicialmente, pretende o autor. Mas, como alternativamente pleiteado, ou seja, para lhe dar, com eficácia "ex tunc", interpretação conforme à Constituição, no sentido de que tal norma não abrange a licença-gestante, prevista no art. 7º, inc. XVIII, da CF/88, durante a qual continuará percebendo o salário que lhe vinha sendo pago pelo empregador, que responderá também pelo "quantum" excedente a R$1.200,00, por mês, e o recuperará da Previdência Social, na conformidade da legislação vigente.

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 1.948-1 - medida liminar

(987)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

REQTE.

:

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE - CNT

ADVDOS.

:

DARCI NORTE REBELO E OUTRA

REQDO.

:

GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

REQDA.

:

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Decisão : O Tribunal, por maioria, vencido o Sr. Ministro Néri da Silveira (Relator), indeferiu a medida cautelar. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, o Sr. Ministro Celso de Mello (Presidente), e, neste julgamento, o Sr. Ministro Marco Aurélio. Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Carlos Velloso (Vice-Presidente). Plenário, 04.02.99.

EMENTA:- Ação direta de inconstitucionalidade. 2. Art. 1º, II, da Lei n.º 11.073, de 30.12.1997, que acrescentou os §§ 7º e 8º ao art. 6º da Lei n.º 8.109/85, do Estado do Rio Grande do Sul. Art. 1º, VI, da Lei n.º 11.073, ao inserir o inciso IX na Tabela de Incidência da Lei n.º 8.109/85 e Decreto estadual n.º 39.228, de 29.12.1998, que regulamentou a incidência da taxa impugnada. 3. Apontados como violados os arts. 145, II e 145, § 2º, da Constituição. 4. Lei que introduziu tabela que estipula a taxa Fiscalização e Controle dos Serviços Públicos Delegados, conforme faturamento anual. Faturamento tomado como critério para incidência de taxa fixa. 5. Medida liminar indeferida.

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 2.084-6

(988)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

REQTE.

:

PARTIDO SOCIAL LIBERAL - PSL

ADV.

:

WLADIMIR SÉRGIO REALE

REQDO.

:

GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO

REQDA.

:

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO

REQDO.

:

ÓRGÃO ESPECIAL DO COLÉGIO DE PROCURADORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Decisão : O Tribunal, por unanimidade, acolheu parcialmente o pedido formulado na inicial para emprestar interpretação conforme à Constituição ao inciso V do artigo 170 da Lei Complementar nº 734, de 26 de novembro de 1993, do Estado de São Paulo, segundo a qual a filiação partidária de representante do Ministério Público do Estado-membro somente pode ocorrer na hipótese de afastamento de Promotor ou Procurador de Justiça de suas funções institucionais, mediante licença, nos termos da lei. Relativamente ao parágrafo único do art. 170, também por unanimidade, o Tribunal julgou procedente, em parte, o pedido formulado para emprestar interpretação conforme à Constituição, segundo a qual o exercício de cargo ou função de confiança na Administração Superior, diz respeito à Administração do Ministério Público. E, relativamente ao parágrafo único do artigo 224, também por unanimidade, o Tribunal declarou a inconstitucionalidade da expressão "e XVIII deste artigo, bem como a prevista no artigo 221 desta lei complementar, se o fato ocorreu quando no exercício da função". Votou o Presidente, o Senhor Ministro Marco Aurélio. Decisão unânime. Ausentes, justificadamente, o Senhor Ministro Carlos Velloso, e, neste julgamento, o Senhor Ministro Maurício Corrêa. Plenário, 02.8.2001.

EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. ARTS. 170, V E PARÁGRAFO ÚNICO; E 224, PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI COMPLEMENTAR N.º 734/93, DO ESTADO DE SÃO PAULO (LEI ORGÂNICA DO MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL). ALEGADA OFENSA A DISPOSITIVOS DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

Interpretação conforme à Constituição dada ao art. 170, V, da Lei Complementar nº 734/93, para esclarecer que a filiação partidária de representante do Ministério Público paulista somente pode ocorrer na hipótese de afastamento das funções institucionais, mediante licença e nos termos da lei, de acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

Interpretação da mesma natureza dada ao art. 170, parágrafo único, da lei em apreço, para determinar que a expressão "o exercício de cargo ou função de confiança na Administração Superior" seja entendida como referindo a Administração do próprio Ministério Público.

Declaração de inconstitucionalidade da expressão "e XVIII deste artigo, bem como a prevista no art. 221 desta lei complementar, se o fato ocorreu quando no exercício da função", contida no parágrafo único do art. 224 da Lei Complementar nº 734/93.

Ação direta parcialmente procedente, na forma explicitada.

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N. 2.439-6 - medida liminar

(989)

PROCED.

:

MATO GROSSO DO SUL

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

REQTE.

:

GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDA.

:

PGE-SP - ROSALI DE PAULA LIMA

REQDO.

:

GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

REQDA.

:

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

Decisão : O Tribunal, por unanimidade, não conheceu da ação, relativamente à impugnação das Resoluções Conjuntas SEMADES/SEFOP nº 329, de 31 de março de 1998, SEF/SEPRODES nº 18, de 19 de novembro de 1999, e SEF/SEPRODES nº 20, de 29 de dezembro de 1999, todas do Estado de Mato Grosso do Sul. Quanto à Lei nº 1.798, de 10 de dezembro de 1997, do Estado de Mato Grosso do Sul, o Tribunal conheceu e deferiu o pedido de medida cautelar. E, relativamente ao Decreto nº 9.115, de 22 de maio de 1998, também do Estado de Mato Grosso do Sul, o Tribunal conheceu da ação apenas quanto ao artigo 8º e deferiu a liminar para suspender a respectiva eficácia. Decisão unânime. Votou o Presidente, o Senhor Ministro Marco Aurélio. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Moreira Alves, Néri da Silveira e Nelson Jobim. Plenário, 23.8.2001.

EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. LEI N.º 1.798/97; DECRETO N.º 9.115/98; LEI N.º 1.292/92; RESOLUÇÃO SEMADES/SEFOP N.º 329/98; RESOLUÇÕES SEF/SEPRODES N.ºS 18/99 E 20/99, TODOS DO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL. ALEGADA CONTRARIEDADE AOS ARTS. 150, § 6.º; E 155, § 2.º, XII, G, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

O primeiro ato normativo estadual, instituindo benefícios relativos ao ICMS sem a prévia e necessária celebração de convênio entre os Estados e o Distrito Federal, contraria os dispositivos constitucionais sob enfoque.

Alegação de inconstitucionalidade igualmente plausível no que toca ao art. 8.º do Decreto n.º 9.115/98, que, extrapolando a regulamentação da Lei n.º 1.798/97, fixa, de forma autônoma, incentivos fiscais sem observância das mencionadas normas da Carta da República; não restabelecendo, contudo, os benefícios previstos na Lei n.º 1.292/92, cuja apreciação é inviável em controle abstrato de constitucionalidade, tendo em vista o advento da EC n.º 03/93.

Impossibilidade de conhecimento da ação em relação aos demais artigos do decreto em questão, por apresentarem natureza meramente regulamentar, e às referidas resoluções sul-mato-grossenses, posto haverem sido impugnadas de forma genérica pelo requerente. Precedentes.

Medida cautelar deferida para suspender a eficácia da Lei n.º 1.798/97 e do art. 8.º do Decreto n.º 9.115/98, do Estado do Mato Grosso do Sul.

HABEAS CORPUS N. 71.977-5

(990)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. FRANCISCO REZEK

PACTE.

:

FABIO PRINCIPE CREDIDIO

IMPTE.

:

OLAVO PRINCIPE CREDIDIO

COATOR

:

TRIBUNAL DE ALCADA CRIMINAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma não conheceu do habeas corpus, nos termos do voto do Ministro Relator. 2a. Turma, 21-02-95.

EMENTA: HABEAS CORPUS. PEDIDO DE REMOÇÃO. COMPETÊNCIA DO JUÍZO DAS EXECUÇÕES.

O paciente não pleiteou ao juízo competente - o das execuções - a remoção de que trata o presente writ. Incompetência do STF para apreciar o feito.

Habeas corpus não conhecido.

HABEAS CORPUS N. 80.511-6

(991)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. CELSO DE MELLO

PACTE.

:

ITAMAR AUGUSTO CAUTIERO FRANCO

IMPTE.

:

JOÃO BATISTA DE OLIVEIRA FILHO

COATOR

:

RELATOR DA AÇÃO PENAL ORIGINÁRIA Nº 170/MG DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Decisão: A Turma, por votação unânime, deferiu o pedido de habeas corpus, para invalidar a decisão questionada e assegurar, ao paciente, o direito de apresentar a resposta, a que se refere o art. 4º da Lei 8.038/90, somente após a eventual concessão, por parte da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, da pertinente e necessária autorização. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Néri da Silveira. Presidiu, este julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 21.08.2001.

E M E N T A: HABEAS CORPUS - GOVERNADOR DE ESTADO - INSTAURAÇÃO DE PERSECUÇÃO PENAL - COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - NECESSIDADE DE PRÉVIA AUTORIZAÇÃO A SER DADA PELA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO - EXIGÊNCIA QUE DECORRE DO PRINCÍPIO DA FEDERAÇÃO - HABEAS CORPUS DEFERIDO.

PRINCÍPIO REPUBLICANO E RESPONSABILIDADE PLENA DOS GOVERNANTES.

- A responsabilidade dos governantes tipifica-se como uma das pedras angulares essenciais à configuração mesma da idéia republicana (RTJ 162/462-464). A consagração do princípio da responsabilidade do Chefe do Poder Executivo, além de refletir uma conquista básica do regime democrático, constitui conseqüência necessária da forma republicana de governo adotada pela Constituição Federal.

O princípio republicano exprime, a partir da idéia central que lhe é subjacente, o dogma de que todos os agentes públicos - os Governadores de Estado e do Distrito Federal, em particular - são igualmente responsáveis perante a lei.

RESPONSABILIDADE PENAL DO GOVERNADOR DO ESTADO.

- Os Governadores de Estado - que dispõem de prerrogativa de foro ratione muneris, perante o Superior Tribunal de Justiça (CF, art. 105, I, a) - estão sujeitos, uma vez obtida a necessária licença da respectiva Assembléia Legislativa (RTJ 151/978-979 - RTJ 158/280 - RTJ 170/40-41 - Lex/Jurisprudência do STF 210/24-26), a processo penal condenatório, ainda que as infrações penais a eles imputadas sejam estranhas ao exercício das funções governamentais.

CONTROLE LEGISLATIVO DA PERSECUÇÃO PENAL INSTAURADA CONTRA GOVERNADOR DE ESTADO.

- A jurisprudência firmada pelo Supremo Tribunal Federal, atenta ao princípio da Federação, impõe que a instauração de persecução penal, perante o Superior Tribunal de Justiça, contra Governador de Estado, por supostas práticas delituosas perseguíveis mediante ação penal de iniciativa pública ou de iniciativa privada, seja necessariamente precedida de autorização legislativa, dada pelo  Poder Legislativo local, a quem incumbe, com fundamento em juízo de caráter eminentemente discricionário, exercer verdadeiro controle político prévio de qualquer acusação penal deduzida contra o Chefe do Poder Executivo do Estado-membro, compreendidas, na locução constitucional "crimes comuns", todas as infrações penais (RTJ 33/590 - RTJ 166/785-786), inclusive as de caráter eleitoral (RTJ 63/1 - RTJ 148/689 - RTJ 150/688-689), e, até mesmo, as de natureza meramente contravencional (RTJ 91/423).

Essa orientação - que submete, à Assembléia Legislativa local, a avaliação política sobre a conveniência de autorizar-se, ou não, o processamento de acusação penal contra o Governador do Estado - funda-se na circunstância de que, recebida a denúncia ou a queixa-crime pelo Superior Tribunal de Justiça, dar-se-á a suspensão funcional do Chefe do Poder Executivo estadual, que ficará afastado, temporariamente, do exercício do mandato que lhe foi conferido por voto popular, daí resultando verdadeira "destituição indireta de suas funções", com grave comprometimento da própria autonomia político-institucional da unidade federada que dirige.

HABEAS CORPUS N. 80.703-8

(992)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

PACTE.

:

LUIS BATSCHAUER

PACTE.

:

ANSELMO BATSCHAUER

IMPTES.

:

MAURICIO SALVADORI CARVALHO DE OLIVEIRA E OUTRO

COATOR

:

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Decisão: A Turma não conheceu do pedido de habeas corpus. Unânime. Falou pelo paciente o Dr. Luiz Vicente Cernichiaro. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Sepúlveda Pertence. 1ª. Turma, 05.06.2001.

EMENTA: HABEAS CORPUS. CONSTRANGIMENTO ILEGAL ATRIBUÍDO AO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, POR HAVER DEIXADO DE DECLARAR, DE OFÍCIO, A EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE DO PACIENTE, EM FACE DO ART. 12 DA LEI Nº 9.639/98.

Aplicação, ao caso, do entendimento assentado pela Primeira Turma no HC nº 80.709, segundo o qual a não-concessão, pelo STJ, de habeas corpus de ofício, não configura constrangimento ilegal reparável por meio de habeas corpus impetrado perante o STF.

Habeas corpus não conhecido.

HABEAS CORPUS N. 80.841-7

(993)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

PACTE.

:

ARI DAS NEVES OLIVEIRA

IMPTE.

:

NADYR ZIMMERMANN

COATOR

:

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Decisão: Por unanimidade, a Turma indeferiu o habeas corpus. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Habeas Corpus. 2. Alegada inobservância do princípio do juízo natural. 3. Substituição regular de Desembargador por Juiz do Tribunal de Alçada local. 4. Vinculação ao feito do convocado, na condição de relator, por ter aposto o visto no processo. 5. Habeas corpus indeferido.

HABEAS CORPUS N. 80.873-5

(994)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

PACTE.

:

CLAUDIA LIMA BONANATA DE ANDRADE OU CLÁUDIA LIMA BONANATA DE ANDRADE

IMPTE.

:

GILBERTO ROCHA DE ANDRADE

COATOR

:

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Decisão: A Turma julgou prejudicado o pedido de habeas corpus. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - DIREITO PROCESSUAL PENAL.

"HABEAS CORPUS".

1. Na sessão de hoje esta Primeira Turma negou provimento ao RHC nº 81.034, no qual a paciente faz os mesmos pleitos formulados nos presentes autos.

2. "H.C." prejudicado.

HABEAS CORPUS N. 80.975-8

(995)

PROCED.

:

GOIÁS

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

PACTE.

:

FRANCISCO ALVES NETO

IMPTE.

:

BUCKLEY SAMPAIO ROSA

COATOR

:

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Decisão: A Turma indeferiu o pedido de habeas corpus. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Júri: desaforamento: fundamentação idônea para afastar não apenas a comarca do local do fato, mas também as mais próximas dela que a da Capital, para o Júri da qual se deslocou a competência.

HABEAS CORPUS N. 81.014-4

(996)

PROCED.

:

ALAGOAS

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

PACTE.

:

MARCOS DA ROCHA SAMPAIO

IMPTE.

:

RAIMUNDO ANTONIO PALMEIRA DE ARAUJO

COATOR

:

SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR

Decisão: A Turma julgou prejudicado o pedido de habeas corpus. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: "Habeas corpus".

- Perda de seu objeto por ter sido negado provimento ao RHC 81.048 que versava as mesmas questões versadas por este "writ" com a mesma decisão do STM.

"Habeas corpus" que se julga prejudicado.

HABEAS CORPUS N. 81.031-4

(997)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

PACTE.

:

TENESSEE WILLIANS MARCONDES OU TENNESSE WILLIANS MARCONDES OU TENESSE WILLIANS MARCONDES OU TENNESSEE WILLIAMS MARCONDES OU TENNESSEE WILLIANS MARCONDES

IMPTE.

:

DANIEL LEON BIALSKI

COATOR

:

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Decisão: A Turma indeferiu o pedido de habeas corpus. Unânime. Falou pelo paciente o Dr. Daniel Leon Bialski. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: - "Habeas corpus".

- Adiado o julgamento de apelação para a sessão seguinte, a pedido do advogado que fora devidamente intimado.

- Tendo o advogado do ora paciente, devidamente intimado para a sessão de julgamento de sua apelação, requerido adiamento por não poder comparecer a ela, e tendo esse requerimento sido deferido para que o julgamento se realizasse na sessão seguinte, quando a apelação foi julgada, não pode ele alegar a nulidade desse julgamento sob o fundamento de que, para não haver cerceamento de defesa, deveria haver a publicação de nova pauta. Precedentes da Corte.

"Habeas corpus" indeferido.

INQUÉRITO N. 615-7 - questão de ordem

(998)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AUTOR

:

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

INDIC.

:

EUCLYDES DE MELLO

INDIC.

:

ETEVALDO VADAO GOMES

VIT.

:

ORESTES QUERCIA

ADV.

:

ANTONIO CLAUDIO MARIZ DE OLIVEIRA E OUTROS

Decisão: Por votação unânime, o Tribunal, resolvendo questão de ordem suscitada pelo Relator, determinou o arquivamento do inquérito. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Sepúlveda Pertence. Plenário, 29.9.94.

EMENTA: - Inquérito. 2. Requerimento do Ministério Público Federal de distribuição, como inquérito, de representação em que se noticia a prática de crime contra a honra previsto na Lei de Imprensa. 3. Indiciados em exercício de mandado parlamentar na Câmara dos Deputados. 4. Ilegitimidade do Ministério Público para o oferecimento da denúncia. Ofensa dirigida contra honra da vítima, em razão de suas funções quando governador de Estado. Função não mais exercida. 5. Ação penal de iniciativa privada. Requerimento para o arquivamento do inquérito. 6. Arquivamento determinado.

INQUÉRITO N. 1.538-5 - questão de ordem

(999)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

QTE.

:

BÁRBARA RAIMUNDO COUTO PIACENTINI

QDO.

:

RUBENS BUENO

Decisão : O Tribunal, por unanimidade de votos, assentou a prescrição da pretensão punitiva. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, 08.8.2001.

EMENTA: Inquérito policial: arquivamento.

Diversamente do que sucede no arquivamento requerido com a anuência do Procurador-Geral da República e fundamento na ausência de elementos informativos para a denúncia - cujo atendimento é compulsório pelo Tribunal -, aquele que se lastreia na atipicidade do fato ou na extinção da sua punibilidade - dados os seus efeitos de coisa julgada material - há de ser objeto de decisão jurisdicional do órgão judicial competente: precedentes do STF: prescrição consumada.

MANDADO DE SEGURANÇA N. 22.009-1

(1000)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

IMPTE.

:

JOSE EUGENIO DUTRA CAMARA

ADV.

:

CARLOS OLAVO PACHECO DE MEDEIROS E OUTROS

IMPDO.

:

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

Decisão : O Tribunal, por votação unânime, indeferiu o mandado de segurança. Votou o Presidente. Declarou impedimento o Ministro Nelson Jobim. Ausentes, justificadamente, o Ministro Marco Aurélio, e, neste julgamento, o Ministro Sydney Sanches. Plenário, 05.06.97.

EMENTA:- Mandado de segurança. Ato do Tribunal de Contas da União, que, considerando ilegal a aposentadoria do paciente, recusou o respectivo registro. 2. Sustentação de que não cumpre ao Órgão coator rever mérito de decisão de Órgão judicante, que passa a ter força de lei. Desrespeito à coisa julgada. 3. Prestadas as informações. Liminar indeferida. 4. Parecer da Procuradoria-Geral da República pelo indeferimento do pedido. 5. Cabimento do disposto na Lei nº 6.903, de 30.04.81, arts. 2º e 4º. Inaplicabilidade do art. 93, VI, da Lei Maior. Impossível no sistema da Constituição de 1988 investidura de magistrado com mais de 65 anos de idade, em ordem a possuir, no mínimo, cinco anos de judicatura, à data da aposentadoria. 6. Mandado de segurança indeferido.

MANDADO DE SEGURANÇA N. 22.284-1

(1001)

PROCED.

:

MATO GROSSO DO SUL

RELATOR

:

MIN. OCTAVIO GALLOTTI

REDATOR PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. ILMAR GALVÃO

IMPTE.

:

LUIZ DE LIMA STEFANINI E OUTROS

ADV.

:

JOAO LUIZ FRANCA BARRETO E OUTROS

IMPDO.

:

PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

Decisão: Por maioria de votos, o Tribunal não conheceu do mandado de segurança, vencidos os Ministros Octavio Gallotti (Relator), Francisco Rezek, Carlos Velloso, Néri da Silveira e o Presidente (Ministro Sepúlveda Pertence). Relator para o acórdão o Ministro Ilmar Galvão. Procurador-Geral da República, Dr. Haroldo Ferraz da Nóbrega, na ausência ocasional do Dr. Geraldo Brindeiro. Plenário, 13.9.95.

EMENTA: MANDADO DE SEGURANÇA. ATO PRATICADO PELO CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL. COMPETÊNCIA.

A circunstância de tratar-se de colegiado presidido pelo Procurador-Geral da República não é suficiente para atrair a competência do Supremo Tribunal Federal para o processamento e julgamento de feito da espécie.

Não-conhecimento do mandado de segurança.

MANDADO DE SEGURANÇA N. 22.560-2

(1002)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

IMPTE.

:

DANTE JOSE ALEXANDRE CID

ADV.

:

MARCOS MONTENEGRO DUARTE

IMPDO.

:

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Decisão: Por votação unânime, o Tribunal indeferiu o pedido de mandado de segurança e cassou a medida liminar concedida. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, o Ministro Celso de Mello, e, neste julgamento, os Ministros Sydney Sanches e Marco Aurélio. Plenário, 13.3.97.

EMENTA:- Mandado de segurança. 2. Ato do Sr. Presidente da República. Pretensão de investidura em cargo público de Magistério indeferida. 3. Liminar deferida pelo Sr. Ministro-Presidente do STF, durante férias forenses. 4. Informações requisitadas. Parecer da Procuradoria-Geral da República pelo não provimento. 5. Inexistência de direito líquido e certo em favor de Oficial das Forças Armadas para a transferência à Reserva Remunerada, a fim de exercer, em caráter efetivo, cargo de magistério, com investidura mediante concurso público. Precedentes. 6. Mandado de segurança indeferido, liminar cassada.

MANDADO DE SEGURANÇA N. 23.854-2

(1003)

PROCED.

:

MATO GROSSO DO SUL

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

IMPTES.

:

ANTÔNIO ANDRADE FILHO E OUTROS

ADV.

:

OSAIR PIRES ESVICERO JUNIOR

IMPDO.

:

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Decisão : Deferida a segurança. Decisão unânime. Não votou o Senhor Ministro Sepúlveda Pertence por não ter assistido ao relatório. Ausentes, justificadamente, o Senhor Ministro Ilmar Galvão, e, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. Presidência do Senhor Ministro Marco Aurélio. Plenário, 28.6.2001.

EMENTA: Mandado de segurança. Reforma Agrária. Desapropriação.

- Reza o § 2º do art. 2º da Lei nº 8.629/93 em sua atual redação: "Para os fins deste artigo, fica a União, através do órgão federal competente, autorizada a ingressar no imóvel de propriedade particular para levantamento de dados e informações, mediante prévia comunicação escrita ao proprietário, preposto ou seu representante".

- Ora, já se firmou a jurisprudência desta Corte no sentido de que, não havendo essa comunicação prévia, se invalida a própria declaração expropriatória (assim, a título exemplificativo, nos MS 22.164, 22.165 e 22.333).

- A comunicação exigida pelo dispositivo legal acima referido só se fez, na espécie, como se vê a fls. 102, 105 e 108, no dia 20.07.99, data em que ANTÔNIO ANDRADE FILHO, um dos proprietários do imóvel, firmou o recebimento das cartas que comunicavam a realização da vistoria que se realizou entre os dias 19/07 e 23/07/99, o que implica dizer que essa comunicação, feita um dia depois do início da vistoria, não foi prévia como exige a Lei.

Mandado de segurança deferido.

Recursos

AG.REG.EM EMB.DIV.EM EMB.DECL.EM AG.REG. EM RCL N. 1.639-1

(1004)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

MARCO ANTÔNIO PINTO

ADVDOS.

:

ANTÔNIO PINTO E OUTRO

AGDA.

:

2ª TURMA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Decisão : O Tribunal, por unanimidade, negou provimento ao agravo. Decisão unânime. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Marco Aurélio, Presidente, e Néri da Silveira, e, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. Presidiu o julgamento o Senhor Ministro Ilmar Galvão, Vice-Presidente. Plenário, 29.8.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA OPOSTOS CONTRA DECISÃO DE TURMA EM AGRAVO REGIMENTAL: DESCABIMENTO. SÚMULA 599 DO S.T.F. AGRAVO.

1. Tratando de Embargos de Divergência, estabelece o parágrafo único do art. 546 do Código de Processo Civil, com a redação dada pela Lei nº 8.950, de 13.12.1994:

"Parágrafo único. Observar-se-á, no recurso de embargos, o procedimento estabelecido no regimento interno."

2. E o artigo 330 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal só os admite contra acórdão de Turma, em Recurso Extraordinário, não em Agravo Regimental e contra aresto do Plenário, como no caso.

3. Daí a subsistência da Súmula nº 599, segundo a qual "são incabíveis embargos de divergência de decisão da Turma, em agravo regimental".

4. Tal entendimento tem sido reiteradamente mantido pelo Plenário desta Corte, em vários precedentes.

5. Agravo improvido.

AG.REG.NO AG.REG.NA CARTA ROGATÓRIA N. 7.870-9

(1005)

PROCED.

:

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

RELATOR

:

MINISTRO PRESIDENTE

JUST.ROG.

:

SUPREMO TRIBUNAL DO ESTADO DE NEW YORK

AGTE.

:

SAULO PETEAN

ADV.

:

MARCELO LAVOCAT GALVÃO

DILIG.

:

CITAÇÃO

AGDO.

:

THE BODY SHOP INTERNATIONAL PLC

ADV.

:

VALÉRIO ALVARENGA MONTEIRO DE CASTRO

ADV.

:

OSWALDO JOSÉ BARBOSA SILVA

ADV.

:

MÁRCIA DE MESQUITA AMADOR

Decisão : Após o voto do Presidente (Ministro Carlos Velloso), negando provimento ao agravo, no que foi acompanhado pelos Senhores Ministros Nelson Jobim e Maurício Corrêa, pediu vista o Senhor Ministro Marco Aurélio. Impedido o Senhor Ministro Ilmar Galvão. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Néri da Silveira. Plenário, 8.11.2000.

Decisão : Prosseguindo no julgamento, o Tribunal, por maioria, vencidos os Senhores Ministros Marco Aurélio, Sepúlveda Pertence e Néri da Silveira, negou provimento ao agravo. Não votou a Senhora Ministra Ellen Gracie por não ter assistido ao relatório. Ausentes, justificadamente, o Senhor Ministro Celso de Mello, e, neste julgamento, o Senhor Ministro Ilmar Galvão. Plenário, 07.03.2001.

EMENTA: PROCESSUAL CIVIL. ADVOGADO DATIVO: PRAZO EM DOBRO: IMPOSSIBILIDADE. Lei 1.060/50, redação da Lei 7.871/89, art. 5º, § 5º.

I. - Não se aplica ao advogado dativo a norma inscrita no art. 5º, § 5º, da Lei 1.060/50, redação da Lei 7.871/89, dado que as prerrogativas processuais da intimação pessoal e do prazo em dobro somente concernem aos Defensores Públicos (LC 80/94, art. 44, I, art. 89, I e art. 128, I).

II. - Precedentes do STF: Pet 932-SP, Min. Celso de Mello; Ag 166.716-RS, Min. Moreira Alves; Ag 166.754-RS, Min. Sepúlveda Pertence; Ag 167.023-RS, Min. Celso de Mello; Ag 167.086-RS, Min. Marco Aurélio.

III. - Agravo não provido.

AGRAVO REG. NO REC. ORD. MAND. SEGURANÇA N. 23.460-5

(1006)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

FERNANDO MIRANDA

ADVDOS.

:

LINDA ELEM UFLACKER LUTZ E OUTRO

AGDA.

:

UNIÃO

ADV.

:

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso ordinário em mandado de segurança. Agravo regimental. 2. Concurso Público. Prazo de validade expirado. Classificação além do número de vagas. Abertura de novo certame. Decadência. 3. Acórdão do STJ que indeferiu mandado de segurança contra atos do Ministro da Administração e Reforma do Estado e do Coordenador da Academia Nacional de Polícia. 4. Recurso ordinário em mandado de segurança a que se negou provimento. Ausência de direito adquirido de candidatos aprovados na primeira etapa de concurso, mas além do número de vagas existentes para a segunda etapa. Precedentes. 5. Inaplicáveis ao caso os precedentes invocados. Perda de validade do concurso. O só fato de realizar o curso de formação profissional, com base em liminar concedida pelo Poder Judiciário, não gera título de direito a ver garantida a investidura, após o término de validade do concurso público. 6. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRAVO REG. NO REC. ORD. MAND. SEGURANÇA N. 23.489-3

(1007)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

JULIO CESAR DE ALMEIDA

ADVDA.

:

LINDA ELEM UFLACKER LUTZ

ADVDOS.

:

JOSÉ ANTONIO G. PINHEIRO MACHADO E OUTRO

AGDA.

:

UNIÃO

ADV.

:

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso ordinário em mandado de segurança. Agravo regimental. 2. Concurso Público. Delegado de Polícia Federal. Candidato aprovado na Primeira Etapa do concurso, sem obter classificação, suficiente para entrar na Segunda Etapa desse mesmo concurso. 3. Acórdão do STJ que indeferiu mandado de segurança contra atos do Ministro da Administração e Reforma do Estado e do Coordenador da Academia Nacional de Polícia. 4. Recurso ordinário em mandado de segurança a que se negou provimento. Ausência de direito adquirido de candidatos aprovados na primeira etapa de concurso, mas além do número de vagas existentes para a segunda etapa. Precedentes. 5. Inaplicáveis ao caso os precedentes invocados. Perda de validade do concurso. Não há como ver prorrogada a eficácia da aprovação do recorrente, na primeira fase do concurso, em ordem a pretender ser convocado no concurso novo ou já ingressar na segunda etapa do mesmo. 6. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRAVO REGIMENTAL NA PETIÇÃO N. 1.862-1

(1008)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDA.

:

JAQUELINE MAGGIONI PIAZZA

AGDO.

:

DARCY EDUARDO EDINGER

ADVDOS.

:

DOMINGOS HENRIQUE BALDINI MARTIN E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental na petição. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

MEDIDA CAUTELAR INOMINADA, PARA SE CONFERIR EFEITO SUSPENSIVO A RECURSO EXTRAORDINÁRIO, AINDA NÃO ADMITIDO NA INSTÂNCIA DE ORIGEM. COMPETÊNCIA.

1. No julgamento de Questão de Ordem na Petição nº 1.863-RS, Relator Ministro MOREIRA ALVES, decidiu o Plenário, a 7/12/1999, por unanimidade de votos:

"EMENTA: Petição. Medida cautelar inominada. Questão de ordem.

- Esta Corte tem entendido que não cabe medida cautelar inominada para a obtenção de efeito suspensivo a recurso extraordinário que ainda não foi admitido no Tribunal de origem, não só porque a concessão dessa medida pressupõe necessariamente a existência de juízo positivo de admissibilidade do recurso extraordinário, mas também porque, em se tratando de recurso extraordinário, que demanda esse juízo de admissibilidade da competência da Presidência do Tribunal que prolatou o acórdão recorrido, não se aplica o disposto no parágrafo único do artigo 800 do C.P.C. pela singela razão de que, se fosse concedida a liminar para dar efeito suspensivo, pela relevância de sua fundamentação jurídica, a recurso dessa natureza ainda não admitido, a referida Presidência, em virtude da hierarquia jurisdicional, não poderia desconstituí-la com a não-admissão desse recurso, ficando, assim, adstrita - o que é incompatível com a sua competência para o juízo de admissibilidade - a ter de admiti-lo.

- A impossibilidade de esta Corte deferir pedido de liminar para dar efeito suspensivo a recurso extraordinário ainda não admitido permite que, entre a interposição desse recurso e a prolação desse juízo de admissibilidade, não haja autoridade ou órgão judiciários que, por força de dispositivo legal, tenha competência para o exame de liminar dessa natureza. Para suprir essa lacuna que pode acarretar danos irreparáveis ou de difícil reparação em casos em que é relevante a fundamentação jurídica do recurso extraordinário, seria de atribuir-se ao Presidente do Tribunal "a quo", que é competente para examinar sua admissibilidade, competência para conceder, ou não, tal liminar, e, se a concedesse, essa concessão vigoraria, se o recurso extraordinário viesse a ser admitido, até que essa Corte a ratificasse, ou não. Essa solução não encontra óbice em que, assim, haveria invasão na competência deste Supremo Tribunal, certo que, antes da admissão do recurso extraordinário e por causa do sistema do juízo dessa admissibilidade, não é possível a ele decidir esse pedido de liminar.

- Questão de ordem que se resolve no sentido de indeferir o pedido de medida cautelar".

2. Adotados os fundamentos deduzidos nesse precedente, fica mantida, no caso, a decisão que negou seguimento ao pedido.

3. Agravo improvido.

AGRAVO REGIMENTAL NA PETIÇÃO N. 1.871-1

(1009)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

CARLOS DOS SANTOS DOYLE

AGDOS.

:

JOANA AHRENS E OUTRO

ADVDOS.

:

RAUL PORTANOVA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental na petição. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

MEDIDA CAUTELAR INOMINADA, PARA SE CONFERIR EFEITO SUSPENSIVO A RECURSO EXTRAORDINÁRIO, AINDA NÃO ADMITIDO NA INSTÂNCIA DE ORIGEM. COMPETÊNCIA.

1. No julgamento de Questão de Ordem na Petição nº 1.863-RS, Relator Ministro MOREIRA ALVES, decidiu o Plenário, a 7/12/1999, por unanimidade de votos:

"EMENTA: Petição. Medida cautelar inominada. Questão de ordem.

- Esta Corte tem entendido que não cabe medida cautelar inominada para a obtenção de efeito suspensivo a recurso extraordinário que ainda não foi admitido no Tribunal de origem, não só porque a concessão dessa medida pressupõe necessariamente a existência de juízo positivo de admissibilidade do recurso extraordinário, mas também porque, em se tratando de recurso extraordinário, que demanda esse juízo de admissibilidade da competência da Presidência do Tribunal que prolatou o acórdão recorrido, não se aplica o disposto no parágrafo único do artigo 800 do C.P.C. pela singela razão de que, se fosse concedida a liminar para dar efeito suspensivo, pela relevância de sua fundamentação jurídica, a recurso dessa natureza ainda não admitido, a referida Presidência, em virtude da hierarquia jurisdicional, não poderia desconstituí-la com a não-admissão desse recurso, ficando, assim, adstrita - o que é incompatível com a sua competência para o juízo de admissibilidade - a ter de admiti-lo.

- A impossibilidade de esta Corte deferir pedido de liminar para dar efeito suspensivo a recurso extraordinário ainda não admitido permite que, entre a interposição desse recurso e a prolação desse juízo de admissibilidade, não haja autoridade ou órgão judiciários que, por força de dispositivo legal, tenha competência para o exame de liminar dessa natureza. Para suprir essa lacuna que pode acarretar danos irreparáveis ou de difícil reparação em casos em que é relevante a fundamentação jurídica do recurso extraordinário, seria de atribuir-se ao Presidente do Tribunal "a quo", que é competente para examinar sua admissibilidade, competência para conceder, ou não, tal liminar, e, se a concedesse, essa concessão vigoraria, se o recurso extraordinário viesse a ser admitido, até que essa Corte a ratificasse, ou não. Essa solução não encontra óbice em que, assim, haveria invasão na competência deste Supremo Tribunal, certo que, antes da admissão do recurso extraordinário e por causa do sistema do juízo dessa admissibilidade, não é possível a ele decidir esse pedido de liminar.

- Questão de ordem que se resolve no sentido de indeferir o pedido de medida cautelar".

2. Adotados os fundamentos deduzidos nesse precedente, fica mantida, no caso, a decisão que negou seguimento ao pedido.

3. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 161.333-5

(1010)

PROCED.

:

PERNAMBUCO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

SELMA LUNDGREN LLOYD E OUTROS

ADV.

:

MARIA CRISTINA IRIGOYEN PEDUZZI E OUTROS

AGDO.

:

NILSON NOGUEIRA LUNDGREN E OUTRO

ADV.

:

GUSTAVO CESAR DE BARROS BARRETO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 207.543-3

(1011)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

UNIVERSAL LEAF TABACOS LTDA

ADVDOS.

:

MARÇAL DE ASSIS BRASIL NETO E OUTROS

AGDO.

:

UNIÃO FEDERAL

ADV.

:

PFN - DOLIZETE FÁTIMA MICHELIN

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: 1. Agravo de instrumento: traslado deficiente: falta da certidão de intimação da decisão agravada (CPC, art. 544, § 1º), que não pode ser substituída por certidão da tempestividade do agravo emanada da Secretaria do Tribunal a quo.

2. Recurso extraordinário: prequestionamento: necessidade da juntada, aos autos principais, do precedente em que se fundou o acórdão recorrido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 216.393-1

(1012)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

AGTE.

:

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

ADVDOS.

:

JOSÉ EYMARD LOGUÉRCIO E OUTROS

AGDO.

:

BANCO NACIONAL DE INVESTIMENTOS S/A

ADVDOS.

:

ALUÍSIO XAVIER DE ALBUQUERQUE E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Presidente e Maurício Corrêa. Presidiu, este julgamento, o Senhor Ministro Carlos Velloso. 2ª Turma, 15.09.98.

PLANO ECONÔMICO - REAJUSTE SALARIAL. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sedimentou-se no sentido da inexistência de direito adquirido à Unidade de Referência de Preços de fevereiro de 1989.

 

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 216.918-6

(1013)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

AGTE.

:

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DO SUL FLUMINENSE

ADVDOS.

:

JOSÉ EYMARD LOGUÉRCIO E OUTROS

AGDO.

:

BANCO MERIDIONAL DO BRASIL S/A

ADVDOS.

:

JOSÉ ALBERTO COUTO MACIEL E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Presidente e Maurício Corrêa. Presidiu, este julgamento, o Senhor Ministro Carlos Velloso. 2ª Turma, 15.09.98.

PLANO ECONÔMICO - REAJUSTE SALARIAL. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal sedimentou-se no sentido da inexistência de direito adquirido à Unidade de Referência de Preços de fevereiro de 1989.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 232.159-9

(1014)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

SOUZA CRUZ S/A

ADVDOS.

:

ALDIR GUIMARÃES PASSARINHO E OUTROS

AGDA.

:

ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DA SAÚDE DO FUMANTE - ADESF

ADVDOS.

:

JERÔNIMO ROMANELLO NETO E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO SOBRE DECISÃO INTERLOCUTÓRIA: RETENÇÃO NO TRIBUNAL DE ORIGEM (ART. 542. § 3°, DO C.P.CIVIL, INTRODUZIDO PELA LEI N° 9.756, DE 17.12.1998).

ALEGAÇÃO DE OFENSA AO INCISO IX DO ART. 93 E AOS INCISOS LIV E LV DO ART. 5° DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. AGRAVO.

1. Havendo o acórdão resolvido questão interlocutória sobre inversão do ônus da prova, com base no art. 6°, VIII, do Código do Consumidor, o Recurso Extraordinário contra ele interposto, deve mesmo, ficar retido, na instância de origem, para oportuna reiteração, se for o caso, nos termos do parágrafo 3° do art. 542 do Código de Processo Civil, introduzido pela Lei n° 9.756, de 17.12.1998.

2. Os riscos ou inconveniências dessa retenção, antevistos pela recorrente, não são insanáveis e decorrem da própria natureza da espécie recursal, como se dá, também, nos casos de Agravo retido (artigos 280, III, 522 e 523, parágrafo 1º, 2º, 3º e 4º, do Código de Processo Civil).

3. E não se pode negar validade a essa opção política da lei processual, que, então deve ser seguida por seus aplicadores.

4. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 234.509-7

(1015)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTES.

:

BERALDO NABOR DE LIMA E OUTROS

ADVDOS.

:

RENATA CRISTINA PALOAN TOESCA E OUTROS

AGDO.

:

ESTADO DO PARANÁ

ADVDOS.

:

PGE-PR - JULIO CESAR RIBAS BOENG E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma não conheceu do agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Agravo de instrumento desprovido. 2. Agravo regimental interposto antes da publicação da decisão. 3. Prazo recursal que só começa a fluir após a publicação, no órgão oficial. 4. Razões não ratificadas, no prazo para recorrer. 5. Agravo regimental de que não se conhece.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 238.165-2

(1016)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE CATAGUASES E REGIÃO

ADVDOS.

:

JOSÉ EYMARD LOGUÉRCIO E OUTROS

AGDO.

:

BANCO REAL S/A

ADVDOS.

:

MARIA CRISTINA IRIGOYEN PEDUZZI E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO: ALEGAÇÃO DE VIOLAÇÃO À COISA JULGADA, POR DESCABIMENTO DE AÇÃO RESCISÓRIA: SÚMULA 343.

1. O agravante, sob alegação de ofensa ao princípio constitucional da coisa julgada, pretende, na verdade, trazer ao Supremo Tribunal Federal, questão infraconstitucional, relativa ao cabimento, ou não , de ação rescisória, matéria estranha, no entanto, ao âmbito de competência da Corte, em R.E.

2. Precedentes.

3. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 238.604-4

(1017)

PROCED.

:

PERNAMBUCO

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTES.

:

AMÉLIA KÁTIA LINS DA SILVA E OUTROS

ADVDOS.

:

JOSÉ EYMARD LOGUÉRCIO E OUTROS

AGDO.

:

BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES

ADVDOS.

:

JÚLIO GOULART TIBAU E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO: ALEGAÇÃO DE VIOLAÇÃO À COISA JULGADA, POR DESCABIMENTO DE AÇÃO RESCISÓRIA: SÚMULA 343.

1. Os agravantes, sob alegação de ofensa ao princípio constitucional da coisa julgada, pretendem, na verdade, trazer ao Supremo Tribunal Federal, questão infraconstitucional, relativa ao cabimento, ou não , de ação rescisória, matéria estranha, no entanto, ao âmbito de competência da Corte, em R.E.

2. Precedentes.

3. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 246.650-1

(1018)

PROCED.

:

BAHIA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

DEOCLECIANO BATISTA E OUTROS

AGDOS.

:

MILTON GONZAGA DOS SANTOS E OUTROS

ADVDOS.

:

BENJAMIN DOURADO DE MORAIS E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental e impôs, à Caixa Econômica Federal, a multa de 5% sobre o valor da causa, devidamente atualizado. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 26.10.99.

Decisão: Por unanimidade, a Turma deliberou determinar a retificação da publicação da decisão no feito, nos seguintes termos: "Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental". Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Maurício Corrêa e Nelson Jobim. 2a. Turma, 13.03.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. Intempestividade. 2. Litisconsórcio com patrocinadores diferentes desfeito. Cessa o benefício da contagem do prazo em dobro, para recorrer. 3. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 277.275-4

(1019)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. CARLOS VELLOSO

AGTE.

:

BANCO DO BRASIL S/A

ADVDOS.

:

NELSON BUGANZA JÚNIOR E OUTROS

AGDOS.

:

ANTENOR ZANCHI E CÔNJUGE

ADVDOS.

:

ARONE PARIZOTO E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 12.06.2001.

EMENTA: - CONSTITUCIONAL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO. QUESTÃO CONSTITUCIONAL NÃO DECIDIDA.

I. - Inocorrência do contencioso constitucional autorizador do recurso extraordinário.

II. - R.E. inadmitido. Agravo não provido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 280.948-7

(1020)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. CARLOS VELLOSO

AGTE.

:

REDE FERROVIÁRIA FEDERAL S/A - RFFSA (EM LIQUIDAÇÃO)

ADVDOS.

:

WAGNER RAGO DA COSTA E OUTROS

AGDO.

:

JOÃO HONÓRIO DOS SANTOS

ADVDOS.

:

CELSO AQUINO RIBEIRO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 12.06.2001.

EMENTA: - CONSTITUCIONAL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO. QUESTÃO CONSTITUCIONAL NÃO DECIDIDA.

I. - Inocorrência do contencioso constitucional autorizador do recurso extraordinário.

II. - R.E. inadmitido. Agravo não provido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 282.672-5

(1021)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

REDE FERROVIÁRIA FEDERAL S/A - RFFSA (EM LIQUIDAÇÃO)

ADVDOS.

:

WAGNER RAGO DA COSTA E OUTROS

AGDO.

:

JOSÉ VICENTE DA SILVA

ADVDOS.

:

VANTUIR JOSÉ TUCA DA SILVA E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento por não atacarem, suas razões, o fundamento do despacho agravado.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 283.388-3

(1022)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ADV.

:

PGE-RJ - MARÍLIA MONZILLO DE ALMEIDA

AGDO.

:

UNIÃO DOS PROFESSORES PÚBLICOS NO ESTADO - SINDICATO

ADVDOS.

:

FLÁVIA SOUZA E SILVA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo de instrumento: traslado deficiente: falta do parecer do Ministério Público adotado por remissão pelo acórdão recorrido e que constitui, na espécie, peça essencial à compreensão da controvérsia.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 286.373-4

(1023)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. CARLOS VELLOSO

AGTE.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADV.

:

PGE-SP - RUBEN FUCS

AGDOS.

:

KYOKO YAMAMOTO HIKIJI E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTONIO ROBERTO SANDOVAL FILHO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 12.06.2001.

EMENTA: CONSTITUCIONAL. SERVIDOR PÚBLICO. ADICIONAL DE SEXTA-PARTE.CÁLCULO DE ACORDO COM A CONSTITUIÇÃO ESTADUAL.

I. - Cálculo da sexta-parte feito em cumprimento às normas do art. 129 da Constituição do Estado-Membro. Controvérsia decidida à luz da legislação local.

II. - R.E. inadmitido. Agravo não provido

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 292.986-1

(1024)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

DANILO JOSÉ LUCAS

ADVDOS.

:

ZOLMIRA CARVALHO GONÇALVES THEWES E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 293.324-0

(1025)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOSÉ LAURINDO OLIVEIRA E OUTROS

ADVDOS.

:

EDISON DE SOUZA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 294.817-7

(1026)

PROCED.

:

CEARÁ

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

ESTADO DO CEARÁ

ADV.

:

PGE-CE-GERARDO MÁRCIO MAIA MALVEIRA

AGDA.

:

MARIA VELEIDA LIMA DE AZEVEDO

ADV.

:

FRANCISCO APRÍGIO DA SILVA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: 1. Pensão por morte de servidor público (CF, art. 40, § 5º): plena correspondência de valores à totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido, conforme entendimento do STF firmado a partir do julgamento do MI 211 (Marco Aurélio, RTJ 157/411).

2. Aplicação da regra do art. 40, § 5º, da Constituição aos militares, consoante o disposto no art. 42, § 10, do texto constitucional, na sua redação original (arts. 40, § 7º e 42, § 2º, a partir da EC 20/98).

3. Falta de prequestionamento das questões relativas ao art. 40, § 4º, da Constituição e à incorporação às pensões de vantagens remuneratórias do servidor falecido e respectivos cálculos.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 296.015-8

(1027)

PROCED.

:

CEARÁ

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

ESTADO DO CEARÁ

ADV.

:

PGE-CE - ERLON MOREIRA PINTO

AGDA.

:

MARIA CÉLIA PINTO MONTES

ADV.

:

ELIEZÉ MOURA BRASIL TEIXEIRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: 1. Pensão por morte de servidor público (CF, art. 40, § 5º): plena correspondência de valores à totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido, nos termos do entendimento do STF firmado a partir do julgamento do MI 211 (Marco Aurélio, RTJ 157/411).

2. Agravo regimental que não infirma a real motivação da decisão agravada, restrita a irresignação à questão da incorporação às pensões de vantagens remuneratórias do servidor falecido, matéria estranha à veiculada no agravo de instrumento.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 296.085-2

(1028)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

METÓDIO NAHIRNY E OUTROS

ADV.

:

EDISON DE SOUZA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 299.628-2

(1029)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTES.

:

CARLETTO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO LTDA E OUTROS

ADV.

:

EDILSON JAIR CASAGRANDE

AGDO.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

SIEGFRIED A. GHILARDI RITTA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Agravo de instrumento: traslado deficiente: falta da peça demonstrativa da tempestividade do RE: aplicação da Súmula 288, de acordo com o entendimento firmado em ambas as Turmas (v.g. AgRAg 149.722, 1ª T., Moreira; AgRAg 151.485, Néri, RTJ 158/252).

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 300.585-2

(1030)

PROCED.

:

AMAZONAS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

ESTADO DO AMAZONAS - SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CULTURA E DESPORTO - SEDUC

ADVDA.

:

PGE-AM - SANDRA MARIA DO COUTO E SILVA

AGDA.

:

REGINA GONÇALVES BEZERRA DO NASCIMENTO

ADVDOS.

:

OLYMPIO MORAES JUNIOR E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento por ter, o acórdão recorrido, dirimido a controvérsia em face da apreciação dos fatos da causa.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 303.232-6

(1031)

PROCED.

:

AMAZONAS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

ESTADO DO AMAZONAS - SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTOS - SEDUC

ADVDOS.

:

PGE-AM - SANDRA MARIA DO COUTO E SILVA E OUTROS

AGDO.

:

RAIMUNDO ALBERTO MEIRES FILHO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento por ter, o acórdão recorrido, dirimido a controvérsia em face da apreciação dos fatos da causa.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 303.370-2

(1032)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTES.

:

GETÚLIO CESAR BORGES LEITE E OUTROS

ADVDOS.

:

IVO EVANGELISTA DE ÁVILA E OUTROS

AGDA.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

HÉLIO HIRASAWA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental. FGTS. 1. Alegação de perda de eficácia das Medidas Provisórias referentes aos Planos Collor I (maio/90) e Collor II. Matéria não prequestionada. 2. Honorários advocatícios. Sucumbência. Inaplicabilidade do disposto no par. único do art. 21 do CPC, tendo a parte ficado vencida em pouco mais de 30 % de sua pretensão.

Agravo desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 303.723-4

(1033)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

JOSÉ AIRTON FERREIRA DIAS

ADVDOS.

:

ANGELA RAIMUNDA SILVA LOBO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 304.493-7

(1034)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOSE ALEXANDRE REZENDE LARA E OUTROS

ADV.

:

MARCIO JOAQUIM DOS SANTOS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 304.891-4

(1035)

PROCED.

:

CEARÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

ESTADO DO CEARÁ

ADV.

:

PGE-CE - GERARDO MÁRCIO MAIA MALVEIRA

AGDA.

:

MARIA LINDOMAR CRUZ

ADVDOS.

:

PAULO CÉSAR FEITOSA ARRAIS E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Pensão por morte do servidor público. Aplicação do artigo 40, § 5º, da Constituição Federal. 2. Esta Corte já firmou entendimento segundo o qual esse dispositivo, que é auto-aplicável, determina a fixação da pensão por morte do servidor público no valor correspondente à totalidade dos vencimentos ou proventos que ele percebia. Precedentes. 3. Pretendida exclusão de vantagens. Matéria não prequestionada no acórdão recorrido, nem tampouco impugnada nas razões de recurso extraordinário. 4. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 305.578-1

(1036)

PROCED.

:

AMAZONAS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

ESTADO DO AMAZONAS - SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CULTURA E DESPORTOS - SEDUC

ADVDA.

:

PGE-AM -ELLEN FLORÊNCIO SANTOS ROCHA

AGDA.

:

MARIA DA CONCEIÇÃO TRIBUZZI LOPES

ADV.

:

JÚLIO ANTONIO DE JORGE LOPES

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento por ter, o acórdão recorrido, dirimido a controvérsia em face da apreciação dos fatos da causa.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 306.296-7

(1037)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

DOMINGOS ANIELO POLCARO E OUTROS

ADVDOS.

:

ENDERSON COUTO MIRANDA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 306.328-2

(1038)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

FRANCISCO JACOB DA COSTA E OUTRAS

ADVDOS.

:

ANA MARIA CEOLIN DE OLIVEIRA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 307.291-5

(1039)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTES.

:

JOSÉ MACHADO AMORIM E OUTROS

ADVDOS.

:

NILTON DA SILVA CORREIA E OUTROS

AGDO.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

HÉLIO HIRASAWA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento por ter a agravante, ao contrário do que afirmam os então agravados, refutado o fundamento do despacho agravado.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 307.402-6

(1040)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

THOMAZ DEL BEL

ADV.

:

LUIZ LIMA DE OLIVEIRA

AGDO.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDA.

:

PGE-SP - REGINA MARIA RODRIGUES DA SILVA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Não há falar em negativa de prestação jurisdicional, certo que o feito logrou seu regular processamento e julgamento. 5. Quanto à fundamentação, atenta-se contra o art. 93, IX, da Constituição, quando o decisum não é fundamentado; tal não sucede, se a fundamentação, existente, for mais ou menos completa. Mesmo se deficiente, não há ver, desde logo, ofensa direta ao art. 93, IX, da Lei Maior. 6. Pretenso reexame da causa, com a apreciação de fatos e provas, que se faz impossível, nos termos da Súmula 279. Importa, no ponto, ter presente que a decisão das instâncias ordinárias é definitiva sobre os fatos e as provas. 7. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 307.422-9

(1041)

PROCED.

:

PARÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

ESTADO DO PARÁ

ADVDA.

:

PGE-PA - CHRISTIANNE PENEDO DANIN

AGDOS.

:

ANA MICHELLE GONÇALVES SOARES E OUTROS

ADVDOS.

:

RONALDO SÉRGIO ABREU DA COSTA E OUTRO

ADVDA.

:

ÚRSULA DE FIGUEIREDO TEIXEIRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 307.790-5

(1042)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

BANCO ABN AMRO REAL S/A

ADVDOS.

:

MARCIA LYRA BERGAMO E OUTROS

AGDA.

:

LUCIANA PEREIRA DE LIMA

ADVDOS.

:

SYRLÉIA ALVES DE BRITO E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Não cabe recurso extraordinário para discussão de matéria simplesmente processual, relativa à formalização de traslado.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 308.144-4

(1043)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

CARLOS LOPES E OUTROS

ADVDOS.

:

IOLANDO FERNANDES DA COSTA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 308.154-1

(1044)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

REDE FERROVIÁRIA FEDERAL S/A - RFFSA

ADVDOS.

:

JULIANO RICARDO DE VASCONCELLOS COSTA COUTO E OUTROS

AGDOS.

:

LÁZARA LOPES E OUTROS

ADVDA.

:

REGINA QUERCETTI COLERATO CORRÊA

ADVDOS.

:

MARCO TULLIO BOTTINO E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 309.214-5

(1045)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

AEROBARCOS DO BRASIL TRANSPORTES MARÍTIMOS E TURISMO S/A - TRANSTUR

ADVDOS.

:

ARNALDO BLAICHMAN E OUTROS

AGDO.

:

LOURIVAL MODESTO DE OLIVEIRA

ADVDOS.

:

JOSÉ HAROLDO DOS ANJOS E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Não cabe recurso extraordinário para discussão de matéria simplesmente processual, relativa à formalização de traslado.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 309.563-6

(1046)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

TIAGO BALBINO DE SOUZA E OUTROS

ADVDAS.

:

MARIA DAS GRAÇAS SILVA E OUTRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO: PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE. PREQUESTIONAMENTO. AGRAVO.

1. O acórdão recorrido não focalizou qualquer tema constitucional, o que justificou a invocação das Súmulas 282 e 356, como salientado na decisão agravada, que se mantém por seus fundamentos.

2. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 309.598-1

(1047)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

BANCO DO BRASIL S/A

ADV.

:

MARCO AURÉLIO AGUIAR BARRETO

ADVDOS.

:

LUIZ ANTONIO BORGES TEIXEIRA E OUTROS

AGDO.

:

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE SÃO PAULO

ADVDOS.

:

SID RIEDEL DE FIGUEIREDO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Não há falar em negativa de prestação jurisdicional, certo que o feito logrou seu regular processamento e julgamento. 5. Quanto à fundamentação, atenta-se contra o art. 93, IX, da Constituição, quando o decisum não é fundamentado; tal não sucede, se a fundamentação, existente, for mais ou menos completa. Mesmo se deficiente, não há ver, desde logo, ofensa direta ao art. 93, IX, da Lei Maior. 6. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 309.645-3

(1048)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDAS.

:

SANDRA MARGARIDA DE MELO MOREIRA E OUTRA

ADV.

:

MURILO RIBEIRO DE AGUIAR

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO: PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE. PREQUESTIONAMENTO. AGRAVO.

1. O acórdão recorrido não focalizou qualquer tema constitucional, o que justificou a invocação das Súmulas 282 e 356, como salientado na decisão agravada, que se mantém por seus fundamentos.

2. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 310.211-6

(1049)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

SWEDEN - ORGANIZAÇÃO ALIMENTÍCIA LTDA

ADV.

:

FLÁVIO DI PILLA

AGDA.

:

SOUZA CRUZ S/A

ADVDOS.

:

NILSON JOSÉ FIGLIE E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Agravo de instrumento. Traslado incompleto. 2. As peças a comporem o traslado no agravo de instrumento devem ser apresentadas até o término do prazo para sua interposição. 3. Não é possível considerar documento, tido pela jurisprudência do STF, qual ressalta da decisão agravada, como necessário à formação do agravo de instrumento, apresentado fora do prazo para a interposição do recurso. 4. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 310.458-3

(1050)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

DISTRITO FEDERAL

ADVDA.

:

PG-DF - LEDA MARIA SOARES JANOT

AGDOS.

:

ANTÔNIO CARLOS DA COSTA MALHEIROS E OUTROS

ADVDOS.

:

VERÔNICA BALBINO DE SOUSA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Agravo de instrumento. Traslado incompleto. 3. Obrigatoriedade de apresentação de todas as peças para a formação do instrumento, no ato de interposição do recurso. Art. 544, § 1º, do CPC. 4. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 310.793-9

(1051)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ADILSON VELOSO GUEDES E OUTROS

ADVDOS.

:

NEWTOM MARQUES MOTTA E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO: PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE. PREQUESTIONAMENTO. AGRAVO.

1. O acórdão recorrido não focalizou qualquer tema constitucional, o que justificou a invocação das Súmulas 282 e 356, como salientado na decisão agravada, que se mantém por seus fundamentos.

2. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.042-6

(1052)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTES.

:

AUTO VIAÇÃO NOSSA SENHORA DO CARMO LTDA E OUTRAS

ADVDOS.

:

FLÁVIO ZANETTI DE OLIVEIRA E OUTROS

AGDA.

:

UNIÃO

ADVDA.

:

PFN - MARIA DA CONCEIÇÃO T. MARANHÃO SÁ

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Não há falar em ofensa aos princípios do contraditório e da ampla defesa, certo que o feito logrou seu regular processamento e julgamento. 5. Quanto à fundamentação, atenta-se contra o art. 93, IX, da Constituição, quando o decisum não é fundamentado; tal não sucede, se a fundamentação, existente, for mais ou menos completa. Mesmo se deficiente, não há ver, desde logo, ofensa direta ao art. 93, IX, da Lei Maior. 6. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.400-8

(1053)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

MARIA JOSÉ PEREIRA ORLANDI E OUTROS

ADV.

:

GILSON SOARES DE SOUZA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.475-9

(1054)

PROCED.

:

ALAGOAS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

UNIBANCO - UNIÃO DE BANCO BRASILEIROS S/A

ADVDOS.

:

CRISTIANA RODRIGUES GONTIJO E OUTROS

AGDO.

:

ADEMAR MONTEIRO DE OLIVEIRA FILHO

ADV.

:

MARCOS SILVEIRA PORTO

ADV.

:

HELDER VASCONCELLOS JÚNIOR

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.908-3

(1055)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

VONPAR REFRESCOS S/A

ADVDOS.

:

RENATO ROMEU RENCK E OUTROS

AGDO.

:

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ADVDOS.

:

PGE - RS - YASSODARA CAMOZZATO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 311.917-2

(1056)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

DIRCEU PETERS E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTÔNIO CÉSAR NASSIF E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 312.705-5

(1057)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NELSON JOBIM

AGTE.

:

INDÚSTRIA DE PAPEL GORDINHO BRAUNE LTDA

ADVDOS.

:

REGIS JORGE JÚNIOR E OUTROS

AGDO.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDOS.

:

PGE-SP - JOSÉ MAURÍCIO CAMARGO DE LAET E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 19.06.2001.

EMENTA: ICMS. Crédito. Correção Monetária. Reexame de fatos e provas (Súmula 279). Ausência de prequestionamento (Súmula 282). Regimental não provido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.058-5

(1058)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

MARIO ROLANDO BARBOSA E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTÔNIO PEREIRA ALBINO E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO: PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE. PREQUESTIONAMENTO. AGRAVO.

1. O acórdão recorrido não focalizou qualquer tema constitucional, o que justificou a invocação das Súmulas 282 e 356, como salientado na decisão agravada, que se mantém por seus fundamentos.

2. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.079-5

(1059)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

KMP CABOS ESPECIAIS E SISTEMAS LTDA

ADVDOS.

:

JOSÉ GONÇALVES DE BARROS JÚNIOR E OUTROS

AGDO.

:

ANTONIO MARQUES BARBOSA

ADVDOS.

:

HELENA CRISTINA SANTOS BONILHA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.174-4

(1060)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

O GLOBO EMPRESA JORNALÍSTICA BRASILEIRA LTDA

ADVDOS.

:

TERENCE ZVEITER E OUTROS

ADV.

:

ISAAC MOTEL ZVEITER

AGDA.

:

FEDERAÇÃO EQUATORIANA DE FUTEBOL

ADVDOS.

:

LUIZ GUILHERME PIRES BARBOSA E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tidos como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.314-7

(1061)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

BANCO DO BRASIL S/A

ADV.

:

MARCO AURÉLIO AGUIAR BARRETO

ADVDOS.

:

LUIZ ANTONIO BORGES TEIXEIRA E OUTROS

AGDO.

:

AGRIMALDO DA SILVA

ADVDOS.

:

FERNANDO TRISTÃO FERNANDES E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Não há falar em negativa de prestação jurisdicional, certo que o feito logrou seu regular processamento e julgamento. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.348-5

(1062)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOSENINE PEREIRA CARDOSO E OUTROS

ADVDOS.

:

RICARDO EMÍLIO DE OLIVEIRA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.402-1

(1063)

PROCED.

:

MATO GROSSO DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

VENINA MARIA DE OLIVEIRA

ADV.

:

FRANCISCO CARLOS LOPES DE OLIVEIRA

AGDO.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

ROGÉRIO VOLPATTI POLEZZE

Decisão: Por unanimidade, a Turma não conheceu do agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Agravo de instrumento improvido. 3. Intempestividade do Agravo regimental. Não-conhecimento. 4. Falta de todas as peças essenciais e obrigatórias à compreensão da controvérsia, elencadas no art. 544, § 1º, do Código de Processo Civil. 5. Agravo regimental não conhecido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 313.947-1

(1064)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

FRANCISCO PINHEIRO ROCHA

ADV.

:

GERALDO EUSTAQUIO LOPES

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO: PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE. PREQUESTIONAMENTO. AGRAVO.

1. O acórdão recorrido não focalizou qualquer tema constitucional, o que justificou a invocação das Súmulas 282 e 356, como salientado na decisão agravada, que se mantém por seus fundamentos.

2. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 314.523-1

(1065)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDA.

:

ILIANE MASKE RODRIGUES

ADV.

:

JAIR ANTÔNIO WIEBELLING

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 314.532-1

(1066)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

FRANCISCA ROSA DE LIMA E OUTROS

ADV.

:

EDISON DE SOUZA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 314.557-0

(1067)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

NILTON MANOEL DA SILVA

ADVDOS.

:

MAURI NASCIMENTO E OUTRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: 1. RE: prequestionamento: Súmula 356.

O papel que a Súmula 356 atribui aos embargos declaratórios na configuração do prequestionamento é apenas o de suprir a falta de explicitação do argumento em que se funda a decisão recorrida, não o de impingir-lhe fundamento desnecessário ao julgamento da causa.

2. Agravo regimental de manifesto intuito protelatório, ao qual se nega provimento, com imposição de multa de 1% sobre o valor corrigido da causa.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 315.945-5

(1068)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JÚLIO SIMÃO DE BRITO E OUTROS

ADVDOS.

:

LOURDES SANT'ANA ÁLVARES E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 316.425-0

(1069)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

CEZAR RODRIGUES GUIMARÃES E OUTRO

ADVDOS.

:

RODRIGO SUZANA GUIMARÃES E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 317.143-6

(1070)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

JOSÉ VERÍSSIMO DO PRADO

ADVDOS.

:

CARLOS ALBERTO FERNANDES E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 318.089-4

(1071)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

MARÍTIMA SEGUROS S/A

ADVDOS.

:

ANTONIO JOSÉ TEIXEIRA JUNIOR E OUTROS

AGDO.

:

HERMINIO GONÇALVES

ADVDOS.

:

MANUEL GONÇALVES PACHECO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma não conheceu do agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Agravo de instrumento improvido. 3. Agravo regimental não conhecido, por intempestivo.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 318.241-1

(1072)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

ELETROPAULO - ELETRICIDADE DE SÃO PAULO S/A

ADVDOS.

:

ANA FRAZÃO E OUTROS

AGDA.

:

MARCAPE INDUSTRIA DE AUTO PEÇAS LTDA

ADVDOS.

:

ANTONIO CARLOS FERNANDES BLANCO E OUTRAS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 318.337-4

(1073)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

LUCIA MARIA DE SOUZA E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTÔNIO PEREIRA ALBINO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 318.854-2

(1074)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

BANCO ABN AMRO S/A

ADVDOS.

:

ROGÉRIO AVELAR E OUTROS

AGDA.

:

REY SPORT ROUPAS LTDA.

ADVDOS.

:

REGINALDO VOLNEY SÁ DA SILVA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Não há falar em negativa de prestação jurisdicional, certo que o feito logrou seu regular processamento e julgamento. 5. Quanto à fundamentação, atenta-se contra o art. 93, IX, da Constituição, quando o decisum não é fundamentado; tal não sucede, se a fundamentação, existente, for mais ou menos completa. Mesmo se deficiente, não há ver, desde logo, ofensa direta ao art. 93, IX, da Lei Maior. 6. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 319.276-1

(1075)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

PEDRO LOBO NELSON RIBEIRO E OUTROS

ADV.

:

EMMANUEL MARQUES MURTINHO BRAGA

ADV.

:

NELSON HALIM KAMEL

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 321.293-0

(1076)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

VALDEMAR INÁCIO DE CASTRO E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTÔNIO PEREIRA ALBINO E OUTRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - DIREITO CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL CIVIL.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO: PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE. PREQUESTIONAMENTO. AGRAVO.

1. O acórdão recorrido não focalizou qualquer tema constitucional, o que justificou a invocação das Súmulas 282 e 356, como salientado na decisão agravada, que se mantém por seus fundamentos.

2. Agravo improvido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 322.035-0

(1077)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE APUCARAMA

ADVDOS.

:

JOSÉ EYMARD LOGUÉRCIO E OUTROS

AGDO.

:

BANCO ITAÚ S/A

ADVDOS.

:

VICTOR RUSSOMANO JÚNIOR E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma não conheceu do agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Agravo regimental interposto por advogado sem procuração nos autos. Recurso inexistente. 3. Agravo regimental não conhecido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 322.114-5

(1078)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

FERNANDO CESAR XAVIER E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTÔNIO PEREIRA ALBINO E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 322.648-1

(1079)

PROCED.

:

ESPÍRITO SANTO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTES.

:

IÊDA TENÓRIO DA SILVA E OUTROS

ADVDOS.

:

LUCIANA MARTINS BARBOSA E OUTROS

AGDO.

:

INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA

ADVDOS.

:

TARCÍSIO KLEBER BORGES GONÇALVES E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Não há falar em negativa de prestação jurisdicional, certo que o feito logrou seu regular processamento e julgamento. 5. Quanto à fundamentação, atenta-se contra o art. 93, IX, da Constituição, quando o decisum não é fundamentado; tal não sucede, se a fundamentação, existente, for mais ou menos completa. Mesmo se deficiente, não há ver, desde logo, ofensa direta ao art. 93, IX, da Lei Maior. 6. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 323.020-1

(1080)

PROCED.

:

BAHIA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRÁS

ADVDOS.

:

EDUARDO DE BARROS PEREIRA E OUTROS

AGDOS.

:

JOSÉ CARLOS DE SOUZA E OUTROS

ADVDOS.

:

MARIA CRISTINA IRIGOYEN PEDUZZI E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 323.386-0

(1081)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ARNILDO DOS SANTOS E OUTROS

ADV.

:

SERGIO STEYER

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 323.434-9

(1082)

PROCED.

:

ESPÍRITO SANTO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ARCELINO JOSÉ DA SILVA E OUTROS

ADVDOS.

:

MARILENE NICOLAU E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 323.554-7

(1083)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

BANCO BANDEIRANTES S/A

ADVDOS.

:

VICTOR RUSSOMANO JÚNIOR E OUTROS

AGDO.

:

ELÓI DE GÓES

ADVDOS.

:

SÉRGIO DE ARAGÓN FERREIRA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário: descabimento: falta de prequestionamento do tema do direito adquirido (CF, art. 5º, XXXVI), cingindo-se o acórdão recorrido a considerações de ordem processual atinentes ao cabimento da ação rescisória, de natureza infraconstitucional; não caracterizadas, ademais, negativa de prestação jurisdicional, nem violação aos princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 324.456-1

(1084)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ADELMO SILVESTRE DE VARGAS E OUTRO

ADVDA.

:

ROSANE TERESINHA SERAFIM

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: RE: descabimento: diferenças de correção monetária relativas ao FGTS: planos econômicos: acórdão recorrido que não se fundou na garantia do direito adquirido, com exceção do período relativo ao "Plano Bresser", em relação ao qual, contudo, o julgado assenta-se em mais de um fundamento suficiente - os princípios da hierarquia das leis e da irretroatividade -, atraindo a incidência da Súmula 283: precedente (RE 251.762, 1ª T., 5.12.2000, Moreira Alves).

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 324.942-2

(1085)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ANTÔNIO CARLOS CHIODI E OUTROS

ADV.

:

EDISON DE SOUZA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 326.232-7

(1086)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

NELSON LUCAS DA SILVA E OUTROS

ADV.

:

CARLOS EDUARDO SCHÜETZ

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 326.496-5

(1087)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

IARA CESÁRIO E OUTROS

ADV.

:

VALTER DE OLIVEIRA PRATES

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 327.120-5

(1088)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

CELSO SILVEIRA ÁVILA

ADVDAS.

:

FABIANA HAAS VAN KURINGEN E OUTRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: RE: descabimento: diferenças de correção monetária relativas ao FGTS: planos econômicos: acórdão recorrido que não se fundou na garantia do direito adquirido, com exceção do período relativo ao "Plano Bresser", em relação ao qual, contudo, o julgado assenta-se em mais de um fundamento suficiente - os princípios da hierarquia das leis e da irretroatividade -, atraindo a incidência da Súmula 283: precedente (RE 251.762, 1ª T., 5.12.2000, Moreira Alves).

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 327.295-1

(1089)

PROCED.

:

PARANÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

PEDRO OSMAR SANTIEL E OUTROS

ADVDOS.

:

JANYTO OLIVEIRA SOBRAL DO BOMFIM E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 329.894-6

(1090)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. CARLOS VELLOSO

AGTE.

:

FIAT AUTOMÓVEIS S/A

ADVDOS.

:

HÉLIO CARVALHO SANTANA E OUTROS

AGDO.

:

RONALDO CÉSAR DE OLIVEIRA SPÍNOLA

ADVDOS.

:

MARIA APARECIDA MATOZINHO E OUTROS

Decisão: A Turma, por votação unânime, negou provimento ao recurso de agravo. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Néri da Silveira. Presidiu, este julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: CONSTITUCIONAL. TRABALHO. TURNOS ININTERRUPTOS. C.F., art. 7º, XIV.

I. - Se os turnos são de revezamento, numa empresa cujo trabalho é exercido durante vinte e quatro horas, o turno será de seis horas. C.F., art. 7º, XIV.

II. - Precedente do STF: RE 205.815-RS, Jobim p/acórdão, Plenário, 04.12.97.

III. - RE inadmitido. Agravo não provido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 330.226-6

(1091)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOSÉ DJALMA TEIXEIRA E OUTROS

ADVDOS.

:

ILMA DA CONCEIÇÃO MOURA SANTOS E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 330.315-8

(1092)

PROCED.

:

AMAZONAS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

ESTADO DO AMAZONAS

ADVDA.

:

PGE-AM - ELLEN FLORÊNCIO SANTOS ROCHA

AGDO.

:

JUAREZ PAULO TRIDAPALLI

ADV.

:

HÉLCIO RODRIGUES MOTTA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 330.343-2

(1093)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

FIAT AUTOMÓVEIS S/A

ADVDOS.

:

HÉLIO CARVALHO SANTANA E OUTROS

AGDO.

:

GONZAGA MIRANDA

ADVDOS.

:

ANITA PEREIRA DO CARMO E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Carlos Velloso e Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Turnos ininterruptos de serviço. Revezamento. 3. Jornada reduzida de trabalho de seis horas. Art. 7º, XIV, da Constituição Federal. 4. Eventuais intervalos não descaracterizam o regime de turnos ininterruptos da empresa, aos fins de aplicação do citado artigo. 5. Reexame de fatos e provas. Impossibilidade. Incidência da Súmula 279. 6. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 331.901-0

(1094)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

JOSÉ MIGUEL DA SILVA E OUTROS

ADV.

:

EDISON URBANO MANSUR

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 331.953-6

(1095)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ILDEU ANTONIO DOS SANTOS E OUTROS

ADVDAS.

:

MARIA DO SOCORRO GALINDO ALEXANDRE E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 332.022-5

(1096)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

MARISA MARIA MORAIS DOS SANTOS E OUTROS

ADVDOS.

:

ANTONIO PEREIRA ALBINO E OUTRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: FGTS: diferenças de correção monetária: deficiência do traslado do agravo de instrumento que não permite saber a que período se refere o acórdão recorrido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 332.946-6

(1097)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

ANTÔNIO FERNANDES DE OLIVEIRA

ADVDOS.

:

JOSÉ MANUEL MAIROS ALVES E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 333.296-4

(1098)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

WILLIAM DE CARVALHO NOVO

ADVDOS.

:

CARLUCIO LEITE DA SILVA E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 334.004-6

(1099)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

CECILIO BELO DO NASCIMENTO

ADVDAS.

:

ELIZABETH YÁRA GUIMARÃES RIBEIRO E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 334.383-6

(1100)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

RENATO BASTOS MEDEIROS E OUTROS

ADVDA.

:

LUCI DE OLIVEIRA LOPES

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 340.901-9

(1101)

PROCED.

:

BAHIA

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

VALTER CARVALHO RIBEIRO

ADVDOS.

:

JOSÉ CARLOS DA SILVA E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Falta de prequestionamento do dispositivo constitucional tido como violado. 5. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 341.015-0

(1102)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO NORTE

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

ARTHUR PINHEIRO CHAVES

AGDO.

:

SINDICATO DOS TRABALHADORES FEDERAIS DA PREVIDÊNCIA E SAÚDE NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - SINDPREVS - RN

ADVDOS.

:

MAURO PEDROLLO E OUTROS

ADV.

:

VICTOR RUSSOMANO JÚNIOR

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário inadmitido. 2. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 3. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 4. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 346.263-1

(1103)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NELSON JOBIM

AGTE.

:

BONASSI & IRMÃOS LTDA

ADVDOS.

:

SÉRGIO JOSÉ DE CARVALHO E OUTROS

AGDA.

:

MARISA MARQUES RIBEIRO

ADVDOS.

:

PERSIO REDORAT EGEA E OUTRA

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Processual. Peça ausente do traslado: acórdão recorrido. Fundamento da decisão agravada não afastado. Regimental não provido.

AGRG. NO EDIV. NO AGRG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 301.214-9

(1104)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

LIBRA ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA

ADVDOS.

:

SÉRGIO CUPERTINO MARQUES E OUTROS

AGDO.

:

EDSON CARBO MARTINS

ADV.

:

LEOPOLDO HEITOR

Decisão : O Tribunal, por unanimidade, conheceu e desproveu o agravo. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Moreira Alves, Néri da Silveira e Nelson Jobim. Presidiu o julgamento o Senhor Ministro Marco Aurélio. Plenário, 23.8.2001.

EMENTA: 1. Embargos de divergência contra acórdão de Turma que nega provimento a agravo regimental: inadmissibilidade, de acordo com a jurisprudência do STF (cf. AI 205.090, Velloso, DJ 13.11.98; RE 197.761, Moreira, DJ 4.12.98 e AI 153.108, Galvão, DJ 27.11.98), reiteradamente afirmado pelo Plenário a persistência da Súmula 599.

2. Embargos de divergência de qualquer modo inviáveis, porque além de não demonstrado o dissídio como exigem os arts. 331 e 322 do RISTF, os acórdãos indicados como paradigma não são passíveis de confronto com a decisão embargada.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 221.790-4

(1105)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ADVDOS.

:

PGE-RS - PAULO MOURA JARDIM E OUTROS

AGDO.

:

PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA - PDT

ADV.

:

MARCOS LANDVOIGT BONELLA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento, porque é contrária, a tese do recurso extraordinário, à orientação firmada pelo Supremo Tribunal, a respeito do tema em discussão.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 222.222-0

(1106)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

BANCO DO BRASIL S/A

ADVDOS.

:

LEÔNIDAS CABRAL DE ALBUQUERQUE E OUTROS

AGDO.

:

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE CURVELO

ADVDOS.

:

JOSÉ TÔRRES DAS NEVES E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento, uma vez que não foi impugnado fundamento, suficiente por si só, para manter a decisão agravada. Incidente a Súmula 283.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 242.298-1

(1107)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTES.

:

ANTÔNIO LUIZ RANZANI E OUTROS

ADVDA.

:

ARLETE CARMINATTI ZAGO

AGDO.

:

ESTADO DE SANTA CATARINA

ADV.

:

PGE-SC - IVAN S THIAGO DE CARVALHO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental a que se nega provimento, eis que o despacho agravado baseou-se em precedente do Plenário deste Supremo Tribunal posterior aos julgados invocados pelo agravante.

A informação do reconhecimento administrativo do direito, refutada pelo agravado, não prejudica o recurso.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 252.521-9

(1108)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTES.

:

MOINHO TAQUARIENSE S/A E OUTRA

ADVDOS.

:

VERA MARIA BÔA NOVA ANDRADE E OUTROS

AGDA.

:

UNIÃO

ADV.

:

PFN - RICARDO PY GOMES DA SILVEIRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário: descabimento: existência no acórdão de fundamento inatacado suficiente à sua manutenção: incidência da Súmula 283.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 275.936-8

(1109)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO NORTE

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDO.

:

MARCOS PAIVA DA ROCHA

ADV.

:

ZANONI FORTES DANTAS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: FGTS. Ausência de prequestionamento da matéria constitucional suscitada no recurso extraordinário. Correto o despacho agravado nesse sentido.

Agravo regimental improvido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 276.303-9

(1110)

PROCED.

:

CEARÁ

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

FRANCISCO GAUDÊNCIO PINTO E OUTROS

ADVDOS.

:

LUIZ ANTONIO LIMA E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: FGTS. Ausência de prequestionamento da matéria constitucional suscitada no recurso extraordinário. Correto o despacho agravado nesse sentido.

Agravo regimental improvido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 277.639-4

(1111)

PROCED.

:

ALAGOAS

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

DAISYANNE DE FARIAS JORDÃO E OUTROS

ADV.

:

JOSÉ ALBERTO DE ALBUQUERQUE PEREIRA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: FGTS. Ausência de prequestionamento da matéria constitucional suscitada no recurso extraordinário. Correto o despacho agravado nesse sentido.

Agravo regimental improvido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 280.441-0

(1112)

PROCED.

:

CEARÁ

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

ANTÔNIO FRANÇA DE OLIVEIRA E OUTROS

ADVDA.

:

IVANDETE LIBERATO BOMFIM

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: FGTS. Ausência de prequestionamento da matéria constitucional suscitada no recurso extraordinário. Correto o despacho agravado nesse sentido.

Agravo regimental improvido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 283.465-3

(1113)

PROCED.

:

PERNAMBUCO

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARCELO ROGÉRIO MARTINS E OUTROS

AGDOS.

:

AMARO COSME DA SILVA E OUTROS

ADVDOS.

:

MARIA DIACUÍ DE FREITAS RIBEIRO E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: FGTS. Ausência de prequestionamento da matéria constitucional suscitada no recurso extraordinário. Correto o despacho agravado nesse sentido.

Agravo regimental improvido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 284.349-1

(1114)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTE.

:

BB FINANCEIRA S/A - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO

ADVDOS.

:

PEDRO AFONSO BEZERRA DE OLIVEIRA E OUTROS

ADVDA.

:

MAGDA MONTENEGRO

AGDO.

:

OSÓRIO PISANTE DA ROCHA

ADV.

:

OSORIO PISANTE DA ROCHA

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental no recurso extraordinário. Limitação dos juros a 12% ao ano determinada sob fundamento constitucional (auto-aplicabilidade do art. 192, § 3º da CF) e infraconstitucional (aplicação da Lei de Usura).

Ao contrário do que afirma o agravante, saber se a Lei de Usura ainda vige, ante eventual revogação pela Lei 4.595/64, é matéria relativa à aplicação da lei no tempo, inexistindo questão constitucional a ser apreciada por meio de recurso extraordinário.

O fundamento infraconstitucional para limitar-se os juros a 12% ao ano restou definitivo, pois não foi interposto recurso especial para afastá-lo, o que impede o conhecimento do recurso extraordinário (Súmula 283).

Agravo regimental improvido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 285.085-3

(1115)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

MARCÍLIO ALVES DE PAULA

ADVDOS.

:

ANTONIO FERREIRA ÁLVARES DA SILVA E OUTROS

ADV.

:

ROGERIO AVELAR

AGDO.

:

BANCO DO BRASIL S/A

ADVDOS.

:

NÉLSON BUGANZA JÚNIOR E OUTROS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Constitucional. 2. Alegação de ofensa ao § 3º, do art. 192, da Carta Magna. 3. O Plenário do STF, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 4-7/DF, em 07.03.1991, afirmou, por maioria de votos, não ser auto-executável o § 3º do art. 192 da Constituição Federal. 4. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 286.368-8

(1116)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO NORTE

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA - INCRA

ADVDA.

:

GLECI BORGES FLORES

ADVDOS.

:

FRANCISCO DAS CHAGAS GONÇALVES DE ALMEIDA E OUTROS

AGDA.

:

AGROPECUÁRIA FLORESTA LTDA

ADVDOS.

:

JOÃO PEDRO FERRAZ DOS PASSOS E OUTRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário: descabimento: alegação de contrariedade ao princípio da justa indenização (CF, arts. 5º, XXIV, e 184), que, tal como deduzida pelo recorrente, exigiria o reexame dos fatos da causa, inviável na sede de recurso extraordinário (Súmula 279).

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 293.044-0

(1117)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO NORTE

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE - UFRN

ADV.

:

FABIANO ANDRÉ DE SOUZA MENDONÇA

AGDO.

:

ALBERTO DE OLIVEIRA ANDRADE

ADV.

:

RAULINO SALES SOBRINHO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário inadmitido. 2. Art. 21, § 1º, do RISTF. Competência monocrática do relator de negar seguimento ao recurso. 3. Não cabe ver ofensa, por via reflexa, a normas constitucionais, aos fins do recurso extraordinário. 4. Se, para dar pela vulneração de regra constitucional, mister se faz, por primeiro, verificar da negativa de vigência de norma infraconstitucional, esta última é o que conta, para os efeitos do art. 102, III, a, da Lei Maior. 5. Falta de prequestionamento dos dispositivos constitucionais tidos como violados. 6. Agravo regimental desprovido.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 294.119-1

(1118)

PROCED.

:

CEARÁ

RELATOR

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA

AGTE.

:

ESTADO DO CEARÁ

ADV.

:

PGE-CE -JOSÉ GOMES DE PAULA PESSÔA RODRIGUES

AGDO.

:

ROSIMAR BARBOSA DE OLIVEIRA

ADVDOS.

:

JOSÉ LINDIVAL DE FREITAS E OUTRO

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao agravo regimental. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário. 2. Teto remuneratório. 3. Pretendida análise da natureza das vantagens que compõem os proventos. Matéria que não foi prequestionada no acórdão recorrido e tampouco foi objeto de embargos declaratórios. 4. Agravo regimental a que se nega provimento.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 294.799-7

(1119)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

BANCO DO BRASIL S/A

ADVDOS.

:

MAGDA MONTENEGRO E OUTROS

AGDOS.

:

CENTRAL COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA E OUTRO

ADVDA.

:

ÂNGELA MARIA MOISES RIBEIRO

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Juros reais: limitação em 12% ao ano: acórdão recorrido que, além da auto-aplicabilidade do art. 192, § 3º, CF, invocou a Lei de Usura, fundamento suficiente que se tornou precluso à falta de impugnação ao acórdão proferido no recurso especial: incidência da Súmula 282.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 296.422-1

(1120)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

AGTES.

:

AÉCIO FLÁVIO GOMES DA SILVA E OUTROS

ADVDOS.

:

CAROLINA LOUZADA PETRARCA E OUTROS

AGDA.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

MARIA DAS GRAÇAS NUNES LOBATO E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: Agravo regimental. FGTS. 1. Alegação de perda de eficácia das Medidas Provisórias referentes aos Planos Collor I (maio/90) e Collor II. Matéria não prequestionada. 2. Honorários advocatícios. Sucumbência. Inaplicabilidade do disposto no par. único do art. 21 do CPC, tendo a parte ficado vencida em pouco mais de 30 % de sua pretensão.

Agravo desprovido.

EDCL. AGRG. NO EDIV. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 190.302-3

(1121)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

EMBTES.

:

MOEMA SALAZAR DE ALENCASTRO RUCH E OUTROS

ADVDOS.

:

GASTÃO MATHIAS DE ALENCASTRO RUCH E OUTROS

EMBDOS.

:

HELENA PEREIRA DA CRUZ NUNES E OUTROS

ADVDOS.

:

GILSON ZACARIAS FREITAS E OUTROS

Decisão : O Tribunal, por unanimidade, rejeitou os embargos de declaração. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Moreira Alves, Celso de Mello e Nelson Jobim. Plenário, 19.4.2001.

EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ALEGADAS OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO E OMISSÃO. BALDAS NÃO CONFIGURADAS.

Os embargos de declaração em agravo regimental em embargos de divergência não são meio processual hábil para sanar eventuais obscuridade e omissão de acórdão proferido no julgamento do recurso extraordinário.

Contradição, de sua vez, inexistente, tendo o aresto embargado expressamente afastado a identidade entre as garantias previstas nos incisos XXXV e LV do artigo 5.º da Constituição Federal.

Embargos rejeitados.

EDCL. NO AGRG. NO AGRAVO INSTRUMENTO N. 242.763-7

(1122)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. MAURÍCIO CORRÊA

EMBTE.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

NÍDIA QUINDERÉ CHAVES BUZIN E OUTROS

EMBDOS.

:

ÁLVARO BASTOS E OUTROS

ADV.

:

FERNANDO ROLLEMBERG DE FARO MELO

Decisão: Por maioria, a Turma não conheceu dos embargos de declaração, vencido o Senhor Ministro Marco Aurélio, que deles conhecia. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Maurício Corrêa. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Nelson Jobim. 2a. Turma, 29.08.2000.

EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. MULTA. DEPÓSITO PRÉVIO.

Imposição de multa. Exigência do depósito prévio como pressuposto de admissibilidade de novos recursos. Legitimidade (CPC, artigo 557, § 2º).

Embargos de declaração não conhecidos

EDCL. NO AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 212.851-1

(1123)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

EMBTE.

:

DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO DO DISTRITO FEDERAL - DETRAN/DF

ADVDA.

:

DANIELA PINELLA ARBEX

EMBDO.

:

FERNANDO ANTÔNIO NERES FERRAZ

ADVDOS.

:

ARNALDO CARLOS DA SILVA FILHO E OUTROS

Decisão: A Turma rejeitou os embargos de declaração no agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 07.08.2001.

EMENTA: Embargos declaratórios rejeitados, pois inexiste omissão a ser suprida, além do cunho infringente de que se revestem.

EDCL. NO AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 216.613-8

(1124)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NELSON JOBIM

EMBTE.

:

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SÃO PAULO

ADV.

:

JOSÉ PINTO DA MOTA FILHO

ADVDOS.

:

VALDEMIR SILVA GUIMARÃES E OUTROS

EMBDO.

:

SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS PRIVADOS DE SAÚDE E EM EMPRESAS QUE PRESTEM SERVIÇOS DE SAÚDE E ATIVIDADES AFINS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO, SANTO ANDRÉ, SÃO CAETANO DO SUL, DIADEMA, MAUÁ E RIBEIRÃO PIRES

ADVDOS.

:

PAULA FRASSINETTI VIANA ATTA E OUTROS

EMBDO.

:

SINDICATO ÚNICO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE SANTO ANDRÉ, SÃO BERNARDO DO CAMPO, SÃO CAETANO DO SUL, DIADEMA, MAUÁ, RIBEIRÃO PIRES E RIO GRANDE DA SERRA

ADVDA.

:

MARILENA DA SILVA RODRIGUES DANTAS

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento aos embargos de declaração, nos termos do voto do Relator. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, os Senhores Ministros Celso de Mello e Maurício Corrêa. 2a. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Sindicato. Base territorial. Desmembramento. Controvérsia com base em exame de provas (Súmula 279). Ofensa indireta à CF. Ausência de omissão, contradição ou obscuridade. Embargos não providos.

EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 242.326-5

(1125)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATORA

:

MIN. ELLEN GRACIE

EMBTE.

:

CHAFIC JABALI

ADVDOS.

:

ANTÔNIO VILAS BOAS TEIXEIRA DE CARVALHO E OUTROS

EMBDO.

:

PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL

Decisão: A Turma rejeitou os embargos de declaração no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: A verificação de ter o defensor tomado, ou não, ciência do ato é matéria de fato, insusceptível de ser analisada em sede de recurso extraordinário (Súmula 279/STF).

Embargos de declaração rejeitados.

EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 243.257-7

(1126)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

EMBTE.

:

CAIXA BENEFICENTE DOS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO ESTADO DE SÃO PAULO - CABESP

ADVDOS.

:

LUIZ ANTONIO DE OLIVEIRA E OUTROS

EMBDA.

:

UNIÃO FEDERAL

ADV.

:

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

Decisão: A Turma rejeitou os embargos de declaração no recurso extraordinário. Decisão unânime. Ausente, justificadamente, o Ministro Ilmar Galvão. 1a. Turma, 28.06.2001.

EMENTA: Embargos de declaração.

- Esta Corte tem entendido (assim, a título exemplificativo, nos RREE 169.432 e 201.462) que não cabe a ela, em recurso extraordinário, reexaminar as provas em que se basearam as instâncias ordinárias para admitir a qualificação que deram ao recorrente ou ao recorrido, salientando que "o objetivo do recurso extraordinário, menos que enquadrar o fato bruto à Constituição, é nela enquadrar, quando for o caso, o acórdão recorrido".

- Assim sendo, não pode esta Corte revisar a premissa fática de que partiu o acórdão recorrido que qualificou a ora embargante como entidade fechada de previdência privada.

Embargos rejeitados.

EDCL. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 297.720-9

(1127)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

EMBTE.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADV.

:

HÉLIO FERREIRA HERINGER JÚNIOR

EMBDO.

:

HAILTON FERREIRA

ADVDOS.

:

MILTON RIBEIRO JÚNIOR E OUTROS

Decisão: A Turma recebeu os embargos de declaração no recurso extraordinário. Decisão unânime. Ausente, justificadamente, o Ministro Ilmar Galvão. 1a. Turma, 28.06.2001.

EMENTA: - Embargos de declaração.

- A questão relativa ao artigo 202 da Constituição, que diz respeito à RMI, ficou prejudicada com o julgamento do recurso especial pelo Superior Tribunal de Justiça.

Embargos recebidos apenas para prestar esse esclarecimento.

EDIV. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 107.562-7

(1128)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

REDATOR PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA (ART.38,IV, b, DO RISTF)

EMBTE.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADV.

:

PAULA NELLY DIONIGI

EMBDO.

:

PANAMBRA INDUSTRIAL E TECNICA S/A

ADV.

:

EDUARDO HAMILTON SPROVIERI MARTINI E OUTRO

Decisão : Apresentado o feito em Mesa, o julgamento foi adiado em virtude do adiantado da hora. Plenário, 01.7.91.

Decisão: Por maioria de votos, o Tribunal não conheceu dos embargos, vencidos os Ministros Relator, Ilmar Galvão e Carlos Velloso. Votou o Presidente. Ausente, ocasionalmente, o Min. Marco Aurelio. Plenario, 06.11.91.

EMENTA: Recurso extraordinário. Embargos de divergência. 2. ICM. Importação de máquina. 3. As teses em confronto não foram as mesmas, embora postas diante do mesmo dispositivo constitucional. 4. Incabível invocar, para fundamentar os embargos de divergência, acórdão padrão que não examinou a questão em face do direito federal, afirmando que a lei estadual não isenta. 5. Embargos de divergência não conhecidos.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 100.339-1

(1129)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. OSCAR CORRÊA

REDATOR PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA (ART.38,IV, b, DO RISTF)

RECTE.

:

GLACY MORENA ALVARES GIL

ADV.

:

CELIO SILVA

RECDO.

:

ANTONIO RODRIGUES DA SILVA

ADV.

:

PAULO ROBERTO PEREIRA E OUTROS

Decisão: Depois do voto do Ministro Relator que não conhecia do recurso, o julgamento foi adiado a pedido do Ministro Alfredo Buzaid. Falou pelo recorrente Dr. Célio Silva. 1ª Turma, 14.10.83.

Decisão: Conheceu-se do recurso extraordinário e se lhe deu provimento, vencido o Relator. 1a. Turma, 10.02.84.

EMENTA: - Recurso extraordinário. 2. Decisão homologatória de cálculo. 3. Inclusão de correção monetária não prevista na sentença exeqüenda. 4. Hipótese em que as partes haviam contratado devolução simples por eventual rescisão do contrato. 5. Não reconhecimento no acórdão de ilícito contratual. 6. Superveniência da Lei nº 6.899/1981, art. 1º. 7. Ofensa à coisa julgada. 8. Recurso extraordinário conhecido e provido, para determinar que a correção monetária incida a partir do advento da Lei nº 6.899/1981.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 136.214-6

(1130)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. CARLOS VELLOSO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. NÉRI DA SILVEIRA (ART.38,IV, b, DO RISTF)

RECTE.

:

ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ADV.

:

SILVIO GOLDGEWICHT

RECDO.

:

JAYME VIEIRA PINHEIRO

ADV.

:

ONURB COUTO BRUNO E OUTROS

Decisão: Após o voto do Sr. Ministro Relator não conhecendo do recurso, o julgamento foi adiado em virtude do pedido de vista do Sr. Ministro Francisco Rezek. 2ª. Turma, 8-6-92.

Decisão: Por maioria de votos, a Turma conheceu do recurso e lhe deu provimento para julgar improcedente a ação. Vencido o Ministro Relator. Lavrará o acórdão o Ministro Francisco Rezek. 2ª. Turma, 8-9-92.

EMENTA:- Recurso extraordinário. Constitucional. 2. Serventia extrajudicial. Substituição. Efetivação. C.F., 1967, art. 208. 3. Jurisprudência assente na Corte, segundo a qual, entre os pressupostos para a efetivação no cargo de titular de serventia extrajudicial e do foro judicial, estão a vacância e o exercício, como substituto, por cinco anos, na mesma serventia. 4. Recorrido removido de outra comarca, já na vigência da EC n.º 22/82, não contou cinco anos de exercício como substituto na serventia onde postula efetivação. 5. Recurso extraordinário conhecido e provido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 162.308-0

(1131)

PROCED.

:

AMAZONAS

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. NELSON JOBIM

RECTE.

:

BANCO SAFRA S/A

ADV.

:

CRISTIANA RODRIGUES GONTIJO E OUTROS

RECDO.

:

JOAO DE MATTOS TORRES

ADV.

:

ANTONIO PINHEIRO DE OLIVEIRA E OUTROS

Decisão: Após os votos dos Senhores Ministros Relator e Presidente conhecendo do recurso e lhe dando provimento e do voto dos Senhores Ministros Nelson Jobim e Carlos Velloso não conhecendo do recurso, o julgamento foi adiado, para coleta do voto do Senhor Ministro Maurício Corrêa. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Maurício Corrêa. 2a. Turma, 25.05.98.

Decisão: Por maioria, a Turma não conheceu do recurso extraordinário, vencidos o Relator e o Presidente. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Nelson Jobim. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2ª Turma, 29.05.2001.

EMENTA: Processual Civil. Tribunal que não examina o conteúdo de embargos declaratórios opostos em manifesta omissão ou contradição do acórdão embargado. Alegação de ofensa ao devido processo legal. Debate inviável em RE. Recurso não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 185.006-0

(1132)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

RECTE.

:

RINGCONE MOTOVARIADORES LTDA

ADV.

:

JOAO CARLOS NICOLELLA E OUTROS

RECDO.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADV.

:

ANA MARIA MOLITERNO PENA DE FREITAS E OUTROS

Decisão: A Turma conheceu do recurso extraordinário, mas lhe negou provimento. Unânime. 1a. Turma, 13.06.2000.

EMENTA: ICMS. CORREÇÃO MONETÁRIA. LEI Nº 6.374/89 E DECRETOS NºS 30.356/89 E 30.524/89, DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Legitimidade da correção monetária do ICMS a partir do décimo dia seguinte à apuração do débito fiscal, prevista em legislação paulista, conforme foi reconhecido pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal no RE 172.394.

Recurso conhecido, mas improvido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 189.631-1

(1133)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

RECTE.

:

BANCO BRADESCO S/A

ADV.

:

MARIA DE FATIMA MEDEIROS SANTANA E OUTROS

RECDO.

:

EVARISTO DO NASCIMENTO

ADV.

:

HAZENCLEVER DOS SANTOS DA CONCEICAO

Decisão: A Turma conheceu do recurso extraordinário e lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: I. Isenção constitucional da correção monetária (ADCT, art. 47, § 3º, I): decadência: devedor que, embora tenha manifestado, no prazo do art. 47, § 3º, I, ADCT, sua intenção de liquidar a dívida, não efetuou naquele prazo o depósito do valor que julgava devido.

II. Bem de família: efeitos, sobre penhora anterior à sua promulgação, da L. 8.009/90, que o tornou impenhorável: questão alheia ao recurso extraordinário, que há de ser suscitada perante o juízo da execução.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 191.398-3

(1134)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

RECTE.

:

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - USP

ADV.

:

GUILHERME DA COSTA PINTO FILHO E OUTRO

RECDO.

:

ANTONIO ROCHA PENTEADO E OUTROS

ADV.

:

JOAO BERNARDINO GARCIA GONZAGA E OUTROS

Decisão: A Turma não conheceu do recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário: teto remuneratório: ausência de prequestionamento.

Em face da motivação do acórdão recorrido – reconhecendo a existência de direito adquirido à percepção de vantagem, a despeito de limite remuneratório fixado por norma local –, a controvérsia haveria de ser solucionada à luz do art. 17 ADCT, que não foi, todavia, objeto do necessário prequestionamento.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 205.896-3

(1135)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATORA PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. ELLEN GRACIE

RECTE.

:

NEWTON GONCALVES DUMONT

ADV.

:

MARINO DE CASTRO OUTEIRO E OUTRO

RECDO.

:

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - IPERGS

ADV.

:

ANASTAZIA NICOLINI CORDELLA

Decisão : O Tribunal, por maioria, vencido o Senhor Ministro Marco Aurélio (Relator), não conheceu do recurso extraordinário. Votou o Presidente. Redigirá o acórdão a Senhora Ministra Ellen Gracie. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence e Celso de Mello, e, neste julgamento, o Senhor Ministro Maurício Corrêa. Plenário, 30.5.2001.

EMENTA: Os dispositivos constantes dos artigos 195, caput e parágrafo 5º e 201, V, da Constituição Federal não permitem a interpretação extensiva do artigo 9º, I, da Lei 7.672/82, do Estado do Rio Grande do Sul. Na esteira da jurisprudência dessa Casa, a extensão automática da pensão ao viúvo, em decorrência do falecimento da esposa-segurada, exige lei específica. Recurso não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 207.189-7

(1136)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATORA PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. ELLEN GRACIE

RECTES.

:

ALFA MIRAPALHETE ESPINDOLA E OUTRAS

ADVDOS.

:

MELISSA DEMARI E OUTROS

RECDO.

:

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - IPERGS

ADVDOS.

:

PGE-RS - CARLOS HENRIQUE KAIPPER E OUTROS

Decisão : O Tribunal, por maioria, vencido o Senhor Ministro Marco Aurélio (Relator), não conheceu do recurso extraordinário. Votou o Presidente. Redigirá o acórdão a Senhora Ministra Ellen Gracie. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence e Celso de Mello, e, neste julgamento, o Senhor Ministro Maurício Corrêa. Plenário, 30.5.2001.

EMENTA: Os dispositivos constantes dos artigos 195, caput e parágrafo 5º e 201, V, da Constituição Federal não permitem a interpretação extensiva do artigo 9º, I, da Lei 7.672/82, do Estado do Rio Grande do Sul. Na esteira da jurisprudência dessa Casa, a extensão automática da pensão ao viúvo, em decorrência do falecimento da esposa-segurada, exige lei específica. Recurso não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 216.081-4

(1137)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATORA PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. ELLEN GRACIE

RECTES.

:

ANA BEATRIZ RAYMUNDO DE MACEDO E OUTROS

ADVDOS.

:

ROBERTO DE FIGUEIREDO CALDAS E OUTROS

RECDO.

:

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ADVDOS.

:

PGE-RS - CARLOS HENRIQUE KAIPPER E OUTROS

Decisão : O Tribunal, por maioria, vencido o Senhor Ministro Marco Aurélio (Relator), não conheceu do recurso extraordinário. Votou o Presidente. Redigirá o acórdão a Senhora Ministra Ellen Gracie. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence e Celso de Mello, e, neste julgamento, o Senhor Ministro Maurício Corrêa. Plenário, 30.5.2001.

EMENTA: Os dispositivos constantes dos artigos 195, caput e parágrafo 5º e 201, V, da Constituição Federal não permitem a interpretação extensiva do artigo 9º, I, da Lei 7.672/82, do Estado do Rio Grande do Sul. Na esteira da jurisprudência dessa Casa, a extensão automática da pensão ao viúvo, em decorrência do falecimento da esposa-segurada, exige lei específica. Recurso não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 217.233-7

(1138)

PROCED.

:

RIO DE JANEIRO

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

RECTE.

:

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UERJ

ADVDOS.

:

SILVIA FABER TORRES E OUTROS

RECDO.

:

MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

ADV.

:

FERNANDO DA COSTA GUIMARÃES

Decisão: Após o voto do Ministro Ilmar Galvão, Relator, não conhecendo do recurso extraordinário, pediu vista dos autos o Ministro Sepúlveda Pertence. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Sydney Sanches. 1a. Turma, 15.06.99.

Decisão: Por maioria, a Turma conheceu do recurso extraordinário e lhe deu provimento. Vencido o Ministro Ilmar Galvão, Relator, que dele não conhecia. Redator para o acórdão o Ministro Sepúlveda Pertence. 1ª Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Imunidade tributária do patrimônio das instituições de educação, sem fins lucrativos (fundação autárquica mantenedora de universidade federal) (CF, art. 150, VI, c): sua aplicabilidade de modo a preexcluir a incidência do IPTU sobre imóvel de propriedade da entidade imune, ainda quando alugado a terceiro, sempre que a renda dos aluguéis seja aplicada em suas finalidades institucionais.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 231.614-4

(1139)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

UNIÃO FEDERAL

ADV.

:

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

RECDOS.

:

JOÃO VIEIRA LOPES E OUTRO

ADV.

:

RAUL CANAL

Decisão: A Turma não conheceu do recurso extraordinário. Decisão unânime. Ausente, justificadamente, o Ministro Ilmar Galvão. 1ª. Turma, 26.06.2001.

EMENTA: - Recurso extraordinário.

- A questão da multa ficou prejudicada com o provimento do recurso especial que a excluiu.

- Cabendo do despacho que nega seguimento à apelação agravo regimental para o Colegiado a que pertence o relator - e no caso foi ele interposto -, as normas desses dispositivos infraconstitucionais não ferem, evidentemente, os incisos XXXV, XXXVI e LV do artigo 5º da Constituição, porquanto não excluem da apreciação do Poder Judiciário a lesão ou ameaça ao direito em causa, nem ferem direito adquirido, ato jurídico perfeito ou coisa julgada, nem violam o princípio da ampla defesa, pois sequer impedem absolutamente a interposição do recurso extraordinário para esta Corte.

- Falta de prequestionamento da questão relativa ao mérito da causa.

Recurso extraordinário não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 232.540-4

(1140)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

UNIÃO FEDERAL

ADV.

:

PFN - FERNANDO NETTO BOITEUX

RECDA.

:

ROLDÃO COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA - ME

ADVDOS.

:

SILENE MAZETI E OUTROS

Decisão: A Turma não conheceu do recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário. Isenção tributária. Microempresa. Empresa de representação comercial.

- Para se chegar a conclusão contrária à que chegou o acórdão recorrido seria mister o exame das normas infraconstitucionais em causa, o que implica dizer que as alegadas ofensas aos artigos 5º, II, 84, IV, e 150, I, da Constituição relativos ao princípio da legalidade são indiretas ou reflexas, não dando margem, assim, ao cabimento do recurso extraordinário.

Recurso extraordinário não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 250.917-5

(1141)

PROCED.

:

MINAS GERAIS

RELATOR

:

MIN. MARCO AURÉLIO

REDATOR PARA O ACÓRDÃO

:

MIN. NELSON JOBIM

RECTE.

:

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

RECDO.

:

VIVALDO CURI

ADVDOS.

:

FRANCISCO LACERDA DE ALMEIDA E OUTRO

Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Relator não conhecendo do recurso extraordinário, o julgamento foi adiado, em virtude do pedido de vista do Senhor Ministro Nelson Jobim. 2a. Turma, 02/12/97.

Decisão: Preliminarmente, por maioria, a Turma conheceu do recurso, vencido o Senhor Ministro-Relator. Também por maioria, a Turma deu provimento ao recurso, vencido o Senhor Ministro-Relator que o desprovia. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2ª Turma, 11.05.99.

Decisão: Por unanimidade, a Turma deliberou corrigir a proclamação da decisão no Recurso Ordinário em Habeas Corpus nº 75.752, Relator originário o Senhor Ministro Marco Aurélio, Redator para o acórdão o Senhor Ministro Nelson Jobim, recorrente o Ministério Público Federal, recorrido Vivaldo Curi, para que conste o seguinte: Preliminarmente, por maioria, a Turma conheceu do recurso como extraordinário, vencido o Senhor Ministro-Relator, que não conhecia do recurso. Também por maioria, a Turma conheceu do recurso extraordinário e lhe deu provimento, vencido o Senhor Ministro-Relator, que dele não conhecia. Redator para o acórdão o Senhor Ministro Nelson Jobim. 2ª Turma, 29.06.99.

EMENTA: RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSO PENAL. LEGITIMIDADE RECURSAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO. CONSTITUCIONAL. ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA EM GARANTIA. PRISÃO CIVIL.

O Ministério Público tem legitimidade para interpor recurso extraordinário contra sentença que concede Habeas Corpus.

É constitucional a prisão civil do depositário infiel em decorrência da alienação fiduciária.

Recurso conhecido e provido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 252.295-3

(1142)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

MUNICÍPIO DE SANTO ANDRÉ

ADVDA.

:

BEVERLI TERESINHA JORDÃO D'ANDREA

RECTES.

:

VICENTE MARTINS JÚNIOR E OUTROS

ADVDOS.

:

EMÍLIO ALFREDO RIGAMONTI E OUTROS

RECDOS.

:

OS MESMOS

Decisão: A Turma conheceu, em parte, do recurso extraordinário e, nessa parte, lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário.

- O presente recurso extraordinário está prejudicado, em parte, por perda parcial de seu objeto, uma vez que o recurso especial do Município de Santo André foi provido no tocante à taxa de limpeza urbana.

- Por outro lado, no que diz respeito à questão da taxa de segurança, que é objeto do presente recurso extraordinário e que não está prejudicada, tem razão o ora recorrente. Com efeito, o Plenário desta Corte, ao julgar o RE 206.777, em que era recorrente o mesmo Município de Santo André, deu pela legitimidade dessa taxa, por ser "corretamente exigida para cobrir despesas com manutenção dos serviços de prevenção e extinção de incêndios".

Recurso extraordinário conhecido em parte e nela provido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 259.195-5

(1143)

PROCED.

:

ESPÍRITO SANTO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

UNIÃO FEDERAL

ADVDA.

:

PFN - MARIA DA GRAÇA SANTIAGO DE ALMEIDA

RECDO.

:

NOVA DISTRIBUIDORA DE PUBLICAÇÕES LTDA

ADV.

:

JOÃO NEVES RETONDARO

Decisão: A Turma conheceu do recurso extraordinário e lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Imunidade tributária. Contribuições para o financiamento da seguridade social. Sua natureza jurídica.

- Sendo as contribuições para o FINSOCIAL modalidade de tributo que não se enquadra na de imposto, segundo o entendimento desta Corte em face do sistema tributário da atual Constituição, não estão elas abrangidas pela imunidade tributária prevista no artigo 150, VI, "d", dessa Carta Magna, porquanto tal imunidade só diz respeito a impostos. Precedentes do S.T.F.

- Dessa orientação divergiu o acórdão recorrido.

Recurso extraordinário conhecido e provido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 270.296-0

(1144)

PROCED.

:

GOIÁS

RELATOR

:

MIN. ILMAR GALVÃO

RECTE.

:

FINANCIADORA BCN S/A - CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO

ADVDOS.

:

ROSÂNIA M. MOREIRA DE JESUS E OUTROS

RECDO.

:

CAMEL CARNEIRO

ADVDOS.

:

MÁRCIO FRANCISCO DOS REIS E OUTROS

Decisão: A Turma conheceu do recurso extraordinário e lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. Unânime. Ausente, ocasionalmente, o Ministro Sepúlveda Pertence. 1a. Turma, 13.06.2000.

EMENTA: PRISÃO CIVIL. DEPOSITÁRIO INFIEL. LEGITIMIDADE. ART. 5º, INC. LXVII, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. JURISPRUDÊNCIA.

O Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Habeas Corpus 72.131 (Plenário, 23.11.95), decidiu ser legítima a prisão civil do devedor fiduciante que não cumprir o mandado judicial para entregar a coisa ou seu equivalente em dinheiro, tendo em vista que houve recepção do Decreto-Lei nº 911/69 pela Carta Política atual.

Entendimento reafirmado no julgamento do RE 206.482 e do HC 76.561 (Plenário, 27.05.98).

Recurso extraordinário conhecido e provido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 284.036-0

(1145)

PROCED.

:

PARAÍBA

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

JOSÉ ARAÚJO DA NÓBREGA

ADVDOS.

:

JURANDIR PEREIRA DA SILVA E OUTRO

RECDO.

:

INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

ADVDOS.

:

MÁRCIO PIQUET DA CRUZ E OUTROS

Decisão: A Turma não conheceu do recurso extraordinário. Decisão unânime. Ausente, justificadamente, o Ministro Ilmar Galvão. 1ª. Turma, 26.06.2001.

EMENTA: - Previdência social.

- A questão relativa ao artigo 5º, XXXVI, da Constituição não foi prequestionada.

- Inexistência, no caso, de ofensa aos artigos 194, IV, 202, 201, § 2º e 201, § 3º, todos da Carta Magna.

Recurso extraordinário não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 293.840-8

(1146)

PROCED.

:

SANTA CATARINA

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

BANCO DO BRASIL S/A

ADVDOS.

:

LUIZ ANTÔNIO BORGES TEIXEIRA E OUTROS

RECDO.

:

TREVO DE OURO CALÇADOS LTDA.

ADVDOS.

:

ENIO EXPEDITO FRANZONI E OUTROS

Decisão: A Turma não conheceu do recurso extraordinário. Decisão unânime. Ausente, justificadamente, o Ministro Ilmar Galvão. 1ª. Turma, 26.06.2001.

EMENTA: Recurso extraordinário. Limitação de juros.

- Não tendo sido interposto recurso especial para afastar o fundamento infraconstitucional do acórdão recorrido sobre a questão da limitação dos juros, esse fundamento, que persiste, é suficiente "per se" para manter o acórdão recorrido, não sendo ele atacável pelo disposto no artigo 192, § 3º, da Constituição.

Recurso extraordinário não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 308.786-0

(1147)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

UNIÃO

ADV.

:

ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO

RECDOS.

:

ALCEU MELLOTTI E OUTROS

ADVDOS.

:

JOSE ANTONIO CREMASCO E OUTROS

Decisão: A Turma conheceu do recurso extraordinário e lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: - URPs de abril e maio de 1988.

- A jurisprudência desta Corte só reconheceu direito adquirido, quanto às URPs de abril e maio de 1988, aos 7/30 (sete trinta avos) referentes aos meses de abril e maio e não cumulativamente.

Recurso extraordinário conhecido e provido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 311.461-1

(1148)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

ADVDA.

:

LAURA DE ALMEIDA LEITE LIMA

RECDA.

:

FARMÁCIA E PERFUMARIA SINETE LTDA

ADVDOS.

:

EDUARDO ALVES DE SÁ FILHO E OUTRA

Decisão: A Turma conheceu do recurso extraordinário e lhe deu provimento, nos termos do voto do Relator. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Fixação de horário de funcionamento para farmácias no Município. Lei 8.794/78 do Município de São Paulo.

- Ao julgar o RE 189.170, o Plenário desta Corte, em caso análogo ao presente sobre a mesma legislação do Município de São Paulo, assim decidiu:

"RECURSO EXTRAORDINÁRIO. FARMÁCIA. FIXAÇÃO DE HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO. ASSUNTO DE INTERESSE LOCAL.

A fixação de horário de funcionamento para o comércio dentro da área municipal pode ser feita por lei local, visando o interesse do consumidor e evitando a dominação do mercado por oligopólio. Precedentes.

Recurso extraordinário não conhecido."

- Anteriormente, esta Primeira Turma, ao julgar o RE 237.965, já se havia manifestado no sentido de que a fixação de horário para o funcionamento de farmácia é matéria de competência do município, não havendo qualquer afronta aos princípios constitucionais da isonomia, da livre concorrência, da defesa do consumidor, da liberdade de trabalho e da busca ao pleno emprego.

- Dessas orientações divergiu o acórdão recorrido.

Recurso extraordinário conhecido e provido.

RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS N. 80.568-0

(1149)

PROCED.

:

RIO GRANDE DO SUL

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

BENTO GONÇALVES DOS SANTOS

ADV.

:

PLÍNIO DE OLIVEIRA CORRÊA

RECDO.

:

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Decisão: A Turma negou provimento ao recurso ordinário em habeas corpus, determinando a devolução dos autos da ação penal. Unânime. Falou pelo recorrente o Dr. Plínio de Oliveira Corrêa e pelo Ministério Público Federal o Subprocurador-Geral da República, Dr. Wagner Natal Batista. 1a. Turma, 10.04.2001.

EMENTA: Recurso ordinário em "habeas corpus".

- Improcedência das alegações de nulidade por falta do termo de juntada da carta de ordem expedida para a notificação do ora recorrente; de não haver constado o nome do seu advogado ou do seu defensor; e de não ter ele tido defesa ou defensor por vários meses a partir da notificação judicial.

Recurso a que se nega provimento.

RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS N. 80.919-7

(1150)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. NELSON JOBIM

RECTE.

:

ADEMIO FETTER

ADV.

:

JOÃO ANTONIO BACCA FILHO

RECDO.

:

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Decisão: Por unanimidade, a Turma negou provimento ao recurso. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Celso de Mello. 2a. Turma, 12.06.2001.

EMENTA: RECURSO EM HABEAS CORPUS. CONSTITUCIONAL. PENAL. PROCESSO PENAL. PREFEITO. EXCESSO DE PRAZO PARA CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLICIAL. DENÚNCIA. INÉPCIA. CONCURSO FORMAL. DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO. REGIME PRISIONAL. DIREITO SUBJETIVO. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE. INDULTO. CRIME CONTINUADO. PENAS ALTERNATIVAS. CRITÉRIOS PARA CONCESSÃO.

1. Depois de instaurada a ação penal, eventual vício ocorrido no inquérito policial não mais subsiste. A matéria preclui.

2. As nulidades ocorridas até o interrogatório devem ser argüidas na defesa prévia.

Proferida a sentença condenatória não cabe mais a alegação de inépcia da denúncia.

O alvo de eventual nulidade passa a ser a sentença.

3. O reconhecimento da existência ou inexistência do concurso formal, depende de reexame de prova.

Inviável em HABEAS.

4. No ordenamento jurídico-brasileiro não existe a garantia do duplo grau de jurisdição.

A Constituição concede aos Prefeitos foro especial por prerrogativa de função.

Determina que sejam julgados originariamente pelo Tribunal de Justiça (CF, art. 29, X).

5. É possível ao condenado à pena superior a 04 anos e não excedente a 08, desde que não reincidente, cumprir a pena em regime inicial semi-aberto (CP, art. 33, § 2º, b).

Não se trata, porém, de direito subjetivo.

O Juiz deve observar os critérios do CP, art. 59.

Inviável em HABEAS.

6. O pedido de indulto deve ser formulado no Juízo da execução penal.

O reconhecimento do crime continuado implica em reexame de prova.

Inviável em HC.

7. Para a concessão de penas alternativas o agente não pode ter sido condenado à pena superior a 04 anos de reclusão.

Ou qualquer que seja a pena se o crime for culposo.

O recorrente foi condenado à pena de 04 anos e 06 meses de reclusão.

O crime não é culposo.

Nem pode ser reincidente em crime doloso.

O paciente possui mais de uma condenação.

Não cabe HABEAS contra decisão condenatória transitada em julgado.

Negado provimento.

RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS N. 80.946-4

(1151)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. SYDNEY SANCHES

RECTE.

:

CARLOS ALBERTO MANDU DA SILVA

ADV. DAT.

:

RUY CARLOS DE BARROS MONTEIRO

RECDO.

:

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Decisão: A Turma negou provimento ao recurso ordinário em habeas corpus, determinando a devolução dos autos principais ao Juízo de origem. Unânime. 1a. Turma, 29.05.2001.

EMENTA: - DIREITO PROCESSUAL PENAL.

"HABEAS CORPUS".

ALEGAÇÕES DE NULIDADE:

a) - por inquirição de testemunhas, sem a presença do réu preso;

b) - por reconhecimento exclusivamente fotográfico;

c) - por indeferimento de acareação requerida pelo réu.

1. Em se tratando de nulidades relativas, ficaram preclusas, à falta de oportuna argüição.

2. Ademais, a condenação no caso, não se apoiou apenas no reconhecimento por fotografia, mas, também, em outras provas colhidas nos autos e examinadas na sentença e no acórdão.

3. R.H.C. improvido.

Processos com Ementas Idênticas:

RELATOR: MIN. MOREIRA ALVES

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 277.992-0

(1152)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDA.

:

PGE-SP - VÂNIA MARIA BARBIERI BENATTI

RECDO.

:

CENTER CARNES E ROTIS JAU BIFE CHIC LTDA

Decisão: A Turma não conheceu do recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

EMENTA: Execução fiscal.

- Inexistência de ofensa ao artigo 5º, XXXV, da Constituição.

- A alegação de ofensa ao artigo 150, § 6º, da Carta Magna é, no caso, alegação de infringência indireta ou reflexa a esse dispositivo, não cabendo para o seu exame o recurso extraordinário.

Recurso extraordinário não conhecido.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 278.260-2

(1153)

PROCED.

:

SÃO PAULO

RELATOR

:

MIN. MOREIRA ALVES

RECTE.

:

ESTADO DE SÃO PAULO

ADVDA.

:

PGE-SP - VÂNIA MARIA BARBIERI BENATTI

RECDO.

:

DEVALDO PRIORI - ME

Decisão: A Turma não conheceu do recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 14.08.2001.

Ementa: Idêntica à de nº 1152.

 

Processos com Ementas Idênticas:

RELATOR: MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 290.251-9

(1154)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTES.

:

ALEX SANDRO DOS SANTOS REIS E OUTROS

ADVDOS.

:

CAROLINA LOUZADA PETRARCA E OUTROS

AGDA.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

HUMBERTO ANTÔNIO C. FERREIRA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

EMENTA: FGTS: diferenças de correção monetária: alegação de perda de eficácia das Medidas Provisórias 189/90 e 294/91 insuscetível de ser examinada por ausência de prequestionamento.

AGRG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 299.058-2

(1155)

PROCED.

:

DISTRITO FEDERAL

RELATOR

:

MIN. SEPÚLVEDA PERTENCE

AGTE.

:

LUIZ AVELINO DE ARAÚJO

ADVDA.

:

CAROLINA LOUZADA PETRARCA E OUTROS

AGDA.

:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

ADVDOS.

:

HUMBERTO ANTÔNIO C. FERREIRA E OUTROS

Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário. Unânime. 1ª. Turma, 21.08.2001.

Ementa: Idêntica à de nº 1154.

Brasília, 13 de setembro de 2001.

ALBA RISA CAVALCANTE DE MEDEIROS

Coordenadora de Acórdãos e Baixa de Processos

 

 

 


Este documento é valido apenas como informação, não produzindo efeitos legais.
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